Mostrando postagens com marcador som. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador som. Mostrar todas as postagens

23.2.17

Viver os sons da Alma



           MEU SER EM SOM E AR





Assim vibro a existência do canal que fui, abrindo por oitavas uma nova e importante célula neural e funcional do meu próprio portal. Agora em infinito ponto abro meu Sonar. Migrando para os Sons da Alma.
Creio que pude aprender várias estradas de autenticidades e nelas as surpresas eram por vezes
gratificantes e por outras vezes havia uma pergunta gigantesca...
Há quem diga que viver em harmonia depende de muitas coisas em total lei de conformidades.

Afinal o que de fato eu  estava trazendo para a minha vida que não era nada comum aos demais e ainda  estava distante das tais leis  tradicionais de uma vida melhor? Claro que por uma vez ou outra quem não se perguntou a respeito de si mesmo? E as transformações diante de um desafio ou de uma busca incontrolável a fim de harmonizar as energias internas entre as transformações externas?

É um tanto comum encontrarmos seres que fazem tais questionamentos, cabem a própria Inata.
Desde muito cedo nos deparamos com nossa forma de ser e agir.

Este não é um capítulo sobre mim, não exatamente.
Embora tenha que ser direcionado por mim, as fórmulas são um tanto mágicas e  igualmente
não cabe pretensões de estabelecer uma ordem ou linearidade.

Acontece com várias pessoas, algumas entram em afinidade de estudos e outras sequer querem saber  de tais áreas esquisitas, no mínimo um tanto repleta de histórias. Em cada forma de aprender e mudar de direções pessoais, profissionais e até espirituais... ( sim uso uma respiração aqui) pois é como se alimenta a vida nas energias de oitavas... e é nela que mais vivo melhor. _  Segundos de pausas que  já reiniciam mais outra história de quem precisa empreender a mente entre pensamentos que vão além das comuns exigências do cotidiano, tão simples dizer... Eu sou a canalizadora de energias.

Um canal _ de forma que toda a história anterior não precisa ser contada, apenas o que a obra trouxe entre afinidades de Projetos e Terapias, Artes Sol Hayun 

Ser canal é totalmente diferente de ser aquela pessoa com a qual se conversa normalmente sobre  fatos cotidianos, pois a Antena está sempre voltada a uma trajetória programada pelo DNA e aberta a codificações que tratam a vida em melhor escolha a cada instante.

Entre outras inúmeras questões a força de uma energia conta. Então encontramos outros canais (quais também não reconhecem que são estudantes cósmicos) estamos numa passagem simples de energia e nos conectamos temporariamente. A maioria não tem essa vertente de assim proceder, apesar de  ter o chamado interno.
Outros são renomados mundialmente em razão de informações preciosas e então parece que são um capítulo de luz à parte do planeta. Mas não é bem assim!
São simples comunicadores em gigantes forças que os conduzem.

Em meio a vida, um dos desafios que encontrei estava disfarçado na saúde. Anos se passaram entre buscas e tentativas de melhoras e mesmo assim não havia sentido na medicina comum a tais transformações, digo isto pra resumir pois não importa o que houve e sim o que realmente trouxe a impactante transformação de rota...a ponto de impulsionar a energia para estados nunca adentrados pelos que eu procurava. No final de cada estágio não havia resposta.

Especialmente nos últimos 18 anos aprender tornou-se Sagrado.
E era antes disso, mas em etapas que pareciam intransponíveis. As passagens por seres dogmáticos era um caminho desgastante e sobre o campo mental e causal trouxe frustrações. Mas algo era mesmo uma pilha  renovável... acreditar, desacreditar, reinventar, aprimorar, esquecer, agir, caminhar, estudar, inflar planejamentos internos até  que algo pudesse transpor a fase, vindo outra e mais outra pude perceber o significado das dores, da fibromialgia, da  fadiga crônica,  da neuropatia, da confusão que os lugares por onde eu ia, pareciam conhecer a fórmula de escapar de qualquer resposta mais digna a qualidade de vida. 

E foram tantos. E paradigmas foram sendo substituídos
E foram inúmeros métodos e pessoas a fim de protocolar o questionamento.
E assim as trocas inauguraram outra versão da lista de busca, canalizando os caminhos que me levaram a um paradoxo.

E como todo cavalo num tabuleiro sabe bem andar diferente e transpor casas abertas e fechadas, a lição deixava cada dia mais um pouco das aparentes energias que  constam numa 3D.
Sem me interessar pelos triviais fatores que todos andam comecei linguagens por conta e risco de minha própria transformação.

Agora comemoro longa data sem medicações, escapei de tudo que me diziam ser vida ou morte.
Realçar isto, porque é um total campo solitário dizer sim e não para o que tenta rotular e te dizer que  se não entrar num padrão não terá chances.
E claro, até mesmo estive nestes listrados estágios que tentavam aprisionar a energia.

Mas todo canal tem uma tríade que é impossível e avança por ser co-criador.

Apesar de conhecer muitas técnicas terapêuticas, não me entrego a todos os vórtices que se abrem a fim de rotular uma questão, prefiro mais ser cientista, aluna, pesquisadora e viver aberta a melhores  informações que planificam a Alma.

E como havia tantos contras, tantos desertores, tantos desfavores, a vida ficou um tanto pesada em certos passos da caminhada pelo fato de reconhecer internamente mais sobre a nova energia do que  a respeito da antiga, o que chamo de "vir do futuro". Assim sabemos que o que é informado também é falho e há muito  o que construir para lapidar uma performance agradável na busca da luz.

Reconhecer que vai sobrar apenas três seres a te permitirem falar sobre si, encontrar apoio e ainda readaptar os comandos que recebe a cada instante para influxo de saúde e energia de bem querer ... parece mesmo o elemento fogo.

Mas o Universo é especialmente superior a todas as nossas análises e ciências, é questão de presenciar os inúmeros métodos naturais que é permitido adentrar com a força da alma, firmeza de caráter e a personalidade aberta a garimpos. Tal busca interior é tamanha.

E é o próprio sopro da Alma a conduzir o Ar para um estado de total sintonia consigo mesmo  e  nisto há sempre o que aprender. Aprendi que dá pra sair da 3D, mas quando queria não era o tempo permitido para desfrutar do que era necessário, e o tempo também é obstáculo por fazer parte dela.

Então se aprende atemporalmente e foi nisto que transformei as buscas, alertando a minha energia sobre a transcendência da Alma.

Ainda há o que transpor, mas não mais se depende das estatísticas ou rótulos, sequer é preciso estabelecer quanto há de ganhos, basta agradecer.
E é na Gratidão de cada passo que se coloca o movimento da Alma.

Ainda há tudo de desafios como mostra a 3D e suas analogias, mas eu não mais estou na órbita do que ela tenta induzir. As estrelas e a luz se irmanam para trazer a paz interior.
O que não se pode mudar, tanto quanto Gaia igualmente sofre em busca de evolução, o corpo material composto dos elementos também passam pela transformação.

Mas é hora de abrir as asas... que venham as próximas condições importantes a se dizer da luz, do amor e da alegria de uma liberdade em viver melhor.

Com o caminho escolhido se faz a própria história que trabalha para um portal repleto de novos rumos e o desejo fica distante, dando lugar a um especial fator chamado amor incondicional.

E pelo que aprendo todo dia, pelo que me empenho em dialogar com a Alma entre tanto que transforma cada  célula e o brilho encontra mais força a elevar vibrações a mais outros canais que possam transpor suas próprias lições.
Estou vendo  e sentindo o quanto se pode elevar com a energia harmonizada em outras propostas distantes da energia da 3D, mas sou grata a ela que serviu para testar as influências de dualidades, das quais despeço-me com total amor e abro meu cardíaco com a luz da Alma para  estabelecer trajetórias  mais soltas e significativas a meu estado de Ser.


APRENDIZ DO MEU  SONAR. NA GRATIDÃO DA CÁPSULA CRISTALINA E NAS ENERGIAS DOS COMANDOS DOS ELEMENTAIS, AMOR AO AR, GRATIDÃO AO MAR, AO PLASMA. 
HAYUN

Assim vibro a existência do canal que fui, abrindo por oitavas uma nova e importante célula neural e funcional do meu próprio portal. Agora em infinito ponto abro meu Sonar. Migrando para os Sons da Alma.
Sigo... escrevendo... voando um tanto , mergulhando mais. Vida transmitindo ondas sortidas.

 SONAR  recebido  pelo aprendiz,   agora por  entre  as  novas dimensões 

Perfil  Integrativas

Projeto personal, canal oitavas como 
canalizadora de energias" e "aprendiz do meu sonar", desde criança a  experiência de vida,  levada a questionar as normas tradicionais e a buscar métodos alternativos de harmonia e bem-estar, especialmente diante de desafios de saúde como fibromialgia e fadiga crônica.
Além da raridade das informações em oitavas,  "sonar" interno para navegar por novas dimensões e "Sons da Alma"

30.11.15

TERAPIA E MÚSICA

http://www.waldiney.com/onde_atuam_os_sons.htm



DAVI
O maior músico da antiguidade, autor dos magníficos salmos. Tocava Harpa para expulsar os espíritos malignos que se apossavam do Rei Saul.

TIMÓTEO
Excitava o furor de Alexandre Magno com uma melodia em certo tom, e o aplacava com outra de tom distinto

TERPANDRO
Desmontou perigosa perturbação de ordem pública, tão somente cantando ao som de sua cítara.

SANTO AGOSTINHO
Nos relata, que certo pastor tocando flauta, despertou tanto entusiasmo em sua povo que o elegeram rei.

PLATÃO
Tinha especial admiração pelos efeitos da música e afirmava que "a música é o remédio da alma"

HOMERO -
Famoso historiador que precedeu Platão.Afirmava que "a música foi uma dádiva divina para o homem, com ela poderia alegrar a alma e atenuar as perturbações de sua mente e de seu corpo"

DEMÓCRITO -
Outro filósofo grego. Afirmava que o som melodioso da flauta conseguia combater os efeitos da picada de serpentes venenosas.


GOETHE
Passava horas ouvindo sinfonias. Segundo suas palavras, "as sinfonias representavam a fonte o pensamento e do puro sentimento".







Os sábios das tradições antigas ensinavam que o ritmo tinha o poder para provocar mudanças no organismo físico, a melodia nos estados mental e emocional, e a harmonia, de melhorar o entendimento humano sobre as questões espirituais.


Cânticos, mantras, orações, histórias, músicas e a palavra precisam de ritmo, melodia e harmonia para que haja perfeita união do corpo, da mente e do espírito.


Em quase todas as culturas existe o que chamamos de “A Canção do Absoluto” , ou canto triplo, o mesmo relaciona-se a três planos do princípio sagrado dos sons.




HARMONIA:
De onde vem o verdadeiro poder espiritual que se manifesta no universo e nos seres humanos. Todas a formas de vida se harmonizam.

MELODIA:
De onde vem a integração do divino com a matéria, é a nossa própria integração com outras formas de vida.

RITMO:
De onde vem todos os movimentos do iniverso.

BENEFÍCIOS DA MÚSICA





Várias pesquisas já comprovaram que a música, além de alegrar e relaxar, tem finalidades terapêuticas e grande potencial de cura. Daí nasceu a musicoterapia, que tem como objetivo usar a música para ajudar na comunicação, relacionamento e alívio de alguns sintomas causados por determinadas doenças.

A musicoterapia recebe as mais diversas definições. Para Cristiane Ferraz, psicóloga e musicoterapeuta do Serviço de Terapia da Dor e Cuidados Paliativos e Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), significa usar a música e propriedades do som em uma relação terapêutica, seja para fins psicoterapêuticos de reabilitação, ou conforto e bem-estar. O impacto dessa terapia em quem passa por uma doença grave ou crônica é positivo. “Por meio da música e da letra de canções, o paciente consegue exteriorizar o que sente, expressar desejos, medos, insegurança e dúvidas”, explica Cristiane. Segundo a musicoterapeuta, a maioria dos pacientes reflete a sensação de conforto e bem-estar durante e depois das sessões. Isso ocorre porque a música – ao chegar ao cérebro – ajuda na liberação de endorfina, o neurotransmissor considerado analgésico natural que promove a sensação de prazer, regula as emoções e a percepção da dor pelo organismo.


Efeitos da música

O oncologista americano Mitchell L. Gaynor, diretor de oncologia médica do Strang-Cornell Cancer Prevention Center, filiado ao New York Hospital, demonstra em seu livroSons que Curam estudos que comprovam os efeitos proporcionados pela música, em especial nas pessoas que passaram por problemas graves de saúde. Realizados entre as décadas de 80 e 90, os estudos apontaram que a música é capaz de modificar a fisiologia. As técnicas utilizadas na pesquisa foram as mais diversas, de exposição dos pacientes à música clássica, marchas militares e trilhas sonoras de filmes.


Veja o que a musicoterapia é capaz de fazer por você:

01 - Diminuir a ansiedade e as complicações cardíacas


02 - Aumentar a disposição física e mental


03 - Promover o equilíbrio da pressão arterial


04 Melhorar a resistência física


05 - Relaxar em situações de grande estresse


06 - Estimular o bom humor


07 - Deixar a mente serena


08 - Melhorar a concentração nas atividades intelectuais


09 - Deixar mais apurada as sensações gustativas, olfativas e visuais


10 - Aliviar a dor de cabeça


Você pode improvisar e praticar a musicoterapia em casa também. Procure ouvir uma boa música, de preferência relaxante, e você logo vai notar a diferença.





É a utilização da música e/ou dos seus elementos (som, melodia, harmonia e ritmo)no indivíduo.


Atua ocultamente nos corpos sutis e físico, promovendo a comunicação, a aprendizagem, a mobilidade, a expressão, a organização e outros objetivos que vão ao encontro das necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais ou cognitivas .


Objetiva desenvolver e ou restaurar funções do indivíduo, a fim de melhorar a sua organização intrapessoal e ou interpessoal e conseqüentemente conseguir uma melhor qualidade de vida


Musicoterapia


Bibliografia





o O Autoconhecimento através da música; Peter Michael Hamel; Cultrix


o Biomúsica; Fernando Salazar Bañol; Ícone


o Brincando de música; Anna Mª Gonçalves Weigel; Kuarup


o Corpo, música e terapia; Carlos Daniel Fregtman; Cultrix


o As Energias curativas da música; Hal A. Lingerman; Cultrix


o Holomúsica; Carlos Daniel Fregtman; Cultrix


o O Mundo encantado da música; Nilsa Zimmermann; Ed. Paulinas;


o Música e Psique; R.J. Stewart; Cultrix


o Música e simbolismo; Roger J.V. Cotte; Cultrix


o Música Transpessoal; Carlos D. Fregtman; Cultrix


o Musicoterapia; Andrew Watson & Nevill Drury; Ground


o Nada Brahma - A música e o universo da consciência; Joachim-Ernst Berendt; Cultrix


o Para entender a música; Gino Stefani; Globo


o O Poder oculto da música; David Tame; Cultrix


o O Tao da música; Carlos Daniel Fregtman; Pensamento



2.5.15

Qual som de uma cor - sintonias





Qual é o som de uma cor?





Música, cores e emoção

O fenômeno da sinestesia

Você estava saboreando algo e lhe veio algum som bem peculiar aos ouvidos? Algum lugar que você visitou logo lhe trouxe um sabor à boca? Determinado cheiro lhe faz ver imagens como se fossem reais naquele momento? Alguma vez você escutou uma música e logo veio a percepção de uma cor em especial? Não, não é loucura. A sinestesia é um fenômeno neurológico caracterizado pela produção de duas sensações paralelas, de natureza distinta, por um único estímulo.
Não há o que temer. A sinestesia não é uma doença. Na verdade, ela ilustra como o cérebro é um órgão complexo e repleto de fortes interconexões. A experiência sensorial de certas pessoas na qual sensações correspondentes a um certo sentido são associadas a outro sentido é, na verdade, o cimento da memória. Quanto mais relações as sensações puderem estabelecer entre si, mais facilmente são reestabelecidas as suas memórias correspondentes.
Portanto, por conta da sinestesia, eventualmente ocorre essa espécie de cruzamento de sensações em um só estímulo. Assim, uma cor pode ter um sabor ou um som pode ter uma forma. Essa forma diferente de processar as informações obtidas através dos sentidos pode ter uma base hereditária.

O que dizem os estudos

Diversos estudos têm investigado possíveis relações sensoriais desse tipo, especialmente entre sons e cores. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, e publicada recentemente no periódico PNAS mostrou que o cérebro humano é capaz de ir mais além. Segundo o estudo, através das sensações que uma melodia provoca, o cérebro foi capaz de fazer relações entre cor e música a ponto de superar barreiras culturais, como se todas as pessoas apresentassem uma estrutura neural senso-perceptiva comum.
Ainda sobre o estudo, cujo título original é Music–color associations are mediated by emotion, identificou-se que músicas mais rápidas se relacionavam a cores claras e vívidas, como o amarelo, e melodias mais lentas, a tons mais escuros, acinzentados ou azulados. Todas essas informações poderão auxiliar o desenvolvimento de estratégias para afiar a criatividade e a percepção, novos métodos de reabilitação emocional que se utilizem de terapias cognitivas, além de embasar novas ações tomadas pelos profissionais do neuromarketing e publicidade. Os programas tocadores de música, por exemplo, podem se utilizar das informações de um equalizador para produzir padrões de cores em suas telas, procurando seguir as características – o “tom emocional” – de cada música.
Muitas figuras conhecidas já se lançaram no estudo das cores, como Aristóteles, Newton e Goethe. Em contrapartida, Goethe foi um dos únicos a se opor de certa forma à ideia intuitiva de que existe uma relação física direta entre sons e cores. Em uma de suas obras, A Teoria das Cores (Zur Farbenlehre), originalmente publicada em 1810, ele disse:
“Sempre se percebeu que existe certa relação entre cor e som, como demonstram as frequentes comparações, por vezes passageiras, por vezes suficientemente pormenorizadas. O erro nelas cometido se deve ao seguinte: Cor e som de maneira alguma podem ser comparados, embora ambos remetam a uma fórmula superior, a partir da qual é possível deduzir cada um deles. Ambos são como dois rios que nascem na mesma montanha, mas devido a circunstâncias diversas correm sobre regiões opostas, de modo que em todo o percurso não há nenhum ponto em que possam ser comparados. Ambos são efeitos gerais e elementares segundo a lei universal que tende a separar e unir, oscilar, pesando ora de um lado, ora de outro lado da balança, mas conforme aspectos, maneiras, elementos intermediários e sentidos completamente distintos.”
Mas, apesar do alerta de Goethe, os neurocientistas insistem na correlação neural entre sons e cores. Seguindo vias neurais próprias e paralelas ou que, secundariamente, se cruzem em algum ponto do caminho perceptivo cerebral, o fato é que parece prevalecer um denominador comum entre as sensações, particularmente entre aquelas veiculadas pelos olhos e ouvidos. Assim como outro estudo de 2007 – The Color of Music: Correspondence Through Emotion – também conclui, a música parece compartilhar com o som um substrato neural comum: o emocional. Seria esse o ponto onde nasce a sinestesia.

http://neuropsicopedagogianasaladeaula.blogspot.com.br/


11.11.14

Células de câncer

 Modo de Listagem | Modo Linear Células tumorais expostas à "5ª Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreramEstudo e efeitos da 5º Sinfonia nas células de câncer de mama
Drª Márcia Capella, coordenadora do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenou a pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) que expôs células ligadas ao câncer de mama à 5ª Sinfonia de Beethoven e a Atmosphères de György Ligeti. 1 em cada 5 células desapareceu e as sobreviventes diminuíram de tamanho.
Tradicionalmente a musicoterapia é já largamente utilizada em desordens emocionais. Este estudo comprova que “a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo“.
O resultado é enigmático para a cientista. O sucesso de 2 composições aparentemente tão distintas procura junto de professores de música associações por via do ritmo, timbre ou intensidade.
Depois de descobrir a causa responsável pela alteração das células, a intenção é “construir uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores”. Outros gêneros musicais serão investigados e em Abril será testado o samba e o funk.
Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da “Quinta Sinfonia” de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais – em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Uma em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.

Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo” – ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição “Atmosphères”, do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a “Sonata para 2 pianos em ré maior”, de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o “efeito Mozart”, um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal – pondera a pesquisadora. – Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
“Atmosphères”, diferentemente da “Quinta Sinfonia”, é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Em abril, exposição a samba e funk
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa – diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouvi-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento – revela Márcia.
Nota Site Notícias Naturais: Em 2013 eu questionei por e-mail a pesquisadora sobre resultados atualizados, e ela me respondeu que “Nós ainda temos muito o que fazer com estas três musicas. Ainda não sabemos os mecanismos dos efeitos observados. Vamos continuar por enquanto somente com elas“.

A Música e seus efeitos terapêuticos

Segundo a Canadian Association for Music Therapy, “a Musicoterapia é a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. A natureza da musicoterapia enfatiza uma abordagem criativa no trabalho terapêutico, possibilitando uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos pelos clientes”.
Os instrumentos musicais e seus efeitos:
PIANO – combate a depressão e a melancolia
VIOLINO – combate a sensação de insegurança
FLAUTA DOCE – combate nervosismo e ansiedade
VIOLONCELO – incentiva a introspecção e a sobriedade
DE SOPRO – inspiram coragem e impulsividade.
Para combater a depressão e o medo excessivo:
- Sonho de Amor, de Liszt
- Serenata, de Schubert
- Guilherme Tell (Abertura), de Rossini
- Noturno Opus 48, de Chopin
- Chacona, de Bach.
O ideal é uma sessão diária de meia hora pela manhã.
Para combater insônia, tensão e nervosismo:
- Canção da Primavera, de Mendelssohn
- Sonata ao Luar, de Beethoven (Primeiro Movimento)
- Valsa nº15 em Lá Bemol, de Brahmms
- Sonho de Amor, de Liszt
- Movimentos Musicais nº3, de Schubert.
Depois de ouvir as peças indicadas, escolha a que deu melhores resultados e escute-a diariamente, antes de dormir. No ínicio, os efeitos são leves. É preciso um pouco de paciência e persistência para notar progressos.
Durante a gravidez e para facilitar o parto:
- Concerto para violino, Opus 87B, de Sibelius.
- Sonata Opus 56, de Haydn
- As quatro Estações, de Vivaldi
- Concerto Tríplice, de Beethoven
- Concerto para violino, de Brahmms
- Concerto para violino, de Tchaikovsky.
Ouvidas alternadamente, por perídos durante a gravidez e nos dias que precedem ao parto, estas peças geram bem-estar e contribuem para o nascimento de crianças tranquilas.
Para melhor estimular a memória:
- Concerto em Dó Maior para bandolim, corda e clavicórdia, de Vivaldi
- Largo do Concerto em Dó maior para Clavicórdia, BMW 976, de Bach
- Spectrum Suíte, Confort Zone e Starbone Suíte, de Stephen Halpern.
Fazer sessões de 1 hora, pela manhã, ao acordar. Alterne cada peça, a cada dia.
Para favorecer a interiorização e a meditação:
- Concerto nº2 para Piano, de Rachmaninov (último movimento)
- Concerto em Lá menor para piano, de Grieg (primeiro movimento)
- Concerto nº1 para piano, de Tchaikovsky (primeiro movimento)
Ouvir qualquer peça durante 10 minutos antes da meditação. É importante enfatizar que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, mas que seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante um processo terapêutico.
Definições de Musicoterapia
Australian Associatin for Music Therapy: Musicoterapia é “a utilização planejada da música para se atingir objetivos terapêuticos com crianças e adultos que têm necessidades especiais decorrentes de problemas sociais, emocionais, físicos ou intelectuais” (Bruscia, 1998, p.274).
Bang: “Musicoterapia é a aplicação controlada de atividades musicais especialmente organizadas, com a intenção de favorecer o desenvolvimento e a cura durante o tratamento, a educação, e a reabilitação de crianças e adultos com defasagens motoras, sensoriais ou emocionais… O objetivo do musicoterapeuta é centrado no cliente e não na música” (Bruscia, 1998, p.274).
Bright: “Musicoterapia é a utilização planejada para melhorar o funcionamento, em seu ambiente, de um indivíduo ou grupo de clientes que tenham necessidades sociais, intelectuais, físicas ou emocionais de natureza especial. A Musicoterapia é conduzida por um musicoterapeuta treinado trabalhando em um contexto de equipe clínica.” (Bruscia, 1998, p.275).
Bruscia: Musicoterapia é um processo interpessoal que envolve o (s) terapeuta(s) e o(s) cliente(s) exercendo certos papéis na relação e em uma variedade de experiências musicais, todas estruturadas para ajudar os clientes a encontrarem os recursos necessários para resolver problemas e aumentar seu potencial de bem-estar. (Bruscia, 1998, p.275).
Bunt: Musicoterapia “é a utilização de sons organizados e da música em uma relação envolvente entre cliente e terapeuta para apoiar e encorajar o bem-estar emocional, social, físico e mental” (Bruscia, 1998, p.276).
Canadian Association for Music Therapy: Musicoterapia é “a utilização da música para auxiliar a integração física, psicológica e emocional do indivíduo e para o tratamento de doenças ou deficiências. Ela pode ser aplicada a todos os grupos etários em uma grande variedade de settings. A música possui a qualidade de ser não-verbal, mas oferece muitas oportunidades para a expressão oral e verbal. Como membro de uma equipe terapêutica, o musicoterapeuta participa da avaliação das necessidades do cliente, da formulação da abordagem e do programa terapêutico, desenvolvendo então atividades musicais específicas para alcançar os objetivos, avaliações sistemáticas e assegura a eficácia do programa. A natureza da musicoterapia enfatiza a abordagem criativa no trabalho com deficientes. A musicoterapia possibilita uma abordagem humanista e viável que reconhece e desenvolve recursos internos geralmente reprimidos do cliente. Os musicoterapeutas desejam ajudar o indivíduo a mover-se em direção a uma maior auto-consciência e, em um sentido mais amplo, a levar cada ser humano ao seu maior potencial” (Bruscia, 1998, p.276).
Del Campo: “Musicoterapia é a aplicação científica do som, da música e do movimento, que através da escuta, do treinamento e da execução de sons instrumentais, contribui para a integração de aspectos cognitivos, afetivos e motores, desenvolvendo a consciência e fortalecendo o processo criativo. Os objetivos da musicoterapia são: 1)facilitar o processo de comunicação, 2)promover a expressão individual e 3)melhorar a integração social” (Bruscia, 1998, p.277).
Doyle: Musicoterapia é “a utilização da música em um ambiente específico para inspirar, liberar e nutrir o processo de descoberta de cada indivíduo. No envolvimento com a música, os indivíduos deixam sua imaginação ir adiante, fazem escolhas e realizam sonhos” (Bruscia, 1998, p.278).
Ducourmeau: “… Pode-se definir a Musicoterapia como a abertura de canais de comunicação, utilizando o som, o ritmo e o movimento.” (Baranow, 1999, p.6)
French Association of Music Therapy: “Musicoterapia é o uso dos sons e da música em uma relação psicoterapêutica.” (Baranow, 1999, p.72)
Jondittir: “Musicoterapia é a utilização estruturada da música, do som e do movimento para a obtenção de objetivos terapêuticos de recuperação, manutenção e desenvolvimento da saúde física, mental e emocional. De forma sistemática, um indivíduo especialmente treinado utiliza as propriedades e os potenciais singulares da música e do som, e a relação que se desenvolve através das experiências musicais para alterar o comportamento humano, para ajudar o indivíduo a utilizar seu potencial máximo, para comunicar sua singularidade e para aumentar seu bem- estar” (Bruscia, 1998, p.279)
Kenny: “Musicoterapia é um processo e um sistema que combinam os aspectos curativos da música com as questões da necessidade humana para beneficiar o indivíduo e, consequentemente, a sociedade. O musicoterapeuta atua como um recurso pessoal e guia, fornecendo experiências musicais que levam os clientes em direção à saúde e ao bem-estar” (Bruscia, 1998, p.279)
Mid-Atlantic Music Therapy Region – National Association for Music Therapy: “Musicoterapia é a utilização estruturada da música como processo criativo para desenvolver e manter o máximo potencial humano. A musicoterapia é utilizada com sucesso nas seguintes áreas: social, motora, desenvolvimento da comunicação, aquisição de conhecimentos escolares e manejo do comportamento. Utilizando objetivos reeducativos, a musicoterapia auxilia a promover o funcionamento ótimo através de uma grande variedade de experiências” (Bruscia, 1998, p.280)
Munro e Mount: “Musicoterapia é a utilização controlada da música, de seus elementos e de sua capacidade de influenciar os seres humanos para auxiliar a integração fisiológica, psicológica e emocional do indivíduo durante o tratamento de uma doença ou deficiência” (Bruscia, 1998, p.280)
National Association of Music Therapy (USA): “Musicoterapia é a utilização da música no acompanhamento de objetivos terapêuticos: restauração, manutenção, e melhora da saúde física e mental. Consiste na aplicação sistemática da música, dirigida por um musicoterapeuta em um contexto terapêutico, para obter mudanças desejadas no comportamento. Estas mudanças possibilitam ao indivíduo que experimenta o processo terapêutico a uma maior compreensão de si mesmo e o mundo em sua volta, alcançando ainda um maior ajustamento à sociedade. Como membro da equipe terapêutica, o musicoterapeuta profissional participa da análise dos problemas do indivíduo e na projeção dos objetivos gerais do tratamento, antes de planejar e executar as atividades musicais específicas. Avaliações periódicas são realizadas para determinar a eficácia dos procedimentos empregados.” (Baranow, 1999, p.72-73).
New Zealand Society for Music Therapy: “A música é uma ferramenta útil e poderosa para o estabelecimento de comunicação com crianças e adultos como apoio ao aprendizado e ao re-aprendizado nas áreas física, social, intelectual e emocional. Incluem-se nessa situação a utilização da música com fins preventivos e para a reabilitação. A música assim utilizada, em diferentes settings com crianças e adultos é considerada musicoterapia.
“Musicoterapia é a utilização planejada da música para apoiar necessidades identificadas em que há disfunções físicas, intelectuais, sociais ou emocionais… A musicoterapia é baseada na humanidade da música, envolvendo o corpo, a mente e o espírito. A musicoterapia é uma ponte para a comunicação.” (Bruscia, 1998, p.281-282)
Odell: “Musicoterapia no campo da saúde mental é a utilização da música para possibilitar meios alternativos de expressão e comunicação em situações em que as palavras não são necessariamente o modo mais eficiente de alcançar objetivos terapêuticos do cliente. A perseguição desses objetivos é trabalhada através de uma relação que se desenvolve entre o cliente e o terapeuta com o fazer musical como o meio primário… Alguns dos objetivos mais freqüentes em musicoterapia são: estimular a motivação; criar um ambiente para a exploração de sentimentos; desenvolver habilidades sociais, a autoconsciência e a consciência do outro; e, estimular o movimento através da improvisação e do fazer musical espontâneo.” (Bruscia, 1998, p.282)
Ruud: “Uma definição de Musicoterapia geralmente parte do ponto em que a mesma consiste numa profissão de tratamento onde o terapeuta usa a música como instrumento ou meio de expressão a fim de iniciar alguma mudança ou processo de crescimento direcionados ao bem-estar social, crescimento ou outros.” (Baranow, 1999, p.7)
Rudenberg: Musicoterapia “é a utilização da música e de atividades com ela correlacionadas sob a supervisão de indivíduos profissionalmente treinados (isto é, musicoterapeutas) para ajudar um cliente ou paciente a alcançar um objetivo terapêutico predeterminado. (Bruscia, 1998, p.284)
Sekeles: Musicoterapia é “a utilização direta do som e da música para: apoiar a observação diagnóstica através de ferramentas específicas; facilitar mudanças significativas no organismo humano e melhorar as condições fisiológicas e psicológicas; desenvolver a expressão musical, que, presumivelmente, é essencial para uma vida saudável.
“Uma profissão que utiliza o potencial terapêutico inerente aos componentes musicais (freqüência, duração, intensidade, timbre) e à música como uma forma artística complexa visando a preservar as capacidades saudáveis do paciente, a promover mudança e desenvolmento benéficos e capacitar a aquisição de uma melhor qualidade de vida”. (Bruscia, 1998, p.284).
Smith: “A Musicoterapia, ciência que utiliza elementos sonoro-rítmicos-musicais no tratamento, reeducação, reabilitação e recuperação de indivíduos portadores das mais diversas patologias ou ainda na área preventiva, procura estabelecer uma relação de equilíbrio entre as três áreas da conduta humana: mente, corpo e mundo externo.” (Baranow, 1999, p.7)
Swedish Association for Music Therapy: Musicoterapia “é a utilização da música em settings terapêuticos e educacionais para oferecer possibilidades de desenvolvimento aos indivíduos com deficências psíquicas, físicas e sociais.” (Bruscia, 1998, p..285)
Uruguayan Association for Music Therapy: Musicoterapia “é uma carreira paramédica de princípios científicos que compreende não somente aspectos terapêuticos mas também profiláticos e diagnósticos. Nesse processo temos o paciente e o musicoterapeuta em uma determinada situação com uma estrutura fixa em que existe uma integração dinâmica por meio de estímulos sonoros. O musicoterapeuta, trabalhando com um grupo, utiliza os estímulos sonoros musicais para estimular os pacientes com problemas físicos, psíquicos ou psicossomáticos e observa as mudanças no que ele faz, fala ou expressa por outros meios. O paciente responde aos estímulos sonoros e reage ao nível do movimento, da comunicação, do comportamento, da emoção e do organismo. O papel do musicoterapeuta é empregar um estímulo sonoro para estimular as respostas em uma dada situação que tende a produzir mudanças no comportamento do paciente que o tornará apto a se integrar em seu próprio ambiente.” (Bruscia, 1998, p.285).
World Federation of Music Therapy: “Musicoterapia é a utilização da música e/ou dos elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do indivíduo de forma que ela possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e consequentemente uma melhor qualidade de vida.” (Bruscia, 1998, p.286)
Bibliografia:
BRUSCIA, Kenneth. Definindo Musicoterapia. Enelivros, Rio de Janeiro, 1998.
BARANOW, Ana Lea von. Musicoterapia – uma visão geral. Enelivros, Rio de Janeiro, 1999.
Gisele Célia Furusava, musicoterapeuta, psicoterapeuta corporal neo-reichiana, formanda em análise bioenergética.
Participe da discussão deste post no Fórum Notícias Naturais.


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/09/estudo-celulas-tumorais-expostas-a-5a-sinfonia-de-beethoven-perderam-tamanho-ou-morreram/#ixzz3J0ETxxG9



http://www.noticiasnaturais.com/2014/09/atencao-proteste-pede-recolhimento-de-pulseiras-rainbow-loom-que-podem-causar-cancer/


http://www.noticiasnaturais.com/2013/06/filme-a-cura-do-cancer-burzynski-o-filme-o-cancer-e-um-grande-negocio-legendado-portugues/

8.11.14

NO AR - Estações ATROPATENA

Barulhos estranhos pelo mundo – Estações Atropatena podem explicar o “mistério”

Novas tendências científicas pioneiras na previsão de atividade sísmica podem explicar os barulhos estranhos ouvidos em diversos lugares do mundo no final de 2011: : EUA, Reino Unido, Costa Rica, Rússia, República Tcheca, Austrália e mesmo aqui no Brasil, que muitos chamaram de “O Som do Apocalipse”.

Na minha opinião, o melhor está no minuto 5:24:

Estações ATROPATENA

A tecnologia envolve a instalação de três dispositivos sensores que registram as anomalias geomagnéticas perto de falhas e áreas de risco sísmico elevado.

Cada dispositivo detecta um tipo de anomalias decorrentes de raios cósmicos, distúrbios ino-magnetosféricas e, finalmente, o movimento das placas e enumera as três parâmetros, continuamente registrando os resultados.

A tecnologia patenteada permite registrar com antecedência anomalias variando de algumas horas a dois dias anteriores à produção de terremotos.

As novas tendências científicas pioneiras na previsão de atividade sísmica necessariamente, passam à análise conjunta das três variáveis (Atividade Solar e Cósmica procedente do centro da Galáxia + Perturbações Geomagnéticas na Ionosfera e Magnetosfera + Reação Sísmica da crosta terrestre). Já observamos que a interação dessas três variáveis mencionadas implica num aumento da atividade sísmica em geral.


O dispositivo tem forma triangular e é chamado de Atropatene e as estações geofísicas ATROPATENA ficam separadas por vastas distâncias uns dos outros nas seguintes cidades: Istambul (Turquia), Kiev (Ucrânia), Baku (Azerbaijão), Islamabad(Paquistão) e Yogyakarta ( Indonésia).

Esses dispositivos registram específicas anomalias tridimensionais gravitacionais que ocorrem, em média de 3 a 7 dias antes de terremotos fortes. Estas anomalias são gerados pelas ondas passingof tectônicas (ondas de tensão) nas estações, que são emitidas por focos de iminentes grandes terremotos no momento em que as tensões atingem valores críticos. Essas ondas viajam muito lentamente, a sua velocidade variando de uma média de 30 km/h nos continentes até 120 km/h no oceaniccrust. As ondas de tensão são de baixa frequência e o seu período varia de várias horas a dois dias, em média, tornando impossível para estações sísmicas as detectar.

Naturalmente, as estações de ATROPATENA registam a passagem destas ondas com uma diferença de tempo grande, o que ajuda a controlar o seu movimento e, com uma precisão muito elevada, calcula a localização da zona de epicentro do sismo esperado.

O Sistema Internacional de Monitorização Geodinâmica, uma parte do GNFE (Londres, Reino Unido), registrou em 15 de novembro de 2011,uma liberação de energia poderosa, uma anomalia tridimensional gravitacional intensa que foi gravado quase simultaneamente por todas as estações geofísicas ATROPATENA que como vimos anteriormente ficam separados por vastas distâncias uns dos outras.

De acordo com o Presidente da GNFE Professor Elchin Khalilov, a análise detalhada da estação ATROPATENA de registros indica uma liberação de energia poderosa que emana do núcleo da Terra. Segundo o cientista, esse fato pode anunciar intensificação dos processos geodinâmicos em nosso planeta, movimento acelerado de placas litosféricas e, consequentemente, fortes terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis e outros cataclismos geológicos.

A natureza dos estranhos barulhos pelo mundo em 2011

De acordo com o Presidente da GNFE, foram analisados registros destes sons e descobriu-se que a maior parte do espectro está dentro do intervalo infra, ou seja, não é audível para os seres humanos. O que as pessoas ouvem é apenas uma pequena fração do poder real destes sons. Eles são de emissões acústicas de baixa frequência  no intervalo entre 20 e 100 Hz modulada por ultra-baixas ondas infrasônicas de 0,1 a 15 Hz. Em geofísica, eles são chamados de ondas acústicas de gravitação, que são formadas na atmosfera superior, no limite atmosfera ionosfera em particular. Essas ondas são geradas por terremotos, erupções vulcânicas, furacões, tempestades, tsunamis, etc, no entanto, a escala do zumbido observado tanto em termos de área coberta e seu poder excede em muito aqueles que podem ser gerados pelos fenómenos acima mencionados.

Na opinião dos pesquisadores, a fonte da manifestação poderosa e tão imensa de ondas acústicas de gravitação se deve por processos em larga escala de energia.Esses processos incluem poderosas explosões solares eenorme fluxo de energia gerado por eles, correndo em direção à superfície da Terra que desestabiliza a atmosfera, ionosfera magnetosfera e superior. Assim, os efeitos das poderosas explosões solares: o impacto das ondas de choque do vento solar, correntes de corpúsculos e explosões de radiação eletromagnética são asprincipais causas de geração de ondas acústicas de gravitação, após o aumento da atividade solar.

Dado o aumento na atividade solar como manifestou-se em maior número e a energia dos flares solares desde meados de 2011, podemos supor que existe uma alta probabilidade de impacto do aumento substancial da atividade solar sobre a geração do zumbido estranho vindo de o céu. Deve ser salientado que a atividade solar começou a subir acentuadamente desde o início de 2011, com a sua amplitude significativamente maior do que todas as previsões dadas por uma série de influentes instituições científicas em 2010 e 2011. Enquanto isso, o aumento observado na atividade solar é totalmente consistente com a previsão do GEOCHANGE Comitê Internacional publicado no Relatório da Comissão, em Junho de 2010. Se essa taxa de crescimento de atividade solar continuar, a sua amplitude no final de 2012 será maior do que a amplitude do ciclo solar 23, e em 2013-2014 a actividade solar irá atingir o seu pico a amplitude do que foi previsto por nós como sendo 1,5 – 1,7 vezes maior do que a amplitude do ciclo 23.

A causa do “hum do céu” pode estar dentro do núcleo da Terra, o que significa isso?

Há causa mais possível desses sons pode estar no núcleo da Terra. O fato é que a aceleração da deriva do pólo norte magnético da Terra queaumentou mais de cinco vezes entre 1998 e 2003 e é nesses pontos hoje mesmo, um nível de intensificação dos processos de energia no núcleo da Terra, uma vez que são os processos no interior e núcleo externo que formam o campo geomagnético da Terra.

Enquanto isso, como já foi relatado, em 15 de novembro de 2011 todas as estações ATROPATENA geofísicos quase simultaneamente registraram um forte impulso gravitacional. As estações são implantados em Istambul, Kiev, Baku, Islamabad e Yogyakarta, com o primeiro e último a ser separados por uma distância de cerca de 10.000 km. Tal fenômeno só é possível se a fonte dessa emanação for a nível do núcleo da Terra. Essa liberação de energia enorme do núcleo da Terra no final do ano passado foi uma espécie de sinal de partida que indica a transição da energia interna da Terra em uma nova fase ativa.

A intensificação dos processos de energia no núcleo da Terra é capaz de modular o campo geomagnético que, através de uma cadeia de processos físicos na ionosfera – nível limite atmosfera, gera ondas acústicas de gravitação numa faixa audível, do que foi ouvido pelas pessoas na forma de um som de baixa frequência assustadora em diferentes partes do planeta.

Em ambos os casos, mesmo que as causas ondas acústicas de gravitação são de uma natureza bastante compreensível geofísica, eles sãoindicativos do aumento esperado significativo da actividade solar e da atividade do nosso geodinâmico planeta. Não há dúvida de que os processos no núcleo governam a energia interna do nosso planeta, portanto, devemos esperar até o final de 2012 um forte aumento em terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis e eventos climáticos extremos com níveis de pico em 2013 – 2014, diz o professor.

Raios Cósmicos do centro da galáxia, atividade solar intensa, a magnetosfera que está perdendo seu potencial de absorver radiação solar, fazendo com que a energia chegue ao centro do planeta com força total, acontecimentos em cadeia, amplamente conectados mesmo que muitos ainda batam o pé em negar, produziram os barulhos estranhos que foram ouvidos no mundo todo.

Carlos Vanilla fez o seguinte comentário no blog em 12 de dezembro de 2011:

Bom é a minha teoria como cientista, nossa polarização norte e sul, como disse o “anônimo” que este tipo do som não é uma boa coisa, eu preferia que fosse o som do inferno (kkkk) do que isto que estou escutando, na verdade é um sigme geo escalado e tem origem no movimento, atrito e vibrações em sequência das Placas Tetônicas.

Mas a origem pode ser a influência do que está fora do planeta que está forçando o sol e tudo e puxando para a nossa gravidade, atingindo o núcleo.

Tenho um teoria sobre isso: o aumento da atividade solar (CMEs, etc.) está jogando milhões de íons carregados para a Terra, que, por sua vez, absorve tudo e, como um pára-raios gigante, carrega essa energia ao seu interior, que é composto de… metais. Temos o núcleo de NIFE (níquel e ferro, p. ex.) e a crosta, com o SIAL (silício e alumínio, p. ex.)e o magma entre eles. Ora, o incremento de energia no planeta leva ao aumento da temperaura e, em se tratando de metais, a uma dilatação destes. Ao se dilatarem, acabam raspando entre si, pois no interior da terra há movimento constante. Por isso, creio que o de ruído de metais atritando seja, de fato, de metais atritando.

Carlinhos mandou bem, fez as devidas conexões utilizando tudo que estudamos nos últimos anos, só discordo em relação à “o som não é boa coisa”, pra mim, esse barulho é o sussurro da merecida liberdade. Assista o documentário Tempestade Magnética e  procure absorver o máximo possível sobre magnetismo, Inversão Polar e nosso escudo protetor, o campo magnético da Terra.

Escudo ou um campo de confinamento na matéria? Já passou da hora de falar sobre isso (nos próximos textos), não deixe de assistir os vídeos que já foram postados no dia 29 de junho de 2011, mas volto a posta-los novamente, acredito que todos podem se desejarem fazer as devidas conexões com as informações que dispomos.