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24.1.18

Geometria Sagrada revisão



Revisão dos temas relacionados em Geometria Sagrada e Simbologia

https://www.youtube.com/watch?v=Qd3rCQ-Mhhk

http://www.crystalinks.com/sg.html


Geometria Sagrada é o estudo das ligações entre as proporções e formas contidos no microcosmo e no macrocosmo com o propósito de compreender a unidade que permeia toda a vida. Desde a Antiguidade, os egípcios, os gregos, os maias, os arquitetos das catedrais góticas, artistas como Leonardo da Vinci ou o pintor Georges Seurat, todos reconheciam na natureza formas e proporções especiais, que traduziam uma harmonia e unidade em si. Essas relações de forma e proporções consideradas sagradas na geometria, na arquitetura, também ocorrem de forma idêntica em outras áreas da expressão humana, como na Música. O estudo dos harmônicos, dos modos musicais vem fascinando os compositores e amantes da música há milênios. A mesma harmonia nos sons, nas formas, nas cores, também se encontra na natureza, do microcosmo ao macrocosmo. Geometria Sagrada é a linguagem mais próxima da Criação primordial. A Geometria Sagrada é basicamente a geometria focada em descrever a consciência da criação; o movimento da consciência pela realidade. E como está em movimento (ao em vez de apenas se ‘ler’ ou ‘observar’, não é por isso uma atividade estática) apela diretamente ao nosso lado racional do cérebro.


A flor da vida é um símbolo comum de muitos ensinamentos espirituais e religiosos em todo o mundo. A flor da vida foi encontrado em todo o mundo em muitas religiões diferentes. É um dos símbolos sagrados mais antigos conhecidos pelo homem. É uma forma geométrica que é constituído por vários círculos sobrepostos do mesmo tamanho.

Há uma enorme quantidade de informações e conhecimento que pode ser adquirida a partir do entendimento da flor da vida. Ela é considerada geometria sagrada que contém antigo valor religioso e resume o que retrata os formulários fundamentais do espaço e do tempo, mas há muito mais para saber.

A representação mais antiga da flor da vida conhecida pelo homem é no templo de Osíris em Abydos, Egipto. O símbolo aqui não está gravada ou esculpida na rocha de granito, parece ser queimado na rocha. Muitas outras representações podem ser encontrados dentro de muitas estruturas antigas em muitos países diferentes, incluindo: Israel, Turquia, Irlanda e muitos mais.

Uma descrição bastante interessante da flor da vida é encontrado na Cidade Proibida, em Pequim, China. A flor da vida é encontrado em uma forma esférica debaixo da pata do “Os Cão de Fu“, ou mais precisamente conhecido como o “Guardião Leão.” Este palácio foi a casa de 24 imperadores das dinastias Ming e Qing.




Cão de Fu com a pata sobre a flor da vida – Cidade Proibída – Pequim , China
Os Cães de Fu eram um símbolo de proteção para os edifícios e os seus habitantes e também, eram considerados os guardiões do conhecimento. O que é interessante quando se considera a flor esférica do símbolo da vida que é encontrada sob as patas do cão. Os cães estão, literalmente, guardando o conhecimento.

Há muitos locais antigos que foram construídos sobre estes princípios geométricos, tais como: O Parthenon -Atenas, Grécia -438A.C. O planalto de Gizé – Egipto – 2600 AC O Taj Ma Hal Índia .. isso é muito fascinante, considerando que existem também muitos sítios e estruturas antigas que foram encontradas contendo o símbolo da Flor da Vida.

Sabendo disso Leonardo DaVinci estava muito interessado na flor da vida e estudou sua forma e propriedades matemáticas. Ele também estava interessado em como a flor da vida está conectada com a realidade física, bem como a consciência.

Leonardo chamou a Flor da Vida em si, bem como a Semente da Vida. Leonardo era conhecido por usando a proporção áurea de Phi na sua arte, isso também é conhecida como a espiral de Fibonacci. Que é oriundo do padrão da Flor da Vida.




Mona Lisa -Leonardo Da Vinci / Aplicação da Geometria sagrada
Espiral de Fibonacci

A espiral de Fibonacci é a série de números 0,1,1,2,3,5,8,13,21,34 … cada número é composto pela soma dos 2 números anteriores . Isto é importante porque a espiral que esta equação matemática faz pode ser encontrada em todos os seres vivos, incluindo os seres humanos, plantas, animais e até mesmo nossa galáxia, a Via Láctea.

Existem milhões de combinações possíveis, mas uma única regra: a espiral de Fibonacci. Ela está presente em quase todas as formas de vida no universo até mesmo na forma da antimatéria é possível ver a espiral de Fibonacci, pode acostumar, que vai vê-la em quase todos os lugares e isso quer dizer que alguém criou tudo seguindo uma única regra a proporção aurea!



( espiral de Fibonacci )

O ser humano é uma máquina de energia construída para viver o materialismo e também aprender a ter a consciência universal. A primeira coisa que deve imaginar é que fazemos parte do universo e não da União Europeia ou de Organizações da Nações Unidas. Esse tipo união não existe é apenas uma forma virtual de existência, sua verdadeira consciência está unida com o universo através de seu corpo físico e mental.

Seu corpo funciona em uma ligação com o todo de forma perfeita e harmoniosa. Por isso nós estamos de acordo com a geometria sagrada. Quero dizer que quem criou o homem usou a geometria sagrada e algumas regras com o número pi ( ), a proporção áurea ou a espiral de Fibonacci. Nosso corpo segue padrões rígidos na proporção áurea e quase todas as formas da natureza seguem essa forma universal.




Apenas usando 4 espirais, pode-se criar a geometria do olho humano, como é linda a natureza, não é?






Proporção áurea no corpo humano
Cubo de Metatron

A flor da vida também pode estar relacionada com a geometria sagrada através da compreensão Cubo de Metatron. Cubo de Metatron é o nome de uma figura geométrica que é feita a partir de linhas de ligação a partir do centro de cada 13 círculos para os outros 12 círculos. Estes círculos vêm do fruto da vida, que vem de uma versão estendida da Flor da Vida.

O Cubo de Metatron é considerado um Acelerador Quântico na geometria sagrada e está disponível a toda as pessoas que queiram a sua energia aumenta,maior equilíbrio, prevenção de doenças, e proteção. Ao meditar com ele , nós geramos mais LUZ e nos ligamos a estados emocionais e mentais mais elevados.



O arranjo das figuras geométricas dentro do Cubo de Metatron canaliza e desperta as leis elétricas das dimensões superiores do Universo.

Quando se aprende a meditar com o Cubo de Metatron, descobrimos que podemos estimular diversos processos de transmutação e de cura, afastar a baixa vibração, geradores de doenças e outros desequilíbrios, pois ele estimula a reconstrução do Corpo de Luz.

Quando você aprende a usar o Cubo de Metatron como um Acelerador Quântico, você descobre que pode estimular as órbitas dos elétrons e dos prótons a realizarem uma aceleração e com isso você se coloca diante de diversos processos de transmutação e de cura. Esse processo se estende também para o seu DNA, reativando genes positivos adormecidos e afastando e/ou dissolvendo os genes de baixa vibração, geradores de doenças e outros desequilíbrios.

O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge, surge da mesma origem, do mesmo centro, da energia única, do Criador primordial. Os cinco elementos dos quais a nossa realidade material universal é composta, estão inseridos no cubo de Metatron, é composto de treze círculos, sendo cada círculo considerado um “nó” e ligado a outro por uma única linha reta, formando um total de 78 linhas.





Compreender A flor da vida, certamente, ajudar-nos a entender como o Universo funciona. Ele pode ser usado como uma ferramenta para a ligação durante a meditação, e também como um símbolo poderoso para referir na sua vida diária. Algumas pessoas ainda dizem que ter o símbolo em seus dispositivos eletrônicos pode contribuir para difundir as frequências prejudiciais que estes aparelhos emitem. No geral, é um lembrete maravilhoso que estamos todos ligados, entre si e a cada coisa no universo.
Leituras Complementares:


A divina proporção: Um Ensaio sobre a Beleza na Matemática – H e Huntley


A geometria sagrada (Ative as legendas caso não entenda) https://youtu.be/Ss1ajWeY_wc


https://www.youtube.com/watch?v=RnB6zUXq2ZI


https://www.youtube.com/watch?v=ZiK9W86EJJshttps://www.youtube.com/watch?v=6dvPNYastpQ

https://www.youtube.com/watch?v=rx31y1KKK3E

https://www.youtube.com/watch?v=sFzyqkyZECc

https://www.outromundo.net/merkabah/

https://www.youtube.com/watch?v=-NjUTl0ZtVU

http://despertarcoletivo.com/geometria-sagrada-o-significado-da-espiral/

http://soldesirius.blogspot.com.br/2009/10/geometria-sagrada.html
http://ponteoculta.blogspot.com.br/2016/09/flor-da-vida-e-geometria-sagrada.html

https://lusophia.wordpress.com/2014/05/08/cosmogenese-geometria-sagrada-e-os-simbolos-da-tradicao-subsidios-ao-estudo-teosofico-do-cosmos-por-hugo-martins/

http://arcturianos.com.br/geometria-sagrada-codigos-arcturianos/

http://www.curaeascensao.com.br/curiosidades_arquivos/curiosidades20.html

http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos/geometria-sagrada-32897.html

https://thoth3126.com.br/geometria-sagrada-a-flor-da-vida-e-a-linguagem-da-luz/

https://thoth3126.com.br/ativando-a-glandula-pineal-a-visao-espiritual-e-o-corpo-de-luz/

http://geometrias-sagradas.blogspot.com.br/2009/12/geometria-sagrada.html

https://www.revistaplaneta.com.br/geometria-sagrada-no-mundo-das-formas-perfeitas/

https://www.geometrycode.com/

https://vesica.org/sacred-geometry-articles/the-hidden-energy-science-of-sacred-geometry-2


https://www.youtube.com/watch?v=HzKuT8GpB5M

https://www.youtube.com/watch?v=KgprUFIbSf4

https://www.youtube.com/watch?v=uHZN1NkCrew

https://www.youtube.com/watch?v=p9x37QoqKDU

https://www.youtube.com/watch?v=YJAbD9uwZ5g

https://www.youtube.com/watch?v=GDAMjUq5cE4

https://www.youtube.com/watch?v=LXWYpkINFyE

https://br.pinterest.com/pin/302726406188400887/?lp=true

16.9.14

Concretizar, afirmar e ampliar conexões de prosperidade


HARMONIZAR 






















https://www.youtube.com/watch?v=kWFp5Vdp3yY






https://www.youtube.com/watch?v=D9ohnyxcvEM


https://youtu.be/zQ7_EvlH1T8

Antahkarana

ANTAHKARANA: Antiguo Símbolo de sanación









El Antahkarana es un símbolo antiquísimo de Sanación y Meditación que ha sido usado en el Tíbet y la China durante miles de años.Este símbolo tiene un poder energético muy grande; ya que simplemente por estar en su presencia crea un efecto positivo sobre los chakras y el aura, realizando sanación, concentra y profundiza todas las energías de sanación aplicadas en su presencia. El Antahkarana es parte de la anatomía espiritual, es la conexión entre el cerebro físico y el Yo superior, esta conexión es la que debe sanar y desarrollar para poder crecer espiritualmente. Este símbolo activa esta conexión cada vez que nos hallamos ante su presencia.
En meditación este poderoso símbolo, crea automáticamente lo que los taoístas llaman “La gran órbita microcósmica”, donde las energías físicas que normalmente entran por el chakra coronario, ante la presencia de este símbolo entran por los pies y suben por la parte posterior del cuerpo hasta la parte superior de la cabeza, bajando por la frente nuevamente hasta los pies, realizando un círculo lumínico cimentando de esta manera la persona a la tierra y creando un continuo flujo de energía a través de los chakras.
Entre las propiedades de este símbolo, neutraliza la energía negativa que se haya acumulado en objetos tales como cristales, joyas, etc., simplemente colocando entre dos símbolos el objeto.
Este símbolo tiene efectos tan positivos, lográndose notables resultados en el Reiki con ellos como en Meditaciones; ya que producen un notable cambio de flujo energético en el aura y los chakras.
El Antahkarana es un símbolo multidimensional. Está constituido por tres siete sobre una superficie plana, desde una perspectiva parece bidemensional. Los tres siete representan los siete chakras, los siete colores y los siete tonos de la escala musical. Desde otra perspectiva aparece como un cubo tridimensional.
Su energía se mueve desde dos a tres dimensiones visibles, continuando hacia arriba por vías energéticas imperceptibles para el ojo humano, continuando hacia arriba hacia la dimensión del Yo superior.
La meditación con este símbolo mirando constantemente al centro del mismo produce un cambio positivo energético.
La meditación tibetana con estos símbolos era realizada en una habitación iluminada con velas. En el medio había una vasija de barro en forma de óvalo simbolizando el huevo cósmico del universo, esta vasija se llenaba con agua, frente a la misma había un pequeño taburete, sobre el asiento de éste estaba el símbolo antahkarana realizado en plata, donde se sentaba la persona que iba a meditar.
Había también una pared cubierta con cobre, pulido como un espejo. En la pared opuesta a esta habían tapices que mostraban símbolos. El lama tibetano se sentaba en el banquito y miraba fijamente la imagen del símbolo que se reflejaba en el espejo de cobre. Esta meditación es una meditación yantra y crea agudeza en la mente, haciendo un puente energético entre la conciencia y las energías trascendentales del símbolo; mientras que el otro símbolo antahkarana en el banquito enfoca las energías generadas haciendo fluir las energías equilibradas por todos los chakras hacia la tierra. Este maravilloso símbolo es muy especia y tiene su propia conciencia. Trabaja directamente sobre el aura y los chakras y regulariza variando los efectos de sanación de acuerdo a las necesidades de la persona que lo usa, al estar dirigido por el Yo superior tiene un efecto benéfico. Jamás se lo deberá utilizar para el mal.
Este símbolo tiene muchísimos usos: se los puede colocar debajo del colchón de la cama en la que uno duerme, debajo de una mesa de masajes, colgado de una pared para armonizar el lugar, exponerlo sobre alguna dolencia, etc.
Antahkarana YIN Antahkarana Yang
Estos dos Antahkarana son utilizados para la descarga de energías negativas, colocando el Yang debajo el objeto a descargar y encima el Yin.
Es conveniente para las meditaciones utilizar siempre el antahkarana Yang.
Símbolos Múltiples.
La cruz cósmica está constituida por antahkaranas que se cruzan entre sí, representando los siete chakras mayores, su función es el de purificar las energías, se usa para abrir el corazón y equilibrar las energías. Este maravilloso símbolo con que cuenta la radiónica es fácil de experimentar de investigar, de fácil uso, y para la persona que desea explorar sus usos en el viaje de regreso a la luz, confiando sólo en la luz y para el mayor bien.
Este símbolo múltiple de 16 cuadritos, repetidos iguales, sirve para dispersar la energía y se utiliza ubicado en algún lugar donde se necesite remover y dispersar las energías negativas. Debajo del felpudo de la entrada principal, detrás de algún cuadro, de un espejo (es para que las personas fijen a la mirada en él). La persona que entra en la casa y que a veces trae consigo alguna vibración negativa, al pisar el felpudo con el símbolo debajo, ésta absorbe estas vibraciones. Hay que tener cuidado con él de no colocarlo en muchos lugares a la vez, porque así como dispersa la vibración negativa, también lo puede hacer con la positiva; es decir la función real de este símbolo múltiple es dispersar energías.
Meditación con Antahkarana.
La meditación con Antahkarana se realiza de la siguiente forma.
Vestidos con ropas sueltas, después de un baño, nos sentamos relajados frente al símbolo Yang del Antahkarana. Fijamos la vista con los ojos entrecerrados en el centro del símbolo, tratando de respirar relajadamente. Mantendremos la mirada suave, el tiempo que más se pueda en el símbolo, éste actuará sobre nuestra mente por sí mismo.
Practicando diariamente y después de un tiempo, la imagen comenzará a moverse, desvanecerse o desaparecer por completo, si esto ocurre es positivo, ya que indica que ha entrado a un nivel más profundo de meditación y está recibiendo mayores beneficios. Podrá también ver distintas figuras frente al símbolo, esto es también positivo, con el uso continuo, diez minutos diarios.
Meditacion con mándala de Cuarzo y antahkarana.
Estos símbolos Antahkarana encierran en ellos muchísimos secretos, como a mí personalmente me apasiona investigar el porqué de las técnicas energéticas; este signo en especial me llamó la atención y pude comprobar que en combinación con un mándala de cuarzo produce efectos revitalizantes inmediatos, restaurando el aura de personas con alteraciones nerviosas aparentemente sin motivo físico, de allí surgió esta meditación:
Colocando el mándala de cuarzos en la espalda de la persona con falta de vitalidad y trastornos nerviosos y debajo de los pies un símbolo yang antahkarana, enseñándole los ejercicios Hui-Yin se produce con el sólo contacto de los dos símbolos el equilibrio del flujo energético a través de los chakras, tranquilizando el flujo del chakra base en un tiempo menor que los otros vórtices energéticos, el símbolo en los pies logra junto con el mándala de cuarzos orientar armónicamente las distintas calidades de energías del cuerpo humano, que realmente son ocho clases de energías, fuera totalmente de los chakras mencionados por los hindúes. He logrado con esta meditación una vez por semana, acompañando al paciente de diez a quince minutos, revitalizarlo y equilibrarle todos sus sistemas.
El Antahkarana
Este símbolo sagrado se ha mantenido en secreto por miles de años, conocido y usado por muy pocos. Ahora ha llegado el tiempo para que todos tengan acceso a él.
El Antahkarana es un símbolo antiguo para sanación y meditación que ha sido utilizado en el Tíbet y la China desde hace miles de años. Es un símbolo muy poderoso, y con solo tenerlo cerca de ti crea un efecto positivo en tus chakras y en tu aura.
Al ser usado en terapias de sanación, aumenta y concentra la energía canalizada, además de acelerar el proceso. Algunos Maestros de Reiki han usado este símbolo con excelentes resultados. Cuando se utiliza en las meditaciones, produce automáticamente lo que los Taoístas denominan “la gran órbita microcósmica”, lo que significa que la energía que normalmente entra al cuerpo por el chakra de la corona, lo hace por los chakras de los pies, y sube por la parte posterior de la espalda hasta la cabeza, para luego bajar por el frente del cuerpo hasta los pies, creando así un flujo continuo de energía en todos los chakras. También neutraliza la energía que se encuentra acumulada en los objetos, como joyas o cuarzos, con solo colocar el objeto entre
dos símbolos.
Este símbolo es multi-dimensional. Desde una perspectiva parece ser de dos dimensiones, pero esta formado de hecho por tres sietes en una superficie plana. Los tres sietes representan los siete chakras, los siete colores y los siete tonos de la escala musical. Los tres sietes son mencionados en el Libro de Revelaciones como las siete velas, las siete trompetas y los siete sellos. Desde otra perspectiva, este símbolo parece ser un cubo de tres dimensiones. Su energía se mueve hacia arriba de dos a tres dimensiones visibles y continúa de esta manera hasta llegar a la mas alta dimensión – la dimensión del Ser Superior.
El uso de este símbolo se remonta en la historia a una antigua técnica de meditación Tibetana. Unos pocos maestros de meditación lo conocían y lo mantenían en secreto para acelerar su crecimiento. La práctica de la meditación tibetana tomaba lugar en una habitación iluminada con velas. En el centro de la habitación se encontraba una vasija grande de barro en forma ovalada, la cual simbolizaba el huevo cósmico del universo. La vasija se llenaba con agua y se colocaba en ella un banquillo en el cual estaba grabado en plata el símbolo Antahkarana.
Una pared de la habitación estaba cubierta de cobre pulido, el cual parecía espejo, y en la pared opuesta se colgaban tapices que mostraban los símbolos de sanación Reiki . Entonces un meditador Lama Tibetano se sentaba en el banquillo y veía fijamente las imágenes de los símbolos Reiki reflejadas en el espejo de cobre pulido. Esta meditación unía así el conocimiento interior del meditador con las energías trascendentales de los símbolos Reiki, en tanto el Antahkarana en el banquillo enfocaba las energías generadas y las hacía que fluyeran por todos los chakras y hacia la tierra. Los Tibetanos no son los creadores del símbolo, y no se cuenta con ninguna escritura acerca de su verdadero origen. Sin embargo, por percepción clarividente, Michelle Griffith ha logrado leer la historia psíquica del Antahkarana.
De acuerdo a Michelle, el símbolo fue entregado a los pobladores de la tierra durante los tiempos Lemurianos hace mas de 100,000 años, al mismo tiempo que el Reiki fue traído al mundo por el Espíritu Santo.
El Antahkarana fue creado por un consejo de Altos Maestros encargados de vigilar la evolución de la galaxia. Los Maestros vieron la necesidad de la gente de restablecer la conexión con el Ser Superior, y crearon el símbolo y lo impregnaron con un decreto de amor. Es el Ser Superior quien crea y guía los beneficios obtenidos por el uso del símbolo y por tanto es imposible usarse con fines negativos.
Instrucciones para el uso del símbolo
El Antahkarana es un símbolo especial que tiene su propio sentimiento interior. Trabaja directamente con tu aura y tus chakras, y su efecto sanador varía dependiendo de las necesidades de cada persona. Los símbolos pueden ponerse debajo de una mesa de masajes o de una silla, en la pared o sobre alguna zona del cuerpo que requiera sanación.
Meditación:
Nos sentamos muy cómodamente, aspiramos tres veces aire profundamente, y lo llevamos a nuestro plexo solar, inflando nuestro vientre, recorriendo con el nuestros órganos y nos vamos relajando, dejamos salir el aire muy despacio, aspiramos dos veces más, profundamente, llevando el aire a nuestro pecho y recorremos con el nuestros pulmones, nuestro corazón y nuestras vías respiratorias, y nos seguimos relajando, volvemos aspirar profundamente dos veces, y con cada respiración recorremos nuestros pies, nuestras piernas, dejamos salir el aire muy despacio y continuamos relajándonos, volvemos a tomar aire profundamente dos veces más, y lo enviamos a nuestros brazos, recorriendo cada articulación, soltamos el aire muy despacio y continuamos relajándonos, volvemos a inspirar y el aire que recibimos lo enviamos a nuestros hombros, lo hacemos recorrer nuestro cuello y nuestra cabeza y dejando salir el aire muy despacio entramos en total relajación. Ahora estamos listos para entreabrir nuestros ojos y los dirigimos hacia el símbolo del Antahkarana, nuestra mirada permanecerá fija y relajada en el centro del mismo, y continuamos respirando relajadamente, mantenemos la mirada suave el tiempo que más podamos, cada uno de nosotros recibirá al símbolo en su interior y lo fijara en su mente, dejándolo actuar, el nos conducirá a nuestros estados superiores, hasta alcanzar nuestro Yo Superior. Trataremos de mantenernos mirando un poco más de tiempo, ir repitiendo en intervalos cortos para lograr mantener la atención de los meditantes durante + – 10 minutos. A los que no puedan seguir con la meditación pedirles que cierren sus ojos y permanezcan en relajación hasta que todos terminen.
Ahora cerramos nuestros ojos, respiremos profundamente tres veces, y cuando estén preparados, abran despacio sus ojos. Fin de la meditación.

http://mariaarboleda-lacuartamorada.blogspot.com.br/2010/02/antahkarana-antiguo-simbolo-de-sanacion.html?spref=fb

29.11.11

*.* Outros símbolos


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harmonia e comunhão palavras. comunhão vem da palavra sangha ou uma comunidade. comunhão acontece em nada. quando um mestre se senta no vazio e no nada todos os partcipants começa a se mover ao redor. Se você é como colocar um ímã e colocar pinos de ferro ao redor. pinos os movimentos com o movimento do ímã. o mestre é conectado com a fonte ou deus com hara centro e creats um Buddhafield e todos os partcipants também se conecta com o seu hara ou segundo chakra com fonte ou existance.now eles trabalham para o propósito divino. eles não têm as suas próprias agenda.greed prsonel, competion.and ego, eles são apenas puupet nas mãos de existência e este partcipation é totalmente diferente, então a participação em nosso local de trabalho chamado ou no escritório ou em lojas. onde o trabalho peole para o nome, fama e ganância livelyhood cada corpo ter a sua agenda pessoal e objetivos próprios. . e eles têm tanta competência ção para cumprir seu ego. e é por isso que não podemos desfrutar em escritórios e em nossas casas. porque todos têm os seus próprios sonhos e propósito. e como é que eles vivem e trabalham juntos. e é por isso que não há harmonia e comunhão nesses lugares. mas eles trabalham lá becuse eles não sabem a comunhão. e participação. e você nunca vai se sentir vontade, amor e unidade no local de trabalho. e não vai sentir a sensação de em casa no house.home seu chamado é o lugar onde o coração está. quatro paredes de um palácio não é uma casa se ​​não houver competição, inveja e viagens ego. agora alguns terapeuta no oeste ensinar este tipo de participação em multinacionais companies.The repreent dorje tibetano este partcipation e comunhão. quando você está centrado e aterrado você pode sentir uma corda como coisa entre seu umbigo e do céu e do núcleo e do thi earth.once centralização acontece, você sente reall y aterrada e muito confiante. existe um templo em goa apenas na praia seu nome taleswar templo de Shiva. é só na praia no nível zero de altura. tal significa terreno em hindi. você pode sentir essa centragem e de aterramento neste templo.
quatro pétalas de dorje representam participantes e reprsent mestre ou centro do vazio ou nothingness.very interstingly a ação para a criatividade vem de este nada. geralmente pensamos e então agir. e um pensamento significa mente. trabalho tão comum não é uma criatividade. mas quando a ação que vem do vazio ou o nada, então é a criatividade. aqui você é apenas um veículo para o divino para menifest sem o seu ego e sem julgamento ou pastexperinces é uma resposta a uma situação. no trabalho ordinário ou ação que tomamos decisões com nossos experinces passado, é uma reação. não é fresco. mas as coisas estão mudando, as pessoas estão mudando everymoment. então como podemos tomar uma decisão com base em experinces passado que é a mente. passado ou futuro pertence à mente. e espaço thoghtless pertence ao presente ou verdade .. na criatividade. não há mente envolvidos, que está livre de qualquer julgamento. ou mente.

2.9.11

[ } Símbolos

 
O cosmo gira, as galáxias giram, o sistema planetária gira, a terra em seus movimentos de translação e rotação, todo o universo gira em círculos.
Símbolo da eternidade. Símbolo arquetipal da totalidade, integralidade, junto com a esfera significa proteção, significa o dinamismo psíquico, o mundo manifestado.
É o símbolo da perfeição, daquilo que começa e acaba em si mesmo, da unidade, do infinito e do absoluto. Em muitos casos, são atribuídos aos círculos certos poderes mágicos, de proteção contra os seres maléficos e as vibrações negativas. É utilizado em muitas práticas de magias e nos rituais de iniciação. 

Além do circulo, o quadrado também é encontrado nos desenhos das mandalas de vários povos, principalmente dos tibetanos. Por este motivo, é importante que possamos compreender um pouco sobre o seu significado. O quadrado, segundo alguns pesquisadores, é um dos símbolos mais usados, por ter uma representação precisa e uma significação arquetípica.

O quadrado é uma figura que em muitas ilustrações aparece envolvendo todo o desenho da mandala. É uma forma rica em arestas, pode ser associado ao domínio da racionalidade, da impessoalidade e da neutralidade. Por sua figura angulosa e contrastante é a forma mais ligada ao mundo tridimensional, ao plano objetivo. O quadrado agrega significados como firmeza, organização, solidez, sobriedade, repouso, passividade, estrutura, estabilidade, ordem etc. O quadrado associa-se ao pensamento cartesiano, analítico. Indica frieza, precisão, cálculo, perfeição matemática.

Muitas pessoas se identificam com essas características. Quando uma pessoa é excessivamente formal e conservadora, dizemos que ela é “quadrada”. Este é considerado o símbolo primitivo do objeto, da proteção, da propriedade, da moradia, do que está delimitado no espaço – daquilo que guarda e retém – do espaço fechado. Pode ser relacionado com aspectos da masculinidade. Enquanto que o círculo é a imagem do tempo, por significar movimento, o espaço é a imagem do quadrado, por representar inércia, limite e o mundo físico. Enquanto a cruz representa a forma dotada de vida e atividade, como o corpo físico com uma alma ou ânima (aquilo que anima), o quadrado representa a forma inerte, fechada em si mesma, sem vida e espacial em sua essência.

Quadrado simboliza uma interrupção do movimento, ou interrupções sucessivas. Seus quatro ângulos indicam uma descontinuidade no fluxo. A fluidez livre e sem interrupções está associada ao círculo, e o contrário é atribuído ao quadrado. Enquanto o círculo está associado ao incorpóreo e ao imaterial, o quadrado está estreitamente ligado ao corpóreo e ao material. Altares, templos, cidades, ruas são exemplos de estruturas que têm utilidade para o ser humano.

É o símbolo da terra (quadrado) em oposição ao céu (círculo). É o universo criado, manifestado. Enquanto o céu simboliza o incriado, o imanifesto. Platão considerava o quadrado e o círculo, por serem figuras universais ligadas ao mundo das idéias perfeitas, como contendo o belo por si mesmos. De acordo com o pensamento de Platão, o quaternário relaciona-se com a materialização das idéias. A materialização exprime a criação dos fenômenos do mundo que ocorrem no espaço. Ele está associado à matéria e a criação de formas imperfeitas, condicionadas ao mundo material, diferente das Formas Perfeitas, da qual o quadrado é uma expressão física.

Algumas Ordens esotéricas têm no quadrado um simbolismo que se relaciona com a atuação no mundo sensório-físico. Por isso, dentro do templo sagrado dessas organizações, os adeptos devem caminhar sempre seguindo em ângulos de 90o, que é a angulação constitucional do quadrado. O motivo deste rito é expressar a ordem que devemos buscar no trato com o mundo.


Considerado por alguns estudiosos como um dos quatro símbolos fundamentais, juntamente com o círculo, o triângulo e o quadrado. Símbolo clássico da tradição espiritual de todos os tempos, a idéia de centro evoca um significado de muito valor do ponto de vista arquetípico.
O centro é, antes de tudo, o início, a origem, o ponto de partida de todas as coisas. Um ponto sem forma, dimensões, invisível e imóvel. A única imagem da Unidade Primordial. Diz-se que todo o Universo veio de um ponto. Encontramos também na noção moderna do Big Bang da Física, a idéia de um centro concentrado de energia potencial de onde o Universo teria sido originado a partir de uma explosão.
A sabedoria Hermética proclama que: “Deus é uma esfera cujo centro está em toda parte e a circunferência em parte alguma.” Significa que a divindade encontra-se no centro invisível do ser, além de abranger todas as coisas. Os antigos explicavam que da Unidade Primordial representada como o centro de tudo é de onde nascem todos os “números”, que neste caso possuem um sentido não apenas quantitativo, mas qualitativo, no sentido da expansão da própria natureza divina.
O centro produz a emanação da divindade, criando o conjunto de todos os seres e de todos os estados de existência que constituem a manifestação universal. É a passagem do imanifesto para o manifesto, do infinito para o finito, do invisível para o visível. O centro não está encerrado apenas no espaço, não se prende a este, mas é uma medida além que evoca a própria condição íntima do ser, para onde tudo converge e e tudo se expande.
 

Para melhor compreender o motivo pelo qual a mandala pode ser considerada um símbolo universal, verificaremos que seu desenho, apesar de muitas vezes ser inscrito dentro de um quadrado, é formada basicamente por um círculo. O círculo, sabem todos aqueles que são versados nas mais diferentes correntes de pensamento místico, sempre foi considerado, em todas as épocas, como o símbolo da totalidade original do Universo. Mas não apenas a totalidade universal, como também todos os atributos que acompanham o Todo ou o absoluto, como a perfeição, o infinito, o ilimitado, o atemporal, o inespacial, a completude, a inteireza, etc.

Esse Todo, ou o próprio absoluto, só pode ser Um, e esse Um sempre foi representado, em todas as épocas, pelo círculo. O círculo é uma das figuras geométricas principais, que contém rico simbolismo, assim como o são o ponto (círculo em miniatura), o quadrado, o triângulo e a cruz. Todas essas figuras contém um significado qualitativo e filosófico, que expressa leis de caráter universalista, não estando restritos a suas facetas meramente calculistas.

Dentre as figuras geométricas com caráter universal, que como dissemos expressam leis e princípios absolutos, está a figura do ponto. Consideramos o ponto como um circulo em miniatura, pois se observarmos o ponto mais de perto, veremos que ele é na realidade um circulo. Sendo assim, em muitas correntes, o ponto sempre foi visto como uma expressão do circulo em menor grau, ou como um círculo em miniatura. Ou podemos igualmente considerar o círculo como um ponto estendido. Portanto, o ponto também participa da perfeição do circulo e possui um simbolismo equivalente. Para melhor entender esta significação, visualizemos uma pessoa andando e se afastando de nós até que nós a tenhamos perdido de vista. Antes de ela desaparecer de nossa visão, nós a veremos distante com a forma de um ponto. Inversamente, quando ela se aproxima de nós bem de longe, a primeira forma que vemos dela é igualmente a de um ponto. Este exemplo ilustra a significação que o simbolismo do ponto tem para os místicos. Antes de algo se manifestar numa forma visível e compreensível, ele possuía apenas o formato de um ponto. O ponto é, portanto, o símbolo da manifestação do imanifestado. Da passagem do latente para o manifesto, ou o símbolo transição da potência ao ato, ou ainda, do amorfo para aquilo que tem uma forma e um conteúdo.

Voltemos agora ao simbolismo do círculo. Dissemos que o circulo simboliza a totalidade original. Mais do que isso, ele representa os atributos da divindade ou do absoluto. Estes são, como já dissemos, unidade, perfeição, harmonia, universalidade, infinito, etc. Ou seja, todas as qualidades que admitimos para o plano do absoluto. Em um outro nível de interpretação, o próprio céu torna-se um símbolo. Não o céu físico, mas o céu como representação da periodicidade perfeita e ritmada da natureza. O céu foi percebido, em muitas gerações diferentes na antiguidade, como o local mais próximo da perfeição que existia. Conseqüentemente, o céu estava bem próximo de Deus, ou da Ordem Primordial (Cosmos) que regulava todas as atividades do Universo. Enquanto a terra era o local da imprevisibilidade, da decadência, do perecível, da geração e da mudança, o céu, por sua vez, parecia dotado de uma regularidade pura e de luminosa beleza, onde tudo estava em perfeita harmonia com tudo e todos os fenômenos se encadeavam num perfeito movimento. Do céu emanava uma ordem diferente e superior, que sugeria a própria eternidade e a perfeição de leis inalteráveis. Tanto que os eventos celestes mais significativos eram indicadores de correspondências com eventos terrestres, de modo que a manifestação dos fenômenos na terra obedecessem inevitavelmente a uma ordenação direta do mundo celestial. Por este motivo, o céu sempre foi percebido como a fonte de toda a perfeição, harmonia e luminosidade próprias do plano divino. Desse modo, existiu uma associação direta entre o circulo e o céu ou plano celestial.

O céu é aqui entendido como um estado ou condição onde se expressam livremente essas qualidades divinas. É, com efeito, o símbolo do mundo espiritual, invisível, imaterial e transcendente. O circulo portanto simboliza o céu cósmico, onde existe harmonia, ordenação, grandeza, imutabilidade, continuidade. Aqueles que conseguem atingir um nível de consciência que está aqui representado pelo “céu” estão, como dizem alguns, diante da consciência do circulo universal ou da Inteligência Cósmica. Nesse sentido, pergunta Plotino:

Por que o céu se move com movimento circular? Por que ele imita a inteligência.

Em suas relações com a terra, o círculo encontra-se estreitamente ligado às manifestações circulares e periódicas da natureza. Isso se expressa pelo eterno ciclo contínuo natural, os ciclos cósmicos e os ciclos terrenos. É a atividade do céu na terra, ou a maior manifestação da perfeição na imperfeição, que é a circularidade do conjunto do Universo. Este movimento circular natural é perfeito, imutável, sem começo e nem fim.

Temos como exemplo,o dia e a noite (movimento de rotação da terra), as estações (movimento circular que o planeta faz ao redor do sol), o ciclo da água, etc. E num nível humano, temos, por exemplo, as batidas do coração, nascimento e morte das células, a digestão, a respiração e todas as funções orgânicas, pois tudo no corpo humano só funciona obedecendo a um ritmo preciso e matemático. Isso está perfeitamente expresso no Caibalion, onde vemos enunciado o chamado Princípio do Ritmo. Este princípio está na base dos ciclos, que provém diretamente do coração do significado universal do circulo:

“Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés;  tudo sobe e desce, tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda, o ritmo é a compensação.”

Nesse sentido, o circulo também expressa o movimento, o devir eterno e perpetuo da natureza. O movimento sem origem e infinito, que nunca teve um início. Porém, é preciso que haja algo que produza esse movimento, mas este não pode ser, ele mesmo, movimento.

Nesse sentido, Aristóteles fala do “Eterno e perpétuo motor cósmico”, que gerava todo o movimento do mundo e este tinha a capacidade de imitar a essência do Grande Motor. Vejamos o que Marcelo Gleiser, em seu livro “A Dança do Universo” nos fala desta idéia em Aristóteles:

“Ao postular a existência do éter, Aristóteles efetivamente dividiu o Universo em dois domínios, o sublunar, onde o movimento ´natural’ era linear e os fenômenos naturais, que envolviam mudanças e transformações materiais, eram possíveis, ou seja, o domínio do devir, e o celeste, onde o movimento ´natural’ era circular e nada podia mudar, o domínio imutável do ser. Sem duvida, se você quiser descrever ´movimento sem mudança’, nada melhor do que o movimento circular, já que sempre retorna ao seu ponto de partida. Envolvendo a esfera das estrelas fixas, Aristóteles postulou a existência de uma outra esfera, geradora primária de todo movimento do cosmo, a esfera do “Movedor Imóvel”, o Ser que de certa forma sustenta todo o Universo.”[os grifos são meus] (Marcelo Gleiser, pág. 74 e 75)

A idéia expressa por Aristóteles do Motor imóvel nos lembra uma metáfora muito interessante que explicaremos aqui. Segundo Aristóteles, o centro imóvel de todas as coisas é aquilo que produz todo o movimento do Universo. Nesse sentido, deve existir um centro produtor de movimento, mas esse centro deve ser, necessariamente, imóvel, pois aquilo que é móvel não pode ser a causa do movimento. Todo movimento vem de uma causa, e a causa de todo o movimento é algo que, em essência, é imóvel. Para que isso fique melhor compreendido, vejamos a seguinte metáfora. Visualizemos uma roda de carroça, de gira incessantemente ao longo de um percurso qualquer. Consideremos por um momento que essa roda seja a esfera do “movedor imóvel” tal como Aristóteles afirmava. Podemos verificar que o movimento dessa roda percorre um espaço maior conforme a sua distância do centro. Dessa forma, quanto mais distante do centro estiver um ponto qualquer situado na roda, mais ele percorrerá um espaço e conseqüentemente, mais movimento ele terá.

Se invertermos a situação, veremos que quanto mais próximo do centro da roda estiver um ponto qualquer, menos espaço ele percorrerá e menos movimento ele terá. Se formos identificando pontos mais e mais próximos do centro, veremos que o movimento vai diminuindo cada vez mais, até se tornar quase desprezível. Nesse momento, podemos dizer que no centro absoluto da roda, que só pode ser conhecido num plano ideal, reside um ponto infinitesimal sem qualquer movimento. Esse ponto ou centro de movimento zero seria, portanto, a condição imóvel de onde se produz todo o movimento da roda. E justamente pela sua condição de imobilidade e ausência de movimento, é que se permite a existência do movimento inteiro e constante da roda. Nesse sentido, podemos imaginar que todo o movimento giratório contínuo da roda só existe devido a esse centro imóvel que serve como referencia primordial do seu movimento completo. A partir dessas considerações, podemos dizer que é em decorrência do centro do “movedor imóvel” que todo o restante do movimento tem a sua manifestação. Considerando aquilo que dissemos sobre o simbolismo do circulo como implicando o movimento periódico e cíclico da natureza e também considerando aquilo que dissemos a respeito do ponto como o início de toda a manifestação, fica mais claro compreendermos como o ponto, sendo a passagem do imanifesto ao manifesto, ou da potência ao ato, pode produzir o movimento contínuo e perpétuo da natureza.

Vejamos agora a expressão do simbolismo do circulo em diversas culturas e por pesquisadores diferentes. Dionísio o Aeropagita descreveu as relações da Criação com o Criador:

“No centro do círculo todos os raios coexistem numa única unidade, e um ponto único contém em si todas as linhas retas, unitariamente unificadas em relação às outras e todas juntas em relação ao principio único do qual todas elas procedem. No próprio centro, sua unidade é perfeita; se elas se afastarem um pouco do centro, distinguem-se pouco; se se separarem ainda mais, distinguem-se melhor. Em resumo,  na medida em que estão mais próximas do centro, mais íntima se torna sua união mutua; na medida em que estão mais afastadas do centro, aumenta a diferença entre elas.”

O círculo não é esta totalidade, mas sua representante no mundo físico, assim ensinava Platão. Platão diz que as formas(eidos) têm uma realidade que vai além do mundo físico devido a sua perfeição e estabilidade. Em grego, a palavra para “forma” tem o mesmo sentido que “idéia”. O mundo físico se parece com as formas, mas devido a constantes mudanças inerentes a natureza dele, nunca se chega a essa perfeição. Platão nos fornece um exemplo em que utiliza o circulo para explicar a relação entre o Mundo das Formas Perfeitas e o mundo manifesto. Devido ao mundo das formas temos a concepção de um círculo perfeito – totalmente redondo, composto de uma série de pontos que apresentam exatamente a mesma distancia do ponto central. No mundo físico essa figura jamais pode ser vista, porque os círculos nunca podem ser desenhados com perfeição. Nesse sentido, o circulo existe no Mundo das Idéias e é eterno e imutável. Para Platão, este circulo só pode ser conhecido pela Razão, e nunca pela experiência sensível. Portanto, o que vemos é apenas um reflexo imperfeito de uma Forma Perfeita, que está diretamente ligada a um Pensamento Original de Deus, no momento em que ele concebeu o conjunto da Criação. A este respeito, escreveu Platão:

“Acaso não sabeis que (os geômetras) utilizam as formas visíveis e falam delas, embora não se trate delas, mas destas coisas de que são um reflexo, e estudam o quadrado em si e a diagonal em si, e não a imagem deles que desenham? E assim sucessivamente em todos os casos… O que realmente procuram é poder vislumbrar estas realidades que apenas podem ser contempladas pela mente.”(Platão, A República)

Platão, além do bem conhecido “Mito da Caverna”, criou outros mitos ao longo de sua vida. Um desses mitos fala sobre a existência, num passado remoto, dos chamados “Homens redondos”. Originalmente, a humanidade era habitada por seres esféricos. Eles eram filhos do sol, da lua e da Terra. Esses seres não andavam, mas rodavam para se movimentar a outros lugares. Eram tão completas devido a sua forma circular que resolveram subir ao céu e desafiar os deuses. Zeus, como punição de tal rebeldia, divide-os em duas partes, cortando-os ao meio. Zeus ainda alertou os seres já cortados de que se eles voltarem a desafiar os deuses, devido ao seu orgulho, mais cortes seriam realizados, e eles ficariam ainda mais limitados. Esse mito nos inspira a considerar que Platão conhecia bem a simbolismo do circulo como representando a totalidade da consciência e uma condição de perfeição dos seres. Quando os seres redondos resolveram ir além e desafiar os deuses, ou seja, resolveram admitir que eram verdadeiramente deuses e quiseram observar diretamente sua condição divina, eles foram cortados ao meio. Criou-se então, o sujeito e o objeto; o observador e o observado. Foi quando “Deus quis ver a face de Deus” e criou-se dois deuses a partir de um, ou duas realidades diferentes a partir de uma única realidade. Na Cabala há uma frase que diz algo parecido: “A Criação é um espelho onde Deus contempla eternamente sua própria imagem”. Isso não é o mesmo que dizer que o Um se desdobra do próprio Um para formar o Dois, mas sim que o Um se reconhece como Um e partir dessa percepção de si mesmo, ele cria algo externo a ele.

Quando jogamos uma pedra no lago veremos a formação de círculos concêntricos se estendendo de um ponto central e se propagando indefinidamente. A água serve de veiculo para a energia que veio da pedra. Porque esse choque com a água gera uma forma circular e não outro tipo de forma? Quando uma bolha de ar se forma na água, ela sempre, invariavelmente, se constituirá na forma de um meio círculo. Ela retém o ar em forma de circulo e pode ficar um tempo nesse formato até posteriormente estourar. Porque o ar com a água depois de um atrito formam um circulo e não um outro formato? Porque o circulo é a forma mais perfeita de propagação de uma energia no espaço. Antes do ar estourar dentro da bolha, o limite perfeito entre a manutenção da forma e sua destruição é a forma circular.

Vamos imaginar por um momento, de forma hipotética, que estamos no centro de um circulo metálico fechado, que estamos sem corpo físico e dispomos apenas de nossa visão. Imagine que você está olhando fixamente para o que existe à sua frente. Você estará vendo o metal e distinguindo sua cor. Se você deslocar sua visão para outros pontos da esfera, verá sempre o metal, mas não poderá distinguir a sua forma, pois todos os pontos do circulo são idênticos entre si. O que ocorre nesse caso? Você não saberá que está em um espaço, pois todos os espaços se equivalem e são idênticos entre si. Além disso, você poderá não perceber que em um dado momento olha para um lugar e em outro momento olha para outro lugar, pois não há diferença entre um e outro. Logo, você também não perceberá a passagem do tempo, pois não haverá sucessão de fenômenos que sejam percebidos como diferentes. O único processo que sobra nesse momento é nossa consciência. Nossa consciência passa perceber a si mesma como uma unidade indissociável de tudo o que percebe e de tudo o que é. Não há espaço, pois tudo se equivale dentro de um circulo e não há tempo, pois não há entre coisa alguma para que observemos uma sucessão temporal de coisas separadas que vem e vão. Através desse nosso experimento observamos que o círculo, pela perfeição de uma equivalência entre suas partes – quando nos situamos no seu centro – pode nos fazer perceber uma Unidade de tudo. Nenhuma outra forma no mundo pode suscitar essa visão da unidade como o círculo. Por esse motivo o circulo sempre foi associado à Unidade e a Perfeição na antiguidade. Esse exemplo hipotético apenas ilustra de um modo simples como o circulo é uma forma perfeita, e quando nos situamos no centro do circulo, é como se estivéssemos no centro do Cosmos participando da harmonia, da completude e da perfeição de Deus.

No Islamismo e no Sufismo, a forma circular é considerada a mais perfeita de todas as formas. Alguns poetas Sufis chegam a dizer que o círculo formado pela abertura da boca é a mais bela de todas as formas, porque é inteiramente redonda.

A Maçonaria é conhecida por ser uma Sociedade Secreta que preserva um ensinamento iniciático durante alguns séculos. Alguns maçons atribuem a origem de sua Ordem a construção do Templo de Salomão. Assim como as pirâmides do Egito, o Templo de Salomão é o que podemos chamar de uma “bíblia em pedra”, ou seja, sua construção arquitetônica transmite uma sabedoria a respeito dos princípios e leis universais através das formas geométricas simbólicas com a qual ela foi construída. Outros falam de uma origem mais recente, que veio com a herança da sabedoria da Ordem dos Templários. A palavra maçom significa “construtor” ou “pedreiro”. Há algumas interpretações que atribuem a origem do nome Franco-maçom a derivação das palavras egípcias Phree Messen, que significam “Filhos da Luz”. Apesar dessas controvérsias, a Maçonaria é uma sociedade que se estabeleceu com o ideal da construção de um novo mundo, no sentido dos termos Liberdade, Igualdade e Fraternidade. A despeito de tudo, sabemos que um dos principais símbolos da maçonaria é o compasso. Este instrumento de medida serve para traçar círculos com medidas exatas de tamanho e proporção. Dentre outras interpretações, sabendo-se que o circulo representa a perfeição na imperfeição,  aquele que usa o compasso está criando medidas divinas de perfeição e harmonia  dentro do mundo da dualidade e da forma. Assim, os maçons seriam os arquitetos menores que ajudam a construir um reino de perfeição na Terra. Eles seriam os encarregados de expressar a harmonia do Grande Arquiteto do Universo num mundo de formas e de limites.

Na China, o compasso e o esquadro são respectivamente o símbolo do céu e da terra. O esquadro traça o quadrado, que representa o mundo tridimensional e objetivo. A interação entre compasso e esquadro é a harmonia entre o céu e a terra, e aqueles que usam esses instrumentos são considerados os mediadores entre ambos. A expressão compasso e esquadro(kuei-kin) indica a boa ordem, as boas normas e a harmonia da complementação dos opostos céu e terra.

Há uma pintura famosa da época da Renascença que é sugestiva de uma correlação entre Homem e totalidade, envolvendo o simbolismo do círculo. O Homem Vitruviano de Leonardo DaVinci é considerado um símbolo da Renascença, pois agrega todo o ideário renascentista do surgimento do antropocentrismo, ou do “Homem como a medida de todas as coisas”. Essa famosa pintura mostra uma figura masculina sem roupa separadamente e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos em um circulo e em um quadrado.

ssa pintura tem medidas de proporções muito significativas. A cabeça é do tamanho de um décimo da altura total. Algumas vezes o desenho e o texto são chamados de Cânone das Proporções. As posições com os braços e os pés em forma de cruz é inscrita acompanhando a posição do quadrado. Já a posição dos braços e das pernas, que estão acima e parecem estar em movimento, são desenhados acompanhando a forma do círculo. Temos uma perfeita representação do Homem dentro de uma Mandala sob uma perspectiva de universalidade. O quadrado desenhado e a forma do homem imitando uma cruz parecem estar parados e fixos no chão. Já o Homem inscrito dentro do circulo, parece estar fora do chão e sua posição nos dá a impressão de movimento. Nesse sentido, o quadrado implica a estabilidade e o circulo o movimento e a dinâmica. Podemos observar que, a despeito do movimento, o umbigo do homem permanece imóvel. O Umbigo, que é o verdadeiro centro de gravidade, é o ponto central do homem que está posicionado precisa e matematicamente no centro do círculo. O desenho também é considerado freqüentemente como um símbolo da simetria básica do corpo humano e das proporções matemáticas do ser humano perante o Universo.

Outra maneira bastante conhecida dentro do misticismo onde se aplica o simbolismo do circulo é aquilo que os Buddhistas e Hinduístas chamam de a “roda do samsara”. A Roda do Samsara é a condição de nascimento e morte a que todas as coisas estão sujeitas.

 
A cruz constitui um capítulo à parte da simbologia gráfica. Símbolo extremamente antigo e de caráter universal, a cruz pode ser encontrada em um número muito grande de variações sobre seu tema. Mas o modelo básico é sempre a interseção de dois segmentos retos, um vertical e o outro horizontal.
 
O significado arquetipal do símbolo da cruz é sempre o da conjunção dos opostos: o eixo vertical (masculino) com o eixo horizontal (feminino); o positivo com o negativo; o homem com a mulher; o superior com o inferior; o tempo com o espaço; o ativo com o passivo; o Sol com a Lua; a vida com a morte; Espírito e matéria, etc.
 
A união dos opostos é a idéia central contida na simbologia da crucificação de Cristo, e a razão pela qual a cruz foi escolhida como emblema magno do cristianismo. O sentido básico da crucificação é o de experienciar a essência do antagonismo, uma idéia que reside na própria raiz da existência, já que tudo no universo (e no homem) nasce e se desenvolve a partir do choque doloroso de forças antagônicas.
 
A cruz tem um significado religioso e esotérico para povos tão distintos e tão distantes como os fenícios, persas, etruscos, romanos, egípcios, celtas, peruanos, mexicanos e os indígenas da América Central e do Norte.
 
A teosofia explica o sentido místico da cruz como sendo originário do dualismo andrógino presente em todas as manifestações da natureza. A cruz significa, assim, a idéia do homem regenerado, aquele que conseguiu integrar harmoniosamente as suas duas partes e que, "crucificado" como mortal, como homem de carne com suas paixões, renasce como imortal.
 
Na simbologia rosacruz, cruz ocupa posição proeminente. Aqui ela simboliza os quatro reinos da natureza. O reino mineral anima a todas as substâncias químicas, de maneira que a cruz feita de qualquer material é símbolo desse reino. O madeiro inferior da cruz representa o reino vegetal, porque, esotericamente, as correntes dos espíritos-grupos que dão vida às plantas provêm do centro da Terra. O madeiro superior simboliza o homem, porque as correntes vitais que animam o ser humano descem do Sol e impregnam o planeta Terra. O madeiro horizontal simboliza o reino animal, que se encontra entre os reinos vegetal e humano, com a sua coluna vertebral na posição horizontal.
 
O estudioso Cirlot, uma das maiores autoridades mundiais em símbolos, explica também que a cruz, como o símbolo da "Árvore da Vida", funciona como emblema do "eixo do mundo". Situada no centro ou coração místico do cosmos, a cruz transforma-se, simbolicamente, na ponte ou escada através da qual a alma pode chegar a Deus. A cruz afirma assim a relação básica entre o mundo celestial e o terreno. Em outras palavras, é através da experiência da crucificação (o conhecimento vivenciado dos opostos) que se chega ao centro de si mesmo (a iluminação).
Carl Jung comenta também que, em algumas tradições, a cruz é símbolo do fogo e dos sofrimentos da vida. Tal concepção parece ter origem no fato de que os dois eixos da cruz estão associados com os dois bastões de madeira que o homem primitivo usava para produzir o fogo, esfregando um no outro até produzir combustão. Um dos bastões era considerado masculino, e o outro, feminino.
 
CÍRCULO COM TRIÂNGULO EM SEU INTERIOR - simboliza o ternário divino, ou o princípio espiritual dentro do todo, do universo (que é o círculo).
 
CÍRCULO COM QUADRADO EM SEU INTERIOR - simboliza o princípio material, ou quaternário, dentro da totalidade, do universo.
 
CÍRCULO COM CRUZ NO SEU INTERIOR - formado pelo círculo e por duas retas, uma vertical e outra horizontal, que se cruzam, dividindo o círculo em quatro partes iguais, é o símbolo do momento inicial da criação, quando o princípio masculino impregna o feminino.

CÍRCULO DIVIDIDO - formado pelo círculo, cortado, horizontalmente, por uma reta que o divide em duas partes iguais, simboliza a primeira divisão do princípio divino, em duas polaridades opostas e que se complementam: uma ativa (masculina) e outra passiva (feminina). 

CÍRCULO MÁGICO - Dois círculos concêntricos, com desenhos geométricos, sinais, com uma estrela no meio mágicos, dentro do círculo, é uma ferramenta mágica de comunicação entre os dois planos, servindo como evocação, proteção e portal de acesso com o astral. Os pontos traçados da umbanda e do candomblé são exemplos típicos.

O círculo também está presente num importante símbolo da alquimia, o da Pedra Filosofal.
Nesse, há as figuras de um homem e de uma mulher --- representando a eternidade --- dentro de um círculo, inscrito num quadrado,que, por sua vez, se inscreve num triângulo, estando, todo o conjunto, incluído num círculo maior. O símbolo, para a alquimia oculta, simboliza a transmutação do quaternário inferior (quadrado) no ternário divino (triângulo), superior ao Homem. 
Não se considera como um símbolo o chamado "Círculo Mágico", usado, obviamente, em operações de magia. Essa figura é formada por um círculo, no qual se inscrevem um triângulo, um quadrado e uma estrela de cinco pontas, sendo traçada no solo e tendo, como finalidade, proteger o evocador dos ataques das potências malignas invocadas.

Em Maçonaria, o Círculo é um símbolo muito importante e também representa o Universo, o Cosmo, a Totalidade. Mas, nela, existem as variações, ou as figuras compostas: 

O Círculo entre Paralelas Tangenciais e Verticais é também importante símbolo maçônico e, como essas paralelas representam os trópicos de Câncer e de Capricórnio, a figura mostra que o Sol não transpõe os trópicos e recorda, ao maçom, que as concepções metafísicas e a consciência religiosa de cada obreiro são de foro íntimo e, portanto, invioláveis. 

O Círculo com Ponto do Meio, também é, como ensinamento maçônico, importantíssimo, pois o ponto no centro do círculo representa um local estático: quando uma roda (círculo) gira, todas as suas partes movem-se, com exceção do ponto central, que fica estático.
Ele é, assim, o local de menor turbulência, de menor agitação (alguns o assimilam, inclusive, à Câmara do Meio, o que é um raciocínio forçado). É o centro, onde a inteligência é iluminada pela Luz da Verdade e onde se encontram os verdadeiros Mestres, que, depois do estudo e da profunda meditação, podem melhor compreender os mistérios da Natureza.
Sendo o ponto de nula turbulência, onde, simbolicamente, não reinam as paixões humanas, é onde o Mestre tem a lucidez necessária para evitar os erros e as falhas humanas. 

O Círculo com o Triângulo no centro, que simboliza o princípio espiritual dentro da totalidade, e o Círculo com o Quadrado no centro, simbolizando o princípio material dentro do todo, também podem ser encontrados em alguns Altos Graus maçônicos. 

Deve-se considerar também o Círculo onde se inscreve o Triplo Tau, próprio do Real Arco do Emulation, onde alguns autores vêm o símbolo da cruz, segundo o esoterismo cristão.






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Esses sete Arcanjos ou Vibrações/Consciências das dimensões Unificadas do Pai, por intermédio de suas radiações e efusões, canalizadas da Fonte, tem o papel de:

Informar sobre a expressão da nova manifestação em conscientização,
Ordenar, vitalizar esses novos cenários,
Assistir as consciências de um dado plano a se transladar em outro plano.
Esses sete Arcanjos são ditos «essenciais» no sentido em que eles intervem mais especificamente quando de toda transição dimensional.
Eles nos acompanham portanto, particularmente, hoje.
Durante o estágio “Arcanjos” em maio último, fomos comunicados de certas chaves de contato vibratório que facilitam a aproximação com cada um desses Arcanjos Essenciais, a recepção de sua efusão e a integração de suas especifidades.
ANAËL nos solicitou divulgar amplamente uma dessas chaves: o Selo Arcangélico.

Os Selos Arcangélicos são as matrizes de forma, inscritas no éter, que precedem a radiação. Eles instalam a  forma vibratória própícia ao contato consciente com os Arcanjos. Permitem, também,  «elevar em cadeia» as portas de acesso aos multiuniversos do Pai. 
Na prática …

Convém traçar o Selo com uma tinta azul ou violeta, respeitando as proporções indicadas. (Os esquemas explicativos tem um formato que apresenta um problema de adaptação às restrições técnicas do site que ainda não resolvemos. Apesar de tudo, preferimos divulgar desde agora essas informações. O texto explicativo ajudará no respeito às proporções, que é fundamentel.)
Em seguida, vocês podem aplicar esse Selo, a face do desenho contra um cristal de rocha, de qualquer natureza que seja e meditar tendo o cristal na mão dominante.
Vocês podem também aplicar diretamente esse Selo sobre um centro energético.
Utilizem-o, tambem e sobretudo, em função do que pode ser o revelador de laços específicos com tal ou tal Arcanjo.
Sigam portanto suas intuições, seus sentidos, as sincronicidades colocadas sobre seu caminho pelos Arcanjos, para esta “prática” …
O SELO DE MIGUEL

Luz – Luz contra Sombra: Miguel anuncia Cristo em Si e desconstrói os esquemas desatualizados de vida nas consciências dissociadas. 
Como traçar esse selo:


O triângulo verde, ponta para baixo, é equilátero. Os pequenos círculos em cada ponta do triângulo tem o diâmetro de 1/10 do comprimento de um lado do triângulo. A cruz situa-se ao centro do triângulo. O traço vertical (em amarelo) corresponde à metade de um lado do triângulo verde. O braço horizontal da cruz é igual a ¼ de um lado do triângulo verde.




O SELO DE MÉTATRON

Construção da Forma: Príncipe dos Arcanjos, Ordenador e Agenciador da Forma, Efusor e Construtor da nova dimensão de vida, sua radiação é a última a se colocar no trabalho. Com efeito, estando ao mais próximo do Pai, ele não pode impulsionar sua função senão na última etapa transformadora.

Como traçar esse selo:


Traçar uma estrela de 6 pontas. (Dica: para obter uma estrela de seis pontas, trace um círculo, conserve o raio e coloque-o sobre o perímetro do círculo seis vezes. Em seguida, ligue um ponto sobre dois outro). O traço em amarelo corresponde à metade de um dos lados de um triângulo de estrela (quer dizer, a metade do lado traçado em verde). O retorno traçado em vermelho é igual à metade do traço amarelo ou a ¼ do lado do triângulo verde. Os braços longos (em amarelo) estão no alinhamento da bissetriz do ângulo do triângulo correspondente.




O SELO DE JOFIEL

Revelação / Conscientização da Luz: Jofiel é o Arcanjo da Luz e do Conhecimento. Sua função é descobrir os planos dimensionais. Ele permite a conexão consciente com o Anjo Guardião e a Fonte.

Como traçar esse selo:


Traçar um círculo de raio 1/1 (círculo em azul, raio em vermelho). Fazer um ponto em seu centro. Os braços verticais das flexas correspondem ao raio do círculo. Eles dividem o círculo em quatro parte iguais. O retorno (em amarelo) é perpendicular ao braço vertical e mede meio raio. O triângulo equilátero em verde é colocado no pequeno retorno pelo meio de sua base. Os lados do triângulo correspondem a 1/5 do raio do círculo.





O SELO DE RAFAEL

Reparação: Arcanjo da cura de memórias.



Como traçar esse selo:

 

Traçar um triângulo equilátero ponta para o alto. Traçar uma cruz em cada ponta do triângulo. A barra mais longa da cruz, simbolizada em vermelho, está no alinhamento da bissetriz de cada ângulo do triângulo. Ela mede 1/3 do ladodo triângulo. A barra menor (em amarelo) é perpendicular e mede a metade da maior ou 1/6 do lado do triângulo.




O SELO DE GABRIEL

Anuncia / comunica a Vontade de Deus: Mensageiro, Gabriel prepara o coração dos humanos a viver o Coração na fundação da nova dimensão a vir.  Seu embaixador privilegiado é o Venerado Ram.



Como traçar esse selo:



Traçar dois triângulos equiláteros idênticos, sobrepostos, um, ponta ao alto, o outro, ponta para baixo. Obtém-se um losango. Os meio-círculos situam-se no prolongamento das bissetrizes dos ângulos do losango. O raio dos meio-círculos correspondem a 1/10 do lado de um triângulo equilátero.




O SELO DE ANAEL

Atração / Confiança no Amor : Anael é o Embaixador do Conclave e coordena o trabalho do Pai. Ao mais próximo, em sua compreensão, dos mecanismos da  3ª dimensão dissociada humana, ele trabalha nas relações, em todos os sentidos do termo.



Como traçar esse selo:



Faça um traço vertical. A partir da extremidade inferior, faça um traço horizontal, perpendicular do precedente, para a direita, e de mesmo comprimento. Ao final deste traço horizontal, trace um segmento a  45º descendo, e que se junta ao prolongamento do primeiro traço vertical. Terminar com um novo traço vertical sempre do mesmo comprimento do primeiro, e em seu prolongamento. Os pequenos círculos tem seu centro alinhado à bissetriz do ângulo sobre o qual são traçados. Seu diâmetro representa 1/5 do comprimento do traço verde. 





O SELO DE URIEL


Retorno à Unidade: Uriel intervém justo antes de Metatron. Como Regente da esfera magnética e elétrica dos sistemas solares, ele permite a inversão e a reversão das polaridades de todas as consciências de um plano dimensional em final de manifestação. Sua Presença é precedida do Anúncio feito por Maria.



Como traçar esse selo :



Traçar dois meio-círculos tangentes, um aberto para o alto, o outro aberto para baixo. Seu diâmetro corresponde ao traço de referência em verde. Os pequenos círculos são ligados a cada extremidade do meio-círculo superior, o centro no prolongamento da vertical. Seu diâmetro corresponde a 1/5 do diâmetro do meio-círculo (traço em verde). Os triângulos equiláteros estão ligados a cada extremidade do meio-círculo inferior, o meio da base no prolongamento da vertical e o comprimento do lado idêntico ao diâmetro dos pequenos círculos, ou seja, 1/5 do diâmetro do meio-círculo. 


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