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28.1.17
Padrão Holos
Holonomia e Heteronomia
O que são?
O Homem é filho do Cosmos e por
conseguinte, é um ressonador, que
deve vibrar em uníssono com as
harmonias dos Cosmos. Deve estar
Harmônica e musicalmente em
consonância com os ritmos da natureza.
- Charles Laville -
Visões do Mundo Científico
Nos últimos anos divinizamos aquilo que chamamos de ciências e chegamos à conclusão de que todas as coisas devem ser medidas segundo os seus padrões. O principal problema dessa perspectiva é que esses padrões criados por homens, estão sempre se modificando e não são dignos de total confiança, se bem que eles sejam pontos de observação úteis para a exploração do mundo, só criam problemas quando são elevados à condição de Verdade Universal.
No século XVII o matemático chamado Descartes via o universo como um mecanismo cuja ordem e funcionamento caracterizavam-se pela perfeição. Igual ao relógio, cada parte tinha seu lugar e função. Ele via o homem de acordo com essa mesma ótica, como um mecanismo que funcionava com perfeição. A mente ficava à parte e não exercia nenhuma influência direta sobre o corpo. A alma também era uma entidade completamente separada e cada parte funcionava em sua própria esfera. Assim, ele dividiu o homem em partes e considerou que cada parte estava separada das outras. Seus pontos de vista influenciaram profundamente a ciência em formação. O corpo era visto como um processo completamente fechado, ordenado e mecânico. Os cientistas poderiam descobrir o mecanismo da técnica patológica e consertar o problema, como se ele fosse uma disfunção mecânica na estrutura e na fisiologia do corpo. Quanto mais coisas eles soubessem sobre a patologia melhor poderiam curar as doenças investigadas.
Mais tarde, o físico Newton investigou as leis do universo e desenvolveu uma interpretação da lei natural que ficou conhecida como “Física Newtoniana”. Na sua maneira de ver o universo, a natureza de fato funcionava como um mecanismo e leis imutáveis regiam seus movimentos. Assim, se uma bola numa velocidade e num ângulo constantes, a velocidade e a direção dessa bola também seriam constantes e previsíveis. Toda uma série de leis físicas foi desenvolvida a partir dessa interpretação: leis da gravidade, da termodinâmica, do eletromagnetismo, das reações químicas e assim por diante. Verificou-se que todas eram verdadeiras em nosso nível de conhecimento no mundo físico.
A medicina moderna e suas pesquisas científicas têm se baseado nessa visão do mundo cartesiana e numa compreensão newtoniana na dinâmica material. Desde Eistein e Planck, porém, a física moderna vem descobrindo toda uma camada da realidade física que não segue essas leis e que não age de maneira que poderiam ter sido explicadas pelo modelo newtoniano.
No plano da física atômica e subatômica, nesta camada de forma física sutil e dos relacionamentos energéticos as leis físicas que os nossos sentidos podem detectar não tem validade. Essas leis são verdadeiras apenas numa camada da realidade. Na física moderna estamos descobrindo que existem muito mais coisas no mundo do que fomos ensinados a acreditar.
Nas culturas tradicionais do Oriente, há muito tempo predomina uma visão de mundo bastante diferente daquela de Descartes. No Ocidente nós dividimos e separamos a realidade em partes que a constituem. No Oriente, essas partes são tradicionalmente vistas como expressão de um todo maior. A separação é vista como uma ilusão causada por nossa falta de entendimento e por uma percepção equivocada de nossa experiência. A nossa forma de pensar e conceituar as coisas tendem a criar separação onde ela na verdade não existe. Assim separamos o nosso mundo em meu e dos outros, em nosso e deles, em bom e mau, em prazer e dor. Separamos as coisas e perdemos contato com a “totalidade” do seu desdobramento. Eles vêem a ordem natural não como um processo mecânico constituído de múltiplas partes, mas como um todo completo, inter-relacionado de forma dinâmica, do qual o homem é parte. A totalidade é refletida nos relacionamentos do mundo com o corpo – as estações, a vida e a morte, o movimento dos planetas e das estrelas – todas participam desse todo e dele constituem aspectos inter-relacionados e interdependentes.
Cada filosofia e cada cultura tem a sua própria e singular maneira de interpretar esse movimento macroscópico de energia. Cada expressão é útil como uma maneira de compreender o movimento de energia, desde as suas origens mais profundas até a sua forma mais explícita.
A Energia
Existe uma profunda ligação entre a maneira de pensar no Oriente e no Ocidente do conceito e da realidade da energia e dos seus fluxos. A palavra energia pode significar tipos específicos de energia, como energia elétrica, raios x, luz ou energia atômica. Pode também referir-se ao movimento sutil de pulsação que permeiam as estruturas materiais. São essas sutis pulsações que a tradição oriental se utiliza no processo da cura. Tanto faz quanto a sua manifestação, grosseira ou sutil ela segue as mesmas leis básicas do movimento, que se comportam de forma diferente nas diversas formas de energia que podemos perceber e experimentar.
No Oriente, acreditam que por baixo das forças físicas e mentais no mundo, há todo um domínio de relacionamentos e fluxos de energia mais sutis. Esse domínio está incluído dentro do domínio físico, que pode ser percebido mais facilmente. Acreditam que essas energias mais sutis devem estar em harmonia para que o domínio físico também esteja em ordem. Tanto os desequilíbrios físicos como os mentais começam nesse domínio mais sutil, e que esses desequilíbrios mais sutis manifestam-se nas energias físicas mais densas da mente e da matéria. Para que qualquer energia se manifeste, para que qualquer forma exista, deve haver movimento. Sem movimento não há vida.
O Ocidente e a Física Moderna
O cientista físico, professor na Universidade de Oxford, David Bohn, vê o universo como formado por duas ordens que ele chamou de implícita ou dobrada e explícita ou desdobrada.
A Ordem Explícita ou desdobrada é o domínio do mundo palpável e mensurável. É o mundo que percebemos através dos nossos cinco sentidos. Aquilo que vemos, ouvimos, sentimos, cheiramos, saboreamos, e, até mesmo o que pensamos está na ordem desdobrada. O mundo explícito é governado por suas próprias leis, que Bohm chama “leis da heteronomia”. Essas são as leis físicas do nosso universo observável. A física newtoniana, a anatomia e a fisiologia, os sentidos, o sol, a lua e as estrelas são regidos por essas leis. A maioria das pesquisas médicas e científicas tem sido feitas nesta ordem explícita. Este é o nível do mundo material, com suas quantidades mensuráveis e seus processos físicos.
Existe, entretanto, uma subestrutura nesse mundo tangível, toda uma nova ordem com um domínio que está literalmente contido dentro do mundo explícito; um domínio de relacionamentos sutis, com sutis movimentos de energia que mantém as coisas funcionando como um todo, “leis da holonomia” que Bohm chama essa ordem de implícita. Neste processo de inter-relacionamento da ordem explícita e implícita existe o movimento que ele deu o nome de holomovimento.
O físico Heisenberg mostrou que a consciência do cientista está intrincadamente ligada ao experimento: que o observador é parte daquilo que está sendo observado.
O cientista John Bell desenvolveu um teorema, comprovado posteriormente por meio de experimento, onde demonstra que há uma interconexão básica entre todas as coisas. Neste teorema, Bell mostra que depois de entrarem em contato duas partículas subatômicas elas continuam a influenciar-se mutuamente de forma simultânea, mesmo que tenham sido levadas para extremidades opostas do universo. Se você deslocar uma delas numa direção a outra reagirá instantaneamente. Aqui o tempo e o espaço tornam-se conceitos sem sentido.
Bohm diz que o substrato do nosso mundo explícito de tempo, espaço e matéria são o domínio implícito. Para servir de paradigma ele compara o universo como semelhante a um vasto holograma, em que todo pedaço contém dentro de si todas as informações relativas ao todo. Ele diz que...
“O que acontece aqui é evidentemente similar, em certos aspectos cruciais, ao que ocorre com o holograma. Sem dúvida, há diferenças. Assim, numa análise suficientemente precisa, pode-se ver que as partes da gotícula de tinta mantêm-se numa correspondência biunívoca à medida que são agitadas e que o fluido se movimenta continuamente. Por outro lado, no funcionamento do holograma não há essa correspondência biunívoca. Portanto, no holograma (como em experiências num contexto “quântico”), não há em última instância, uma maneira de reduzir a ordem implicada a uma ordem explicada de um tipo mais sutil e mais complexo”.
Grifo nosso (Exemplo da tinta misturada num fluido viscoso)
A estrutura do universo contém em seu interior ilimitadas quantidades de informações. Nesse universo níveis mais elevados de ordem e informação estão contidos na estrutura constituída pelo espaço e pela matéria / energia. Cada pedaço do universo contém informações relativas à constituição de todo o cosmos. Ao contrário de um holograma estático, o holomovimento é um sistema dinâmico que se altera de microssegundo para microssegundo.
Como o que acontece em apenas um fragmento do holomovimento, afeta simultaneamente toda a estrutura, existe uma extraordinária interação entre todas as partes do universo. O holomovimento cósmico é constituído por padrões sobrepostos de interferência de energia de muitas freqüências diferentes. Cada padrão de holomovimento de uma freqüência específica contém informações de uma dada natureza relacionadas com as características da esfera dessa freqüência.
Para a TR podemos obter acesso a esse primeiro holomovimento e coligir informações sobre a estrutura física. E a partir do holomovimento das freqüências do reino da matéria física, podemos obter a alcançar informações com um sub-padrão semelhante correspondente ao reino da matéria etérica. Obtendo acesso a faixa de freqüência etérica do holomovimento, podemos reunir informações sobre a natureza etérica (ordem implicada) de dimensões mais elevadas existentes além do plano físico.
A Ordem Implícita torna-se explícita ou manifesta devido às várias Leis da Holonomia, ou leis do todo. Dentro daquilo que podemos observar existe um domínio implícito que liga todas as coisas, experiências e seres aparentemente separados, formando o todo universal. Em sua origem há uma unicidade ou totalidade implícita que é invisível no nível explícito.
Figura 1. Lei da Heteronomia – mesmos acontecimentos causais num nível explícito.
Figura 2. Lei da Holonomia – mesmos acontecimentos causais com as conexões no nível implícito.
Quando o observador está dentro da ordem explícita ele não vê a ordem implícita. O implícito está dentro do explícito em cada aspecto manifesto da realidade, que por sua vez pode ter outros relacionamentos dobrados/desdobrados. Cada desdobramento pode ter dentro de si outras informações implícitas e, assim, um potencial adicional de esfoliação. Isto pode assumir qualquer nível de complexidade com vários aspectos envolvendo-se uns aos outros. Mundos dentro de mundo, e universos dentro de universos: mundos completamente contidos dentro de outros.
David Bohm traz a consciência para o domínio da física, dizendo que a consciência está envolvida pela ordem implícita. Toda a expressão dos acontecimentos físicos vem acompanhados de uma expressão simultânea da consciência. Esta mesma noção está de acordo com as filosofias tradicionais que não consideram possíveis nenhuma criação sem o movimento da consciência envolvida. Coisas e situações que a primeira vista parecem ser acontecimentos aleatórios podem estar completamente inter-relacionados na ordem implícita.
Os acontecimentos numa parte do universo podem afetar simultaneamente acontecimentos em outra parte do universo, simplesmente por serem parte do mesmo todo. Um importante aspecto dessa ordem da realidade é que pode ser vista sob dois aspectos: o linear (heteronomia) e do todo (holonomia).
Parece e dá a impressão de ter relacionamento linear. Ex. Uma bola de bilhar, atinge uma outra e faz esta segunda se mover. Assistimos o relacionamento do aspecto linear.
Relacionamento do todo
Este é um processo multidimensional de vastíssima complexidade. A fonte desse movimento pode ser encontrada no complexo campo emocional do jogador que faz a tacada; uma fonte adicional poderia incluir as influências que atuaram sobre a vida do jogador, e assim por diante.
Fluxo da energia
David bohm diz que a matéria é luz congelada. Os cientistas modernos afirmam que o que “existe por aí” é um vasto oceano de ondas e freqüências – padrões de interferência – que nós extraímos através dos nossos cinco sentidos, por exemplo: as freqüências audíveis (som), as freqüências de luz (cores), as freqüências do cheiro, as freqüências do paladar e inclusive nossos movimentos são registrados como freqüências. O cérebro, similar a um aparelho de TV, converte estes padrões de freqüências de ondas em nossa “realidade”; o som de uma voz amiga, a cor azul, o gosto de mel, o cheiro da rosa.
O cérebro humano é composto de três cérebros: Um cérebro base, muitas vezes chamado cérebro reptiliano que lida com respostas involuntárias, em volta dele está o sistema límbico, conhecido como cérebro do meio, envolvido com a expressão e experiência emocional, e na parte exterior está o neocortex usado para pensar. Desenvolvido pelos humanos ele cresceu e expandiu-se na história evolucionária numa rapidez sem precedente.
Os três cérebros dentro de um, estão conectados e performam de maneira sinergética. Do ponto de vista científico, o cérebro funciona através duma organização hierarquizada e ramificações nervosas interconectadas. Este é essencialmente o modelo bio-computador. Contudo, alguns cientistas acreditam que muito mais está acontecendo além da crença de meras funções de armazenamento e retirada como um sofisticado computador.
Nós agora sabemos que a memória está distribuída por todo neocortex da mesma maneira como funciona o holomovimento. As ondas cerebrais, como foi estudado pelos pesquisadores, estão distribuídas por todo o corpo e em volta dele, e de grande significação, porque tem relação com o estado da consciência, e especialmente em estados alterados da consciência. A exploração desses estados através da meditação, biofeedback e outras modalidades parecem trazerem uma aceleração extraordinária no processo de informação psicológica, assim como, nos fenômenos psíquicos e experiências ultra modernas.
Cada um tem uma percepção e resposta absolutamente individual, semelhante a nossa impressão digital. Por isso é que seis pessoas observando um acidente terão seis versões diferentes do que aconteceu. Se nós desejamos mudar qualquer limitação na nossa vida, precisamos mudar como nós percebemos o mundo e respondemos aos acontecimentos. A percepção com que ressonamos cria um padrão de freqüência de onda sobre o corpo-mente, do qual se manifesta na nossa realidade.
O estado de equilíbrio e de desequilíbrio no nosso sistema energético é determinado por diversos fatores, como por exemplo, pela história da nossa geração, por padrões arquétipos, pela restrição ou bloqueio ao fluxo livre e equilibrado da energia, que ocorre quando alguma necessidade básica da vida foi insatisfatória.
A energia deve fluir livremente para que a vida também flua com liberdade. Toda energia surge de uma fonte, adquire movimento através do holomovimento, encontra expressão em algum tipo de forma e, depois, retorna à sua fonte original. As energias devem completar-se em alguma forma ou relacionamento antes que possam retornar à sua origem. Até aqui, nenhum problema: temos um sistema de energia de fluxo livre que pulsa rumo à forma e volta para a sua fonte. É o processo de descida e subida da energia. As energias criam três atributos básicos da forma: os nossos pensamentos, as nossas emoções e o nosso corpo físico. Embora isso devesse ocorrer de maneira fluente e harmoniosa, às vezes acontece alguma coisa que restringe e desequilibra esse processo.
Os problemas nesses fluxos parecem ocorrer no ponto de completamento porque, de alguma maneira, as energias ficam presas nas formas que estão criando. Acontece alguma coisa que faz as formas ficarem rígidas, e que aprisiona a energia na manutenção da forma. Assim os pensamentos podem transformar-se em crenças rígidas, em opiniões e em julgamentos aos quais podemos nos agarrar desesperadamente. Em vez de fluírem livre e harmoniosamente, as emoções ficam aprisionadas na indulgência, na dissimulação e na tensão física. O próprio corpo físico apega-se a padrões de fadiga, tensão, toxidade e rigidez, que requerem um grande aprisionamento de energias. A energia fica aprisionada na manutenção de formas e padrões cristalizados, rígidos e contraproducentes. Elas ficam aprisionadas nas próprias coisas em que se transformam.
Os problemas surgem quando começamos a nos identificar com as formas que estão sendo criadas. Com esse processo de identificação e apego criamos o senso de nós mesmos, de nosso ego e de nossa auto-imagem. Começamos a acreditar que somos os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e que somos ou possuímos um corpo físico. Começamos a reivindicar a propriedade das formas que criamos e aprisionamos uma tremenda quantidade de energia na manutenção dessa estrutura do ego. Tornamo-nos tão identificados e tão apegados a ele que o defendemos de qualquer maneira que pudermos. Num certo sentido, vemos o mundo através dele. Em vez de percebermos nossos pensamentos, sentimentos e corpo físico como um processo, tentamos estabilizar o todo num “eu” que vive no mundo como uma entidade separada dos outros “eus” e das outras coisas. Isso congela ou cristaliza as nossas energias em determinadas formas, e nós aceitamos determinados aspectos de nós mesmos e do mundo e rejeitamos outros. Vemos o mundo através dos véus deste processo de identificação e do peso do nosso condicionamento. Seja o que for que temos acesso, depende do nosso ângulo do ponto de vista. Muda o ângulo e se cria uma diferente realidade.
Alguma coisa acontece a esse “eu” e ele reage de uma certa maneira para se defender. Isso, então, torna-se parte do modo como o ego vê e protege a si mesmo. Os padrões transformam-se em hábitos e os processos ficam cristalizados. Se tivemos problemas de relacionamento com o nosso pai, isso se transforma numa parte do ego, num relacionamento cristalizado que faz com que o mesmo papel volte a ser desempenhado no contato com outras figuras masculinas investidas de autoridade. Fazemos isso por que aprisionamos nossas energias em padrões rígidos de pensamentos, sentimentos e formas para reforçar uma auto-imagem, um ego que parece bastante “real”, mas esse ego é um processo aprendido de condicionamento. Aprendo a ser “eu” e fico muito apegado a esse processo que, basicamente, foi construído por mim mesmo. O que estamos fazendo é estabelecendo uma separação onde o que realmente existe é uma íntima conexão.
Quando estamos unidos com a harmonia básica e a unicidade do universo, tudo está bem. Mas quando perdemos esta conexão, começamos a nos sentir separados e a perceber as coisas através dos véus da separação. No holomovimento, da origem para a forma, a conexão é esquecida e nos esquecemos de quem somos.
Quando nos esquecemos de quem somos e nos sentimos separados, surge um grande vazio. Precisamos construir um novo “eu” para preencher esse vazio, e assim criamos, nos apegamos e acreditamos em nosso ego. Esse processo do pensamento curva e distorce as nossas energias e as aprisiona nas formas que criamos. Isso nos conduz a um tipo de trituração e de desordenamento em que as energias, capturadas em padrões desequilibrados perdem sua ótima freqüência e tornam-se lerdas e desordenadas. Em vez de ser uma expressão divina da ordem, a forma torna-se um atoleiro de necessidades, desejos e atos confusos e contraditórios.
No nível prático básico, essas cristalizações de energia nos predispõem a processos de desequilíbrios e doenças. As energias não conseguem completar-se na forma e retornar à origem, sendo canalizadas para a recriação compulsiva da mesma forma vezes e vezes seguidas.
Na TR é fácil demonstrar como as pessoas inconscientemente não ressonam com as intenções que elas mais querem na vida – saúde, relacionamento amoroso, sucesso, etc. – e elas ressonam com as situações que elas não querem – saúde fraca, relacionamentos infelizes, inabilidade de ser independente, fazer o que elas gostam, etc... Se as nossas freqüências perdem seu ótimo nível de pulsação, automaticamente ressonamos com situações deprimentes. Quando nossas freqüências recuperam seu ótimo nível de pulsação, nós ressonamos outra vez com as intenções prazerosas da vida.
A intenção, positiva ou negativa com que ressonamos determina nossas ações e resultados. Quando as pessoas ressonam com propósitos negativos, ou não ressonam com os propósitos positivos, elas experimentam sacrifício, dificuldade, dor, infelicidade, frustração e perda.
Deste modo vemos a forma que os padrões de ondas criados por nossas percepções, as freqüências das energias e as intenções com as quais ressonamos, determinam como experimentamos a vida.
A importância da percepção
Pesquisas têm confirmado que mais importante do que a realidade, é a nossa percepção da realidade e a sua resposta. Por exemplo, num experimento foi injetada cafeína nos braços dos participantes e foi dito a eles que era um sedativo. Por que eles ressonaram com esta percepção, todos caíram no sono, apesar do fato de ter sido injetado cafeína. Em outro projeto de pesquisa, os participantes eram soldados israelenses que foram divididos em três grupos. Todos os grupos andaram 40 km. Para o grupo n.º 1, foi dito que eles andaram 40 km, e para o grupo n.º 2, foi dito que eles andaram 20 km, e para o grupo nº 3, foi dito que eles andaram 60 km. E depois, mandaram eles andarem mais 10 km. A resposta dos seus corpos em termo de nível de exaustão, pressão sangüínea, etc., foram apropriados pelo que tinha dito à eles. A crença com que eles ressonaram determinou suas experiências, mais do que realmente o que aconteceu.
A mente inconsciente não distingue entre o que é “real”, e o que é percebido. De fato, nós sempre respondemos o que nós percebemos seja isto “real” ou não. Agora é mais aceito, que se nós queremos mudar nosso estado de saúde ou qualquer situação inconfortável, nós precisamos mudar nossa atitude, ou percepção, e até nossa linguagem, tudo que seja uma projeção do que nós ressonamos inconscientemente.
A dificuldade em mudar a nossa percepção, é que a maioria das nossas percepções são dirigidas pelo inconsciente. Como um iceberg, de 9/10 ton que está escondido debaixo d’água, as percepções negativas com que nós ressonamos estão bem escondidas. Mesmo que estas percepções inconscientes se tornam conscientes, isto necessariamente não muda seus padrões de ondas. É com o padrão de onda que nós ressonamos negativamente que se auto manifesta como stress e causa problemas em nossa saúde, negócios e relacionamentos.
Deste modo nós vemos a maneira que os padrões de ondas criadas por nossas percepções, nossas freqüências das energias e as intenções que nós ressonamos, determinam como experimentamos a vida: com boa saúde ou doença, alegria ou depressão, fácil ou luta.
Quando as nossas necessidades básicas de vida não são encontradas (seja em nossa percepção no útero, na infância, adolescência, ou adulto) nosso sistema energético torna-se bloqueado e nosso sistema corpo-mente cria respostas “sobreviventes” e compensações. Nossa freqüência no padrão de onda perde sua ótima forma, som ou luz. É como colocar o pé num riacho: a água não corre livremente. O mesmo acontece conosco quando o grande potencial energético da nossa vida somente escorre através do nosso sistema corpo-mente, nós não podemos mais viver a vida plenamente; nós somente passamos por ela, e muitas vezes a um alto preço em termos de potencial para alegria e bem estar que estão de fato disponíveis para nós.
O som faz a forma
Como o experimento do Dr. Hans Jenny, onde freqüências diferentes de som produziam diferentes formas, assim também conosco, tão logo levamos as freqüências para ótima ressonância, automaticamente criamos ilimitados caminhos e novas possibilidades para ação.
Nosso cérebro é realmente uma máquina de tempo e espaço
Hoje em dia está bem estabelecido que em certos estados alterados de consciência, especialmente em meditação prolongada, há uma mudança profunda no ritmo das ondas cerebrais associada com o “peak” da experiência. Aqueles momentos de iluminação onde a experiência nos liga com o “momento eterno” e nos conecta com o universo. O que não está muito bem compreendido é como isto funciona.
O cérebro e suas estruturas internas liberam campos de energia. Apesar desses campos serem bem sutis, com equipamentos sofisticados é possível detecta-los e medi-los. Um desses instrumentos é chamado SQUID. É um capacete que mapeia a energia cerebral, especialmente feito para detectar campos magnéticos em freqüência ultrabaixa (ULF). Usando um computador, esses campos energéticos podem ser mapeados e gravados sobre um gráfico. Um cientista disse que se ligou a um capacete sensor SQUID enquanto estava experimentando um estado alterado de consciência. Focalizando este instrumento sensível sobre a região do meio cérebro (onde estão as glândulas Pineal e Tálamo) a geometria deste campo magnético quando examinados sobre o gráfico tri-dimensional, tinha a mesma forma a aparência da ponte espaço-tempo “Einstein- Rosen”.
O que é ponte espaço-tempo “Einstein-Rosen”? É como o buraco da minhoca. É uma estrutura engraçada na forma de uma lingüiça que é capaz de furar no seu caminho um túnel através do espaço-tempo. (O buraco de minhoca cósmico é um campo de gravidade que envolve espaço-tempo – conectando dois universos paralelos ou partes distantes do mesmo universo. Seu nome é derivado do atalho que a minhoca toma ao penetrar uma maçã, em vez de se arrastar em volta dela). Se isso for certo, vai responder muitas perguntas e questões e também vai dar uma base biofísica para os estados místicos, e fenômenos psíquicos.
O cérebro humano emite campos de energia que parece estruturas e processos encontrados no cosmos. Se este modelo é uma representação correta do que está acontecendo dentro das nossas cabeças, poderia ser especulado que tal sistema poderia também atuar da mesma maneira como um universo. Em outras palavras, que o cérebro não é somente o que dizem. Ele pode funcionar como um transdutor biológico espaço-tempo de energia. Um mini universo dentro do universo. As implicações seriam astronômicas.
Os chineses antigos sempre acreditam que era assim: “O Tao (o universo) estava na nossa cabeça”. De acordo com Fritjof Capra no Tao da Física:
“Os sábios do oriente também falam numa extensão das suas experiências do mundo em estados alterados de consciência, e afirmam que estes estados envolvem uma experiência radicalmente diferente de espaço e tempo. Eles enfatizam que na meditação não somente, vão além do espaço ordinário da terceira dimensão, mas também – e muito mais forte – que o conhecimento ordinário de tempo é transcendente. Em vez da sucessão de instantes linear, eles experimentam o que chamam – o infinito, sem tempo e ainda o presente dinâmico”.
Palavras de Louis de Brogile: “No tempo-espaço, tudo para cada um de nós constitui o passado, o presente e o futuro são dados em bloco... Cada observador, com o passar do tempo, descobre, assim falando, novo pedaço do tempo-espaço que lhe parece como aspectos sucessivos do mundo material, que na realidade é um conjunto de eventos constituindo espaço-tempo existente antes do seu conhecimento. Meditação de acordo com os místicos, nos permite transcender a experiência espaço-tempo e entrar na quarta dimensão onde o espaço e o tempo fica unificado num contínuo quarto dimensional, onde não há antes ou depois, então não pode ter relacionamento de causa e efeito. Somente na nossa realidade de baixa dimensão que experimentamos uma seqüência temporal de eventos, se movendo através do tempo numa sucessão linear de momentos de causa e efeito. Talvez, um mecanismo no nosso cérebro-mente nos segura dentro dessa construção de realidade densa parecida com a maneira como as forças físicas no universo funciona para agarrar e prender o espaço. Através da meditação e experiência de estados alterados nós podemos de alguma maneira ser capazes de manipular nossa consciência e transformar este campo energético, escapando do mundo de causa e efeito.
http://pontalenergetico.com.br/web/Brasil/Holomovimento/holomovimento.htm
30.8.15
HOLOTROPICO
Os estados holotrópicos são caracterizados pelas mudanças perceptuais dramáticas em todas as áreas sensoriais. Quando fechamos nossos olhos, nosso campo visual pode ser inundado com imagens advindas de nossas histórias pessoais e do inconsciente coletivo e individual. Podemos ter visões e experiências retratando vários aspectos dos reinos animal e botânico, da natureza em geral ou do cosmos. Nossa experiência pode nos levar para dentro do reino de seres arquetípicos e regiões mitológicas. Quando abrimos os olhos, nossa percepção do meio pode ser transformada, de forma ilusória, pelas projeções vividas do seu material inconsciente. Isso pode ser acompanhado por uma ampla variedade de experiências envolvendo outros sentidos - vários sons, sensações físicas, cheiros e tatos.
Stanislav Grof e Christina Grof.
RESPIRAÇÃO HOLOTRÓPICA E TRABALHOS EM MANDALAS
A Respiração Holotrópica™ é uma revolucionária técnica de autoexploração e
psicoterapia criada pelo psiquiatra Stanislav Grof - um dos fundadores e principais teóricos da Psicologia Transpessoal - e sua esposa, Christina. É aplicada desde 1976 com profundos impactos terapêuticos e de desenvolvimento pessoal.
Holotrópico significa "movendo-se em direção à totalidade". Deriva do grego
holos (todo) e trepein (mover-se em direção a). Na Respiração Holotrópica™,
estes estados ampliados de consciência e seu pontencial de cura e transformação
são alcançados com a combinação de técnicas essencialmente simples: respiração
profunda e acelerada, música evocativa e trabalho corporal em um ambiente
seguro e responsável. Corpo, mente, emoções e espírito trabalham em conjunto e,
dessa forma, acessam o Ser Integral, que reúne estes campos.
Ao atingir estados incomuns de consciência, o método permite que os participantes se conectem à sabedoria e à capacidade de cura próprias de seu
corpo e psiquismo, capaz de selecionar e trazer à tona conteúdos de forte carga
emocional e, portanto, de grande importância às dinâmicas psíquicas. Pode-se
reviver ou conectar-se com material biográfico, ter acesso às memórias do
nascimento e da vida pré-natal, além de infindável espectro dos fenômenos
transpessoais. O campo transpessoal compreende experiências nas quais o indivíduo não está limitado ao ego, espaço ou tempo. Há uma conexão natural com os domínios míticos e arquetípicos, o inconsciente coletivo, o transcendente e o cosmos. Este mergulho profundo proporciona a cura de distúrbios emocionais e
psicossomáticos. Desperta uma visão mais compassiva para consigo, pela
humanidade e para com o planeta.
Stanislav Grof e Christina Grof.
RESPIRAÇÃO HOLOTRÓPICA E TRABALHOS EM MANDALAS
A Respiração Holotrópica™ é uma revolucionária técnica de autoexploração e
psicoterapia criada pelo psiquiatra Stanislav Grof - um dos fundadores e principais teóricos da Psicologia Transpessoal - e sua esposa, Christina. É aplicada desde 1976 com profundos impactos terapêuticos e de desenvolvimento pessoal.
Holotrópico significa "movendo-se em direção à totalidade". Deriva do grego
holos (todo) e trepein (mover-se em direção a). Na Respiração Holotrópica™,
estes estados ampliados de consciência e seu pontencial de cura e transformação
são alcançados com a combinação de técnicas essencialmente simples: respiração
profunda e acelerada, música evocativa e trabalho corporal em um ambiente
seguro e responsável. Corpo, mente, emoções e espírito trabalham em conjunto e,
dessa forma, acessam o Ser Integral, que reúne estes campos.
Ao atingir estados incomuns de consciência, o método permite que os participantes se conectem à sabedoria e à capacidade de cura próprias de seu
corpo e psiquismo, capaz de selecionar e trazer à tona conteúdos de forte carga
emocional e, portanto, de grande importância às dinâmicas psíquicas. Pode-se
reviver ou conectar-se com material biográfico, ter acesso às memórias do
nascimento e da vida pré-natal, além de infindável espectro dos fenômenos
transpessoais. O campo transpessoal compreende experiências nas quais o indivíduo não está limitado ao ego, espaço ou tempo. Há uma conexão natural com os domínios míticos e arquetípicos, o inconsciente coletivo, o transcendente e o cosmos. Este mergulho profundo proporciona a cura de distúrbios emocionais e
psicossomáticos. Desperta uma visão mais compassiva para consigo, pela
humanidade e para com o planeta.
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- spirao-holotrpica-no-processo-xamnico.html
Um aspecto interessante, em particular, dos estados holotrópicos é seu efeito nos processos do pensamento. O intelecto não é prejudicado, mas funciona de um modo que é significativamente diferente do modo diário de operação. Enquanto podemos não ser capazes de depender do nosso julgamento, em matérias práticas ordinárias, podemos ser literalmente inundados com notáveis informações válidas, em uma variedade de assuntos. Podemos encontrar insights psicológicos profundos no que diz respeito à nossa história pessoal, dinâmica inconsciente, dificuldades emocionais e problemas interpessoais. Podemos, também, experienciar revelações extraordinárias concernentes a vários aspectos da natureza e do cosmos, que por uma larga margem transcendem nossos antecedentes intelectual e educacional. Contudo, grande parte dos mais interessantes insights, que se tornam disponíveis nos estados holotrópicos, gira em torno de assuntos espirituais, filosóficos e metafísicos.
http://diacrianos.blogspot.com.br/2007/10/re
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A CRISE DE EMERGÊNCIA ESPIRITUAL
Existem diferenças entre um surto psicótico e uma profunda experiência de abertura espiritual? Para psiquiatria tradicional, não. Incapaz de reconhecer e valorizar os sintomas que cercam as crises de transformação/renascimento vividas por certas pessoas, a ciência as trata com altas doses de medicações e internações. Com isso, é abortado o processo interior. E o pior: a partir daí pode instalar-se realmente um surto destrutivo, muitas vezes sem retorno.
O psiquiatra tcheco Stanislav Grof é conhecido internacionalmente pelos trabalhos pioneiros, desenvolvidos ao lado da esposa Christina, na área do que vem chamando “emergência espiritual”. Um exemplo típico de emergência – e de correta assistência à ela – está em seu livro Psicologia Futuro (Ed. Heresis)
Karen era uma mulher jovem e graciosa com quase trinta anos de idade, loira e leve, que porejava uma beleza suave e sonhadora. Externamente, parecia meio tímida e quieta, mas era muito astuta e ativa fisicamente. Teve uma infância difícil: sua mãe havia cometido suicídio quando ela tinha três anos e cresceu com um pai alcoólatra e sua segunda esposa. Deixou sua casa no final da adolescência, viveu períodos de depressão e periodicamente lutava contra a compulsão de comer.
Ela viajou, estudou e se apaixonou por dançar jazz, tornando-se dançarina consumada e professora ocasional. Ela gostava de cantar e desenvolveu habilidade profissional como perita em massagem.Karen se estabeleceu no campo, onde conheceu e passou a viver com Peter, um homem sensível e carinhoso – embora não tenham se casado, tiveram uma filha, Erin, por quem ambos têm muita devoção.
A história de Karen representa o mais dramático fim de um continuum entre uma emergência espiritual gradual e suave e a extrema crise emergência espiritual. Mesmo assim, muitas das questões ligadas à sua experiência se aplicam a qualquer um que esteja passando por um processo de transformação. Pudemos observar em primeira mão grande parte do que vamos descrever.
INÍCIO INESPERADO
A crise de Karen continha todos os elementos de uma verdadeira emergência espiritual: teve a duração de três semanas e meia, interrompeu totalmente seu funcionamento usual e foram necessárias vinte e quatro horas de atenção por dia. Após alguns dias desse estado de emergência espiritual, alguns de seus amigos, que sabiam do nosso interesse nessa área, pediram que nos envolvêssemos nos cuidados com ela. Nós a vimos quase diariamente durante as últimas duas semanas e meia do seu episódio.
Como costuma ser o caso da maior parte das emergências espirituais, o início da crise de Karen foi rápido e inesperado e ela ficou tão absorvida e dominada por suas experiências que era incapaz de cuidar de si ou de sua filha de três anos, que ficou com o pai. Seus amigos e a comunidade onde vivia decidiram que, ao invés de hospitalizá-la, iriam se revezar para cuidar dela vinte e quatro horas por dia.
Karen foi levada de sua casa para um quarto na casa de vários de seus amigos. Eles então organizaram um “serviço de acompanhamentos”: duas pessoas por vez se alistaram para turnos de duas ou três horas durante cada período de vinte e quatro horas. Puseram um caderno do lado de fora da porta para que os acompanhantes pudessem assinar sua entrada e saída e anotar sua impressões sobre as condição de Karen, o que ela havia dito ou feito, que líquidos ou comidas havia consumido e que tipo de comportamento a próxima dupla deveria esperar.
SENTIMENTOS ABRASADORES
No primeiro dia de seu episódio, Karen anotou que sua visão ficou mais clara repentinamente, não tão “suave e indistinta” quanto costumava ser. Ela ouviu vozes femininas dizendo que ela estava adentrando uma experiência importante e benigna. Durante vários dias, um tremendo calor irradiou por seu corpo e ela teve visões de fogo e campos vermelhos, às vezes sentindo-se consumida por chamas. Para saciar a extrema sede que sentia, ocasionada pelos sentimentos abrasadores, ela tomou grandes quantidades d’água.
Parecia que Karen era propulsionada através do episódio por uma enorme energia que extravasava de si, levando-a a vários níveis do seu inconsciente e às memórias, emoções e outros sentimentos e sensações lá contidos. Ficando muito parecida com uma criança, ela reviveu eventos biográficos tais como o suicídio da mãe e o subsequente abuso físico infligindo por sua madrasta. Em uma ocasião, a memória infantil de estar levando uma surra de cinto mudou repentinamente e ela se sentiu como um negro africano sofrendo ao ser chicoteado a bordo de um navio negreiro apinhado.
CONTATO COM A MORTE
Ela lutou durante a dor física e emocional de seu próprio nascimento biológico e reviveu repetidas vezes o parto de sua filha. Experienciou a morte várias vezes e de várias formas e sua preocupação com a morte fez com que seus acompanhantes temessem a possibilidade de uma tentativa de suicídio. Porém, tal ocorrência era improvável devido à segurança do ambiente onde estava e ao zelo minucioso de seus ajudantes. Todos os envolvidos mantinham uma vigília constante, acompanhando-a constantemente e encorajando-a a manter suas experiências internalizadas ao invés de exteriorizá-las ativamente.
Periodicamente, Karen se sentiu conectada com sua mãe morta, assim como com uma amiga que morrera em um acidente há apenas um ano. Ela disse que sentia falta das duas e desejava muito unir-se a elas. Em outros momentos, sentia estar observando outras pessoas morrerem ou que ela mesma estava morrendo.
Dizendo-lhe que era possível experienciar a morte simbolicamente sem de fato morrer fisicamente, seus acompanhantes lhe pediam para manter os olhos fechados e a encorajaram a experienciar totalmente estas sequências de morrer internamente e a expressar as difíceis emoções nelas envolvidas. Ela aquiesceu e em pouco tempo passou pelo intenso confronto com a morte e com outras experiências.
SEXO E ESPIRITUALIDADE
Durante alguns dias, Karen foi assolada por sequências envolvendo elementos do mal. às vezes, ela se sentia como se fosse uma bruxa da antiguidade, participando de rituais mágicos de sacrifício, e em outros momentos sentia um monstro hediondo dentro de si. Conforme a besta diabólica expressava suas energias demoníacas, ela inundava o quarto com explicativas raivosas e rolava no chão fazendo expressões ferozes. Seus acompanhantes, percebendo que a extravasão não era direcionada a eles, a protegiam contra possível autodestrutividade e encorajavam a expressão total e segura dos impulsos.
Às vezes sua experiência se centrava sobre a sexualidade. Após reviver algumas memórias traumáticas de sua própria história sexual, ela sentiu uma forte fonte de energia na pélvis. Após ter encarado a sexualidade como um impulso instintivo baixo, teve uma profunda experiência espiritual na qual descobriu o mesmo insight oferecido por determinadas tradições esotéricas, particularmente o tantra: o impulso sexual não é simplesmente um ímpeto biológico, mas também uma divina força espiritual. Ela sentiu ter sido a primeira mulher a quem tal percepção fora concedida e passou a expressar uma nova reverência por seu papel místico como mãe que dá a vida.
CRIATIVIDADE E SENSIBIIDADE
Durante um outro período, Karen sentiu-se em união com a Terra e seus povos, sentindo a ameaça da destruição iminente. Ela teve uma visão de que o planeta e sua população estavam se dirigindo ao aniquilamento, expunha insigths bem delineados e sofisticados sobre a situação mundial. Ela viu imagens de líderes soviéticos e americanos com seus dedos “no botão” e fez comentários apurados e muitas vezes espirituosos sobre a política internacional.
Por vários dias, Karen ficou diretamente conectada com uma poderosa fonte de criatividade, expressando várias de suas experiências em forma de canções. Era impressionante testemunhar: após um tema interno emergir à consciência, ela criava uma canção sobre ele ou se lembrava de alguma que já conhecia e cantava prazerosamente ao atravessar aquela fase do seu processo.
Karen estava extremamente sensitiva, altamente sensível e aguçadamente sintonizada com o mundo à sua volta. Ela conseguia enxergar “através” de todos à sua volta, muitas vezes antecipando seus comentários e ações. Um dos acompanhantes estivera comentando sobre ela antes de entrar para vê-la. Quando ele entrou no quarto, ficou impressionado com a reprodução precisa que Karen fez da conversa que acabava de ter. Para o grande desconforto das pessoas ali envolvidas, ela comentava com muita franqueza sobre qualquer jogo interpessoal que ela percebia sendo efetuado e imediatamente confrontava qualquer um que estivesse com uma postura muito controladora ou rígida, recusando-se a cooperar com eles.
A JOIA SAGRADA
Após aproximadamente duas semanas, alguns dos estados difíceis e dolorosos começaram a amainar e Karen começou a ter experiência cada vez mais benévolas e iluminadas, sentindo-se cada vez mais conectada com uma fonte divina. Ela viu dentro de si mesma uma joia sagrada, uma pérola irradiante que sentia simbolizar seu verdadeiro centro e passou muito tempo falando com ela amorosamente e nutrindo-a. Karen recebeu instruções de uma fonte interna sobre como se amar e se cuidar, e sentiu sendo curadas as feridas emocionais que vinha carregando em seu coração e seu corpo. Ela disse estar se sentindo especial, “renascida”, como se tivesse passado por um “segundo nascimento”, comentando: “Estou me abrindo para a vida, para o amor, a luz e o Self”.
Conforme a experiência de Karen ia terminando, ela ficava cada vez menos absorvida pelo seu mundo interno e mais interessada por sua filha e pelas pessoas à sua volta. Começou a comer e a dormir com maior regularidade e aos poucos foi retomando alguns dos indispensáveis cuidados diários consigo mesma. Ela queria terminar sua experiência e voltar para sua casa e ficou claro para ela que as pessoas à sua volta também estavam prontas para o término do episódio. Karen e seus ajudantes chegaram ao acordo de que ela tentaria reassumir as responsabilidades dos cuidados diários por si mesma e por sua filha.
Tivemos oportunidade de falar com Karen em várias ocasiões desde o seu episódio e ficamos muito satisfeitos em ver que as mudanças positivas têm um caráter duradouro. Sua disposição melhorou e ela continua a ser segura de si e descontraída. Sua autoconfiança ampliada possibilitou sua apresentação como cantora em eventos públicos.
Stanislav Grof (n. 1 de julio de 1931, en Praga, República Checa (antiguamente Checoslovaquia)) es uno de los fundadores de la psicología transpersonal y un investigador pionero en el uso de los estados alterados de conciencia con el propósito de sanación, crecimiento e introspección
17.6.15
Terapia Holística
TERAPEUTA HOLÍSTICO
O terapeuta holístico é o profissional que atua no tratamento
integrativo. A abordagem holística compreende os elementos
emocionais e mentais, além do campo quântico que formam
sistemas de campos eletromagnéticos e energias diversificadas.
Compreende diversas técnicas que visam a qualidade de vida para
amenizar as doenças e distúrbios físicos, psíquicos e espirituais e
objetiva harmonia para a pessoa em seu contexto, concentrando-se
tanto na causa, como dos sintomas. Resgata assim os múltiplos
métodos de oriente e ocidente entre aromas e cores, símbolos e
arquétipos qualificados, florais e estudos de área interligada a
acupuntura, reiki, reflexologia, massoterpia, cromoterapia, artes e
sons, movimentos e novas aprendizagens como mandalas e
pinturas para harmonia e bem estar.
Para se tornar um terapeuta holístico é importante a visão holista
da vida, sem dogmas e intuição aliada a sensibilidade e respeito a
cada SER, a mente aberta e estudos autodidatas, não há uma
formação específica ou obrigatória, pois a profissão não é
regulamentada por lei federal. Entretanto, assim como em
qualquer área, é muito importante e destaca o profissional dos
demais, a formação em cursos, a busca por formação e estudos
contínuos. Para tal, o terapeuta holístico pode optar por uma gama
variada de cursos livre e especialidades. Necessário Realização de
anamnese, direcionamento ao terapeuta competente a área ,
abordagem especial a cada pessoa
em complemento às terapias convencionais.
As atualizações conforme as áreas propostas são importantes
como característica fundamentada em holismo e assim a
competência do profissional ligado a fatores humanos e
potencialidades do mundo atual para equilibrar a natureza do Ser,
o fluxo e projetos definidos apresentado previamente a cada
buscador de autoconhecimento e técnicas integrativas.
Em linguagens atuais está presente a Nova Era,
os símbolos e a radiestesia e radiônica, feng shui cromoart,
xamanismo e apreciações entre aromas, cores e mantras,
incensos e material de pedras e cristais.
O local de atendimento é reservado em tranquilidade e simplicidade.
As terapias exigem envolvimento com a prática
e o resultado de ambas as partes de interesse,
pois são meios comunicantes entre esferas iluminadas de paz e gratidão pela vida,
a fim de autoconhecimento e direcionamento das energias e fluxo de cada terapia
envolvida com o buscador, cada pensamento ativo e cada despertar espiritual.
Não há como falar em terapias e ainda manter as vendas de preconceitos,
mas é importante o discernimento bem claro do que é a busca e
do que é proposto para atender a cada etapa de interação entre o Ser e o Terapeuta.
A terapia é o reflexo da boa troca e da transparente energia que os toca, igualmente.
"O Holismo como paradigma filosófico-científico, surgiu na década de 60, como uma resposta ao mal estar estabelecido nestes tempos de pós-modernidade e que é em grande parte causada exatamente por este fracionamento dos aspectos humanos, principalmente a divisão corpo e mente. Uma fragmentação estabelecida através das teorias mecanicistas ao longo do Renascimento, o que foi chamado de pensamento cartesianista.
O Holismo resgata a visão de que o ser humano é um todo composto por aspectos físicos, emocionais, espirituais e mentais, sendo um interagindo com o outro. Observar o ser humano apenas através de um destes aspectos é perder de vista sua integridade"
O Holismo resgata a visão de que o ser humano é um todo composto por aspectos físicos, emocionais, espirituais e mentais, sendo um interagindo com o outro. Observar o ser humano apenas através de um destes aspectos é perder de vista sua integridade"
A medicina ortodoxa ocidental, por exemplo, é bastante conhecida por sua atuação através de medicamentos buscando a cura através da remoção de sintomas e muitas vezes mascarando as reais causas que não são físicas e sim, emocionais, mentais ou energéticas. A própria OMS - Organização Mundial de Saúde, há muito já mudou o conceito de saúde de "ausência de doença" para "bem estar físico-psico-social", onde demonstra o reconhecimento da amplitude do ser humano.
Temos assim o que é chamado de Paradigma Holístico, que vem a ser a atual tendência de abordagem nas mais diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os itens, se sobrepõe à análise e "dissecação" das "partes". No campo terapêutico não é diferente, e conhecidas ainda como Terapias Auxiliares, as Terapias Holísticas não vem substituir outros tipos de terapia ortodoxas, mas sim, acrescentar mais uma visão em busca do bem estar e qualidade de vida do ser humano.
Temos assim o que é chamado de Paradigma Holístico, que vem a ser a atual tendência de abordagem nas mais diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os itens, se sobrepõe à análise e "dissecação" das "partes". No campo terapêutico não é diferente, e conhecidas ainda como Terapias Auxiliares, as Terapias Holísticas não vem substituir outros tipos de terapia ortodoxas, mas sim, acrescentar mais uma visão em busca do bem estar e qualidade de vida do ser humano.
s Terapias Holísticas são por definição, o conjunto de técnicas oriundas das mais variadas culturas e dos mais distintos contextos históricos e que de forma renovada e organizada, se prestam na atualidade para promover o bem estar e a qualidade de vida do ser humano.
É o Terapeuta Holístico que procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos da pessoa. Cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade, promovendo a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão.
Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis conseqüências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de um somatório de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
Dentro do conceito holístico as doenças não se devem a apenas uma causa, mas devem ser analisadas dentro de um todo. O homem não é apenas o seu corpo físico e perecível. O homem sente, pensa, e este sentir e pensar interferem em sua constituição.
A terapia holística busca tratar cada caso como algo único, entendendo que muitas vezes pessoas que apresentam um mesmo distúrbio, não contraíram da mesma forma e não apresentam os mesmos sintomas. Isso acontece porque cada indivíduo é único e assim necessita de uma abordagem individual.
Recentemente a medicina tradicional reconheceu o papel das emoções e pensamentos na saúde humana. No oriente, esta visão tem orientado os últimos 5000 anos de pesquisas e sabedoria milenar. A Terapia Holística resgata estes conhecimentos com técnicas profundas e completas.
É o Terapeuta Holístico que procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos da pessoa. Cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade, promovendo a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão.
Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis conseqüências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de um somatório de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.
Dentro do conceito holístico as doenças não se devem a apenas uma causa, mas devem ser analisadas dentro de um todo. O homem não é apenas o seu corpo físico e perecível. O homem sente, pensa, e este sentir e pensar interferem em sua constituição.
A terapia holística busca tratar cada caso como algo único, entendendo que muitas vezes pessoas que apresentam um mesmo distúrbio, não contraíram da mesma forma e não apresentam os mesmos sintomas. Isso acontece porque cada indivíduo é único e assim necessita de uma abordagem individual.
Recentemente a medicina tradicional reconheceu o papel das emoções e pensamentos na saúde humana. No oriente, esta visão tem orientado os últimos 5000 anos de pesquisas e sabedoria milenar. A Terapia Holística resgata estes conhecimentos com técnicas profundas e completas.
Podemos considerar o Holismo como uma linguagem. Uma linguagem de entendimento do mundo, do ser humano e da vida como sendo entidades completas e únicas e ao mesmo tempo, interligadas.
O termo vem do grego, onde Holos significa "inteiro", "todo". Remonta aos pré-socráticos e já era utilizado e foi consagrado por Heráclito (544 aC - 484 aC) quando afirmava que "as partes estão no todo e o todo nas partes". Ou seja, um sentido de integração.
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O termo vem do grego, onde Holos significa "inteiro", "todo". Remonta aos pré-socráticos e já era utilizado e foi consagrado por Heráclito (544 aC - 484 aC) quando afirmava que "as partes estão no todo e o todo nas partes". Ou seja, um sentido de integração.
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Holístico(Paradigma): tendência atual de abordagem em diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os itens se sobrepõe à análise e “dissecação” das “partes”. Exemplos: Terapia Holística, Empresariado Holístico (meio ambiente, qualidade de vida do empregador e do funcionário, lucro, tudo é tido como interdependente e igualmente importante), Educação Holística (as matérias são estudadas interconectadas entre si).
Holografia/Holograma: tipo de fotografia especial baseada na luz coerente (laser), inventada por Dennis Gabor (ganhador do Prêmio Nobel). A placa holográfica aparenta ser um padrão incoerente de ondas; entretanto, quando iluminada por um laser adequado, surge como que pairando sobre ela, uma imagem tridimensional do objeto holografado, na qual qualquer “pedaço” do holograma, quando iluminado, é capaz de reproduzir toda a imagem, embora com menos detalhes do que se obteria com o holograma inteiro. A holografia possibilita armazenar uma quantidade extrema de informações, com riqueza tridimensional. Metaforicamente, podemos dizer que fazemos parte de e que somos um Holograma* Universal, onde tudo está intimamente ligado entre si, nada ocorrendo ao acaso. Microcosmos que somos, nossas energias formam um holograma* onde toda e qualquer informação psíquica/física se encontra acessível em qualquer parte de nosso ser. Este conceito de inter-relação entre todas as coisas vem revolucionando diversos campos do saber humano, criando o chamado paradigma Holístico.
Holística(Terapia* Holística): o cliente é abordado integralmente, ou seja, em seus aspectos físicos, psíquicos, ambientais e cósmicos e, para tanto, faz-se uso de uma somatória de Aconselhamento* e Vivências* com técnicas de intervenção corpórea, tais como Massagem* , Terapia* Corporal (Corporal*), Acupuntura* e derivadas (Auriculoterapia, Cromopuntura, etc.), dentre outras. Definição oficial, outorgada pelo Conselho Federal de Terapia Holística: Terapia Holística é uma proposta predominantemente preventiva, onde o que se busca é o equilíbrio corpóreo/psíquico/social por meio de estímulos os mais naturais possíveis para que sejam despertos os próprios recursos do cliente, almejando a auto-harmonização pela ampliação da consciência.. As funções do Terapeuta Holístico, que podem ser realizadas em consultórios particulares, clínicas em geral, serviços públicos, empresas e, inclusive, a domicílio, consistem em: I – proceder ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, a fim de promover a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando-o ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões; II – Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis conseqüências; III – promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento, podendo, inclusive, fazer uso de instrumentos e equipamentos não agressivos, além de produtos cuja comercialização seja livre; IV – orientar seus clientes através de aconselhamento profissional; V – promover a otimização da qualidade de vida e a maximização do potencial de cada cliente; VI – exercer o magistério nas disciplinas de formação profissional.
Holístico(Paradigma): tendência atual de abordagem em diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os itens se sobrepõe à análise e “dissecação” das “partes”. Exemplos: Terapia Holística, Empresariado Holístico (meio ambiente, qualidade de vida do empregador e do funcionário, lucro, tudo é tido como interdependente e igualmente importante), Educação Holística (as matérias são estudadas interconectadas entre si).
18.5.15
Holos .. Holismo
Holístico(Paradigma): tendência atual de abordagem em diversas
áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de
interconexão entre todos os itens se sobrepõe à análise e
“dissecação” das “partes”. Exemplos: Terapia Holística,
Empresariado Holístico (meio ambiente, qualidade de vida do
empregador e do funcionário, lucro, tudo é tido como
interdependente e igualmente importante), Educação Holística (as
matérias são estudadas interconectadas entre si).
Holografia/Holograma: tipo de fotografia especial baseada na luz
coerente (laser), inventada por Dennis Gabor (ganhador do Prêmio
Nobel). A placa holográfica aparenta ser um padrão incoerente de
ondas; entretanto, quando iluminada por um laser adequado,
surge como que pairando sobre ela, uma imagem tridimensional do
objeto holografado, na qual qualquer “pedaço” do holograma,
quando iluminado, é capaz de reproduzir toda a imagem, embora
com menos detalhes do que se obteria com o holograma inteiro. A
holografia possibilita armazenar uma quantidade extrema de
informações, com riqueza tridimensional. Metaforicamente,
podemos dizer que fazemos parte de e que somos um Holograma*
Universal, onde tudo está intimamente ligado entre si, nada
ocorrendo ao acaso. Microcosmos que somos, nossas energias
formam um holograma* onde toda e qualquer informação
psíquica/física se encontra acessível em qualquer parte de nosso
ser. Este conceito de inter-relação entre todas as coisas vem
revolucionando diversos campos do saber humano, criando o
chamado paradigma Holístico.
Terapeuta Holístico: atua como um catalizador da tendência natural
ao auto-equilíbrio do cliente, facilitando-a por meio de técnicas
naturalistas, podendo, inclusive, fazer uso de instrumentos e
equipamentos não agressivos, além de produtos cuja
comercialização seja livre, bem como orientar seus clientes através
de aconselhamento profissional. O trabalho é realizado sempre sob
o paradigma holístico, ou seja, o cliente é abordado sob todos os
seus aspectos e, nesta área, não é comum a existência de
“especialistas”, pois o correto é que o Terapeuta Holístico* faça uso
da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é
considerado único e devemos ter à disposição os mais variados
métodos, para poder-se optar por aqueles com os quais o cliente
tenha afinidade.
Glossário de Terapias Holísticas
Neste anexo, sempre que possível, evitamos o linguajar técnico,
dando preferência a expressões simples e diretas. A seqüência
está em ordem alfabética.
Aconselhamento: processo interativo, caracterizado por uma
relação única entre Terapeuta* e cliente, levando este ao
autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais
comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou
preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser
bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das
oportunidades e minimização das condições adversas), além de
conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O
Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro
Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
Acupuntura: técnica milenar que se utiliza de estímulos em pontos
do corpo capazes de despertar recursos de harmonização
psicofísica. Tradicionalmente são aplicadas agulhas para a
estimulação, mas hoje em dia estão sendo substituídas por
estímulos luminosos (Cromopuntura* e Laserterapia*) ou sonoros
(Audiopuntura*) nos pontos. Ver, também, Auriculoterapia.
Alimentoterapia: o uso selecionado de alimentos ou da combinação
correta destes como remédios para os mais diversos desequilíbrios
e para a manutenção da saúde.
Antroposófica(Terapia/Medicina Antroposófica): embasada nas
teorias do místico Rudolf Steiner, faz uso de Homeopatia,
Fitoterapia, Massagem* e outras técnicas.
Aromaterapia: uma variante da Fitoterapia, onde princípios ativos
das plantas chamados óleos essenciais são usados como remédios
e estímulos para despertar nossos recursos interiores, sendo isto
feito por meio da inalação de seus aromas ou por aplicação por
óleos de Massagem. Mais raramente, é utilizado, também, via oral.
Arquétipo: são padrões ou motivos universais que emanam do
Inconsciente Coletivo (ou, como preferia Jung, Psique Objetiva),
que foram incorporados por experiências reiteradas, coletivas e
significativas da humanidade. Irrepresentáveis em si mesmos,
contatamos seus efeitos quando se manifestam na consciência
como imagens e idéias arquetípicas, ou seja, os Símbolos* (melhor
expressão possível para algo essencialmente desconhecido).
Arquétipo e Símbolo* são opostos complementares. O primeiro
representa o passado, o herdado, o coletivo, aquilo que é a
Verdadeira Realidade, a qual não pode ser contatada diretamente
pelo nosso racional, mas apenas indiretamente, pelos seus efeitos.
O segundo, constitui a cultura, o adquirido, o individual e se
manifestam na realidade relativa de nosso conhecimento e
consciência. Assim sendo, os arquétipos representam a dinâmica
de nosso inconsciente e os símbolos, são as referências de nossa
consciência. As estruturas arquetípicas podem ser comparadas ao
eixo, ao “molde-informação” de um cristal: este, ao formar-se,
obedece a um padrão de forma pré-determinado por um eixo axial,
o qual não possui, entretanto, existência própria, sendo, pois, pura
forma. Mesmo assim, ele pré-determina a estrutura geométrica do
cristal, não impedindo, porém que surjam particularidades que os
diferenciem uns dos outros. Igualmente, as estruturas arquetípicas
são pura forma, que dão estrutura aos símbolos. O arquétipo não
é, necessariamente, um resíduo de experiências realmente
acontecidas, sendo mais um desejo, que como tal, busca
realizar-se e repetir-se. Por exemplo, não que alguma vez haja
existido um “Ancião Sábio”, que a tudo conhecia. O que sempre
houve foi o desejo universal no homem de que ele existisse… O
universo dos arquétipos é nosso passado vivo e nosso futuro
possível, coordenadores de nossas energias, moldes
comportamentais aos quais recorremos e incorporamos
inconscientemente ou não, atraídos que somos pela ressonância
entre nossa situação e a que eles representam.
Artes divinatórias: métodos populares de adivinhação, tais como
Astrologia, Numerologia, Tarot, I Ching, Búzios, Runas e similares,
podem ser utilizados terapeuticamente como auxiliar na avaliação
do quadro do cliente, ou como forma de estimular-lhe a intuição e o
pensamento não-linear.
Arteterapia: uso de técnicas artísticas como pintura, dança, música,
teatro, dentre outras, como método terapêutico capaz de promover
saúde, criatividade e todo o potencial interior.
Artes marciais: disciplinas como Kung-Fu, Judô, Karatê,
Tae-kon-do, Tai-chi-chuan, Capoeira, dentre outras, as quais aliam
princípios filosóficos a técnicas respiratórias e movimentos
específicos, capazes de promover o equilíbrio psicofísico.
Auriculoterapia: tida como uma variante da Acupuntura* onde os
estímulos são aplicados em pontos na orelha, na verdade é uma
ciência mais próxima da Reflexologia. Muito popular devido ao seu
alto grau de eficiência e segurança, possui variantes como a
Calatonia Auricular* onde a meta é o despertar maior da
autoconsciência.
Ayurveda: ver Indiana* (Terapia/Medicina Indiana).
Biodança: ver Arteterapia* e Corporal* (Terapia* Corporal).
Bioenergética: Terapia* neo-reichiana desenvolvida por Alexander
Lowen. Ver: Corporal* (Terapia* Corporal), Massagem* e
Reichiana* (Terapia* Reichiana).
Biorressonância: ver Ressonância Biofotônica.
Calatonia: técnica especial de toques manuais sutis, geralmente
nos pés ou nas mãos, que visa não somente uma relaxação
psico-física, como, também, o despertar de material psíquico
inconsciente para ser trabalhado em Terapia.
Calatonia Auricular: técnica que associa os benefícios e recursos
da Auriculoterapia* com os da Calatonia.
Chacras: centros receptores/emissores de energia segundo
diversas correntes de pensamento, em especial, as de origem
indiana. Os místicos observam no ser humano os chamados
“corpos sutis”, que seriam como que campos de energia à nossa
volta, geralmente descritos como em número de sete (pelos
antigos hindus) ou cinco (na China milenar), ou mesmo um só (o
famoso “perispírito” das teorias clássicas Kardecistas, ou o Corpo
Bioplasmático da Parapsicologia), sobrepostos e
interpenetrando-se mutuamente, os quais atuam como um prisma,
decompondo a luz solar nas cores do arco-íris, que seriam, assim,
absorvidas, cada cor por um determinado “corpo sutil”, com a
finalidade de suprir nosso ser de energias, que por sua vez seriam
utilizadas na manutenção de nossa saúde. A absorção é feita por
meio de incontáveis centros receptores/emissores de energia
distribuídos por todo o corpo, os “chacras”, sendo que cada cultura
valorizou diferentemente este aspecto: nas correntes hindus,
mesmo sabendo serem infinitos estes centros energéticos, são
destacados sete emissores/receptores, cada qual correspondendo
a um determinado corpo sutil. Os chineses, por sua vez,
valorizaram cinco “chacras”, mas deram destaque predominante a
determinados “pontos” chaves de entrada e saída de energia, que
hoje chamamos de “pontos de Acupuntura” , espécies de “mini
chacras” que interligam infinitos “caminhos” de energia vital que se
irradiam por todo o corpo.
Chinesa (Terapia/Medicina Chinesa): somatória de técnicas
originárias da China, tais como Acupuntura, Massagem,
Moxabustão, Fitoterapia* e Artes Marciais, dentre as mais usadas.
Chi-kung: técnica respiratória e movimentos específicos, capazes
de promover o equilíbrio psico-físico, geralmente associada à
prática do Tai-chi-chuan.
Cinco Movimentos Chineses: Toda a terapêutica chinesa baseia-se
nos mesmos princípios do Taoismo e do I Ching e o conhecimento
destes torna-se indispensável para que se compreenda as regras
da acupuntura, da fitoterapia e de outras tantas técnicas, orientais
ou não.
O Tao não pode ser definido, só podendo ser compreendido
através de percepção direta, pois está além do alcance do racional.
Tudo o que for escrito sobre ele não é o Tao verdadeiro, mas,
mesmo assim, torna-se necessário a tentativa frustrada de
explicá-lo… O termo apareceu primeiramente em Tao Te King (O
Livro do Tao e Sua Virtude), de Lao Tsé: “… o Tao é Todo em tudo.
Princípio e fim de toda a existência, está em nós, assim como
estamos nele… olhando, não é visto: é nomeado o Invisível;
escutando, não é ouvido: é nomeado o Inaudível; tocando, não é
sentido: é nomeado o Impalpável… pode-se dizer que é Forma
sem forma; Figura sem figura. é o Indeterminado. Indo ao seu
encontro, não se vê sua face; seguindo-o, não se vêem suas
costas… o Tao é eterno, não tem nome…” .
Por ser “Todo em tudo”, o Tao é indivisível e seu movimento é que
nos ilude de que existem objetos separados e distintos uns dos
outros. Compreendendo o movimento do Tao, os sábios
distinguiram duas categorias básicas a que denominaram Yin e
Yang, movimentos opostos, mas que não existem um sem o outro
e mais ainda: um nasce do outro e o outro do um, em eterna
mutação. Originariamente, o termo Yin designava o lado escuro da
montanha e Yang, o lado iluminado pelo sol; conforme este se
desloca, gradativamente, o lado escuro se ilumina, e o claro,
enegrece, ou seja, Yang se transforma em Yin e Yin em Yang,
mostrando a relatividade destas palavras. Desse modo, nada é só
Yin ou só Yang, a não ser quando comparados entre si. Por
exemplo: o positivo é Yin e Yang e o negativo, também é Yin e
Yang; entretanto, quando comparados entre si, podemos dizer que
o positivo é Yang, e o negativo é Yin, relativamente… Observem o
símbolo do Tao: cada lado vai crescendo e quando atinge o seu
auge, dá nascimento ao seu oposto, o qual, igualmente cresce e
ao atingir o seu auge, também dá nascimento ao seu contrário. Na
Natureza, tudo obedece a este ciclo, ficando muito claro se
observarmos o dia e a noite: à zero hora, inicia-se o clarear, com o
sol atingindo o pico às 12:00 horas, começando então a anoitecer,
com a escuridão máxima às 24:00 horas, quando então, recomeça
a clarear e assim, infinitamente. Ou seja, dia e noite, que na visão
ocidental são opostos, para o Taoismo, além de não poderem
existir um sem o outro, ainda um se transforma no outro. Masculino
não existe sem o feminino e um se transforma no outro e
vice-versa, o bem não existe sem o mal, um se transforma no outro
e o outro no um… A Física chegou à mesma conclusão: energia e
matéria, antes opostos irreconciliáveis e distintos entre si, hoje são
vistos como não existentes isoladamente e transformando-se uma
na outra. O mesmo se deu com a teoria que levou Niels Bohr a
ganhar o prêmio Nobel da Física, devido aos seus conceitos de
complementaridade, considerando tanto a representação como
partícula, quanto como onda (dois “opostos”), duas descrições
complementares da mesma realidade, sendo cada uma delas
parcialmente correta e ambas necessárias para se obter uma
descrição integral da realidade atômica. Tanto ele sabia da
verdadeira origem de sua teoria que, ao escolher um brasão de
armas para a sua família, adotou o símbolo do Yin-Yang, com a
inscrição: “Os Opostos São Complementares”.
Em suma, tudo pode ser resumido a movimentos do Tao: Yin e
Yang. Entretanto, esta simplificação quase que absoluta da
realidade precisou ser mais elaborada, para facilitar o trato com a
multiplicidade aparente das coisas, surgindo, assim, variados
“tipos” de Yin-Yang: um, cujo movimento é ascendente, ganhou o
nome de Fogo (as chamas sempre “sobem”), outro, descendente,
ao qual chamou-se água (os líquidos dirigem-se normalmente para
baixo), ainda outro, centrífugo (de expansão, do centro para a
periferia), denominou-se Madeira (as plantas crescem,
expandem-se…), já um movimento centrípeto (de contração, da
periferia para o centro), é Metal ou Rocha (ambos são “densos”,
contraídos…) e, por último, um equilíbrio de direções, a Terra
(sólida, estável, “equilibrada”); são os chamados Cinco
Movimentos, em geral, traduzidos erroneamente como “cinco
elementos” – se conhecessem o Tao, saberiam que ele é
indivisível, não podendo, pois, ter “elementos” (partes isoladas)…
Classificando-se todas as “coisas” nestes cinco símbolos, podemos
inter-relacioná-las de um modo bastante dinâmico e preciso. Por
exemplo: tudo o que é ascendente ou lembre “fogo”, classifica-se
como tal – meridianos do Coração, Intestino Delgado, Circulação e
Sexo, Triplo Aquecedor (com seus respectivos horários de “pico”
energético), excitação (muito “fogo”), apatia (pouco “fogo”), o
vermelho (cor de fogo), o sabor amargo, o cheiro de queimado,
calor, verão, a direção Sul, a nota musical Lá, o tato, etc. A mesma
coisa se dá com os outros Movimentos. Várias conexões ligam-nos
entre si, das quais se destacam as Lei da Geração, ou “Mãe e
Filho” (da água nasce a Madeira, ou seja, a primeira é “mãe” da
segunda, a Madeira alimenta o Fogo, que gera a Terra (cinzas), de
onde nasce o Metal ou Rocha, da qual se extrai a água (o metal
pode se liqüefazer ou da rocha brotar uma fonte de água) e a Lei
da Dominância ou “Dominante e Dominado” – a água domina o
Fogo, pois o apaga, este derrete o Metal, que corta a Madeira (ou,
ainda: na Rocha, não nascem as plantas), esta consome a Terra, a
qual, por sua vez, absorve a água…
Graças a estas relações, muitas hipóteses terapêuticas podem ser
traçadas. Exemplos: conforme a hora em que os sintomas se
manifestam com mais intensidade, já se sabe qual Movimento está
desequilibrado (se passar mal entre 05 e 07 horas – horário do
meridiano do Pulmão, deve haver um desequilíbrio energético
Metal); a atração ou repulsão demasiada por um sabor, cor, nota
musical, estação do ano, etc., já designa uma desarmonia no
respectivo Movimento (a recusa ou, ao contrário, desejo de doce,
pode significar problema de Terra; adorar o azul, ou o preto,
distúrbio água, e assim por diante). Como no Taoismo, físico,
psíquico e Cosmos formam uma unidade, leva-nos à suposição de
quais seriam as emoções por trás de cada sintoma (se alguém tem
desequilíbrios água, tais como: queda de cabelo, ciatalgia,
ossatura, etc., é porque suas questões íntimas relacionadas ou
com o medo, ou com a força, ou com a libido, não estão totalmente
resolvidas). Aliás, quanto mais inconscientes tentamos manter uma
emoção, mais ela somatiza… A Lei da Geração, por sua vez, nos
mostra como a “Mãe” pode passar um desequilíbrio para o “Filho”,
ou vice-versa ( um problema de Pulmão pode prejudicar o seu
“Filho”, o Rim); pela Lei da Dominância, o “Dominante” pode
agredir o “Dominado” ( o Pulmão pode agredir o Fígado – Metal
“domina” a Madeira). Quanto, às emoções: do medo ou da força
(água), nasce a raiva ou a extroversão (Madeira), que dão origem à
excitação ou apatia (Fogo), que levam à reflexão, ou às dúvidas, ou
à insatisfação (Terra), gerando tristeza, introversão ou alegria
serena (Metal), as quais fecham o circuito da Lei da Geração,
sendo “mães” das emoções água; pela Lei da Dominância, o medo
ou a força (água) podem “apagar” a excitação e apatia (Fogo), as
quais “derretem” a tristeza e a alegria serena (Metal), que “cortam”
a extroversão e a raiva (Madeira), que consomem as vidas, a
insatisfação e a reflexão (Terra), que “absorvem” as emoções água,
fechando, assim, o pentagrama…
A observação do sentido, da direção dos Movimentos nos conduz à
terapêutica. Exemplos: alguém com tensões musculares
(insuficiência de movimento de expansão, Madeira) pode ser
tratado por estímulos Terra, cuja estabilidade e neutralidade
acalmariam o seu “Dominante” (Madeira). Assim sendo, usaríamos
ou o sabor doce (ervas ou alimentos), ou a cor amarela
(cromoterapia), ou o perfume adocicado (aromaterapia), ou a nota
Mi (musicoterapia), ou os pontos de acupuntura ‘Terra”, etc., mas
não usaríamos estímulos Metal, pois o seu sentido é de contração,
o que pioraria os sintomas. Para caso de raiva (Madeira, movimento
expansivo), ou outro, de tristeza (Metal, movimento de
interiorização), poderiam ser trabalhados com alguns tipos de
estímulos Fogo (ele consumiria a sua “Mãe” – a Madeira e
“derreteria” o seu “Dominado” – o Metal, equilibrando a situação,
levando-os para “cima”).Obviamente, a prática é muito mais
complexa do que o pouco que foi passado neste texto, mas a
observação atenta do mapa dos Cinco Movimentos pode levá-lo a
ter explicações para várias situações físicas e psíquicas,
comprovando a eficácia e a beleza desta que foi a primeira
abordagem psicossomática de que se tem notícia…
Cinesiologia: teste pelo toque da resistência de músculos
específicos perante o contato com diversos estímulos, tais como
alimentos, cores, ervas, etc., para a avaliação das condições
psicofisicoenergéticas e a seleção do método ideal para
tratamento.
Corporal(Leitura Corporal): método de avaliação onde a
interpretação do formato corpóreo ou de seus gestos, posturas e
movimentos é capaz de expressar sua história de vida ou, até,
mesmo, seus próprios sentimentos e pensamentos.
Corporal(Terapia Corporal): uso de técnicas de Massagem,
respiração, posturas e movimentos específicos, obtendo uma
reestruturação corporal e, a partir daí, a conscientização e
desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem
trabalhados verbalmente.
Cristaloterapia: aplicações de cristais e pedras em centros
energéticos específicos, buscando a harmonização global. As
pedras são selecionadas, de modo geral, segundo as suas cores,
às quais atribuem-se propriedades, ou, ainda, de acordo com sua
composição química, na chamada Litoterapia.
Cromopuntura: variação da Cromoterapia, com a aplicação de
luzes coloridas ou laser em pontos de Acupuntura, em substituição
às agulhas.
Cromoterapia: uso de cores adequadas como estímulos para a
harmonização, sob as mais diversas formas, dentre elas,
mentalização, pintura ambiente, roupas, alimentos, cristais e
pedras coloridas, águas sobre a influência da cor dos vasilhames,
além das conhecidas lâmpadas coloridas, hoje em dia, substituídas
por fibras óticas especiais, para “banhar” com cores o corpo todo
ou a região problemática, havendo uma tendência atual a
aplicar-se em regiões energéticas chaves chamadas de “Chacras”*
ou em pontos de Acupuntura* (Cromopuntura*).
Cura prãnica: equilíbrio energético feito por meio de imposição das
mãos.
Dança do Ventre: ver Arteterapia* e Corporal* (Terapia* Corporal).
Do-In: ver Massagem.
Estética Integral: técnica onde além dos recursos esteticistas
convencionais, o profissional faz uso de métodos naturalistas, tais
como Acupuntura* (e variações), Fitoterapia, Massagem,
Cromoterapia, Ressonância Biofotônica, além de Aconselhamento,
despertando, assim, a beleza interior e exterior.
Fitoterapia: uso das ervas medicinais sob diversas formas, tais
como chás, banhos, compressas, óleos, extratos, inalações, etc.,
visando não só despertar a capacidade de autocura, como,
também, suprir a necessidade de certas substâncias e energias
sutis que atuarão como princípios ativos para a harmonização
psicofísica.
Floral(Terapia Floral): padrões de energias sutis extraídas de flores
especiais, gravadas e conservadas numa mistura líquida de água e
conhaque (às vezes, vinagre), sendo cada essência indicada para
harmonizar um tipo de emoção específica, tais como medo,
angústia, tristeza, etc. Não é nem homeopatia, nem alopatia,
constituindo-se, pois, num sistema à parte.
Hidroterapia: uso de banhos e imersões com recursos que variam
entre duchas, hidromassagem, temperaturas específicas, solução
de ervas e sais, além da Cromoterapia, a qual colorifica a água.
Hipnose: ver Vivências.
Holística(Terapia* Holística): o cliente é abordado integralmente, ou
seja, em seus aspectos físicos, psíquicos, ambientais e cósmicos e,
para tanto, faz-se uso de uma somatória de Aconselhamento* e
Vivências* com técnicas de intervenção corpórea, tais como
Massagem* , Terapia* Corporal (Corporal*), Acupuntura* e
derivadas (Auriculoterapia, Cromopuntura, etc.), dentre outras.
Definição oficial, outorgada pelo Conselho Federal de Terapia
Holística: Terapia Holística é uma proposta predominantemente
preventiva, onde o que se busca é o equilíbrio
corpóreo/psíquico/social por meio de estímulos os mais naturais
possíveis para que sejam despertos os próprios recursos do
cliente, almejando a auto-harmonização pela ampliação da
consciência.. As funções do Terapeuta Holístico, que podem ser
realizadas em consultórios particulares, clínicas em geral, serviços
públicos, empresas e, inclusive, a domicílio, consistem em: I –
proceder ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o
paradigma holístico, a fim de promover a otimização da qualidade
de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente,
levando-o ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas,
sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade
e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de
ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das
oportunidades e minimização das condições adversas), além de
conhecimento e habilidade para tomada de decisões; II – Avalia os
desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis
conseqüências; III – promover a catalização da tendência natural
ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de
terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar
a desarmonia em autoconhecimento, podendo, inclusive, fazer uso
de instrumentos e equipamentos não agressivos, além de produtos
cuja comercialização seja livre; IV – orientar seus clientes através
de aconselhamento profissional; V – promover a otimização da
qualidade de vida e a maximização do potencial de cada cliente; VI
– exercer o magistério nas disciplinas de formação profissional.
I Ching: livro milenar da sabedoria chinesa que procura retratar 64
situações arquetípicas* da vida, suas combinações e como otimizar
a passagem por elas. Muito usado como forma de Meditação,
autoconhecimento e Arte Divinatória.
Indiana(Terapia/Medicina Indiana): faz uso de Alimentoterapia,
Yoga, Fitoterapia, Cristaloterapia, Aromaterapia, Massagem, dentre
as principais técnicas.
Insight: termo utilizado na terapia junguiana e transpessoal –
“lampejos” repentinos de uma consciência maior (quer seja sob a
forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem
decifradas) que possibilita apreender na forma de síntese uma
série de fatores até então não compreendidos.
Iridologia: técnica de diagnóstico e avaliação por meio da análise
da íris, normalmente registrada por fotografia ou por computador. A
partir daí, seleciona-se qual o melhor método terapêutico, tais
como Alimentoterapia, Fitoterapia, etc., observando-se os
progressos por meio de periódicas análises iridológicas.
Jim Shin Jyutsu: técnica originada da tradição oral japonesa cuja
proposta é proporcionar autoconhecimento, revitalização e
harmonização por meio de toques sutis com as pontas dos dedos
em pontos específicos do corpo.
Jung, C. G.: médico psiquiatra, discípulo dissidente de Freud,
contribuiu de forma admirável à psicoterapia desenvolvendo as
teorias da Sincronicidade* e do Inconsciente Coletivo, dentre
outras.
Laserterapia: estímulos luminosos via laser (tipo especial de luz,
monocromática e de grande coerência), quer como Cromoterapia,
quer como um substituto às agulhas de Acupuntura*
(Cromopuntura*).
Litoterapia: ver Cristaloterapia.
Lowen, Alexander: discípulo de Reich, desenvolveu a Terapia
Corporal* denominada Bioenergética.
Magnetoterapia: uso de imãs como estímulo terapêutico para os
mais variados males, quer aplicado em regiões inteiras ou em
substituição às agulhas de Acupuntura.
Mantras: sons especiais utilizados em diversas correntes
espiritualistas, cuja entoação leva o praticante a contatar com
diversas qualidades universais, despertando-as em si mesmo.
Massagem, Massoterapia: toques aplicados pelo corpo obtendo
relaxação, equilíbrio energético e, até mesmo, o aflorar de material
psíquico reprimido. Existem incontáveis técnicas, sendo as mais
conhecidas o Tui-Na, o Shiatsu e o Do-In. Ver, também, Calatonia*
e Corporal* (Terapia* Corporal).
Meditação: ver Relaxamento.
Meridianos(de Acupuntura*): são canais puramente
eletromagnéticos, sem limitações materiais ( embora, algumas
vezes, coincidam com a musculatura ), pelos quais se transmitem
sinais eletromagnéticos, como os biofótons e também partículas
materiais. No campo holográfico de ondas biofotônicas, os
meridianos são uma espécie de condutores privilegiados, “trilhas”
por meio das quais as informações conseguem ser veiculadas da
melhor maneira possível. Nessa rede eletromagnética
tridimensional estendida por todo o organismo, os chamados
“pontos” de Acupuntura* são como que “nós”, através dos quais,
qualquer sinal é levado para todos os seus cantos. Nos meridianos
( canais energéticos ) e seus pontos de intervenção, a informação
do todo se encontra estocada e acessível em qualquer um dos
“pontos”, isoladamente. Assim sendo, quando estimulado, um
“ponto” reage sustentado por todos os outros, estando
permanentemente interligados, possibilitando, assim, a restauração
da saúde de forma global.
Mitologia pessoal: por meio de rituais, sonhos e exercícios de
imaginação, esta técnica leva o cliente a descobrir sua história
pessoal, libertando-o dos mitos da infância e da sociedade que, até
então, inconscientemente influenciavam seus padrões pessoais.
Ver, também, Vivências.
Moxabustão: semelhante à Acupuntura, só que os pontos são
estimulados pelo calor desprendido da queima da erva chamada
Artemísia, geralmente sob a forma de bastões ou de pequenos
cones.
Musicoterapia: uso da música e dos sons para a harmonização,
obtendo-se tanto efeitos físicos, quanto psíquicos. Os trabalhos
podem ser individuais ou em grupo.
Naturoterapia / Naturopatia: somatória de técnicas, dentre as quais,
as mais comuns são: Alimentoterapia, Fitoterapia, Massagem,
Iridologia, Acupuntura, Auriculoterapia, etc., buscando-se sempre
trabalhar com os métodos mais naturais possíveis.
Nei Ching: milenar tratado terapêutico chinês que contém toda a
base teórica/filosófica de diversas técnicas de tratamento, tais
como Acupuntura, Moxabustão, Massoterapia, Fitoterapia, análise
de sonhos, dentre outras.
Neurolingüística: tecnologia humana que leva o cliente a
reconhecer e otimizar seus processos mentais, promovendo
mudanças rápidas no quadro terapêutico.
Oligoterapia: complementação e variação da Alimentoterapia* e da
Fitoterapia, que faz uso dos Oligoelementos (minerais, tais como:
zinco, cobre, etc.), especialmente preparados para absorção
Ortomolecular(Terapia/Medicina Ortomolecular): uma nova versão
da Naturopatia* que faz uso de produtos industrializados, tais
como vitaminas e oligoelementos para manter ou restaurar a
saúde.
Parapsicologia: linha terapêutica que trabalha especificamente os
chamados fenômenos paranormais, tais como, desdobramento
consciente (“viagem astral”), regressão a vidas passadas,
“poltergeist”, possessão e similares.
Pulsologia: diagnose por meio da pulsação das condições
psico-fisico-energéticas, comumente usada na Acupuntura*
(pulsologia chinesa), na Auriculoterapia* e na Ressonância
Biofotônica* (V.A.S.* – Sinal Autônomo Vascular), sendo que nesta
última, verifica-se, também, as reações do pulso perante o contato
com diversos estímulos, tais como alimentos, cores, ervas, etc.,
para uma melhor avaliação e para a seleção do método ideal para
tratamento.
Quiropatia: manipulação da coluna via toques rápidos e precisos,
obtendo-se, assim, não só a melhoria local, como dos mais
variados distúrbios, em especial, os de caráter físico.
Radiestesia: técnica de diagnóstico paranormal, onde se utiliza de
instrumentos tais como um pêndulo e suas variantes para
amplificar os movimentos inconscientes do profissional perante
perguntas, regiões do corpo examinado ou, até mesmo, à
distância, por fotos, objetos ou mapa de um local. Pela
interpretação do movimento do instrumento, avalia-se os
desequilíbrios energéticos do cliente ou do local, os quais serão
harmonizados pelas mais variadas técnicas, dentre as quais,
“passes magnéticos”, Cromoterapia* e Radiônica.
Radiônica: utiliza-se da energia das formas, tais como pirâmides,
cristais, “pilhas” feitas pela sobreposição de diversos materiais
(madeiras, metais, etc.), visando o equilíbrio energético do cliente
ou local.
Reflexologia: diagnose e tratamento onde o corpo está em seus
mínimos detalhes representada numa zona específica de uma de
suas partes, como por exemplo, nos pés, nas mãos e nas orelhas,
sendo o trabalho feita por meio Massagem* ou da aplicação de
estímulos, tais como agulhas, imãs e cores.
Regressão: ver Vivências* e Parapsicologia.
Reich, Wilheim: psiquiatra, discípulo dissidente de Freud, verificou
que o inconsciente é corporal e que cada tipo de trauma é
“gravado” na musculatura de partes específicas do corpo, criando
“couraças musculares do caracter”, causadas pelo mal fluxo dos
biofótons, por ele chamados de “orgone”.
Reichiana (Terapia* Reichiana): desenvolvida por Wilhelm Reich,
onde a intervenção corporal via toque é um dos principais fatores
catalisadores do aflorar do material psíquico inconsciente, o qual
será trabalhado verbalmente na Terapia.
Reiki: equilíbrio energético feito por meio de imposição das mãos.
Magnified healing: Cura magnificada.
Relaxamento: vários métodos são utilizados para a obtenção de
uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a
Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura* e a
sugestão verbal. Ver, também, Vivências.
Ressonância Biofotônica ou Biorressonância: variante da
Laserterapia, Cromopuntura* e Cromoterapia, onde os estímulos
luminosos são rítmicos e as freqüências são selecionadas pelas
reações percebidas no pulso do cliente, maximizando os resultados
terapêuticos. Associados a estes recursos, esta técnica utiliza,
ainda, aparelhos geradores de campos eletromagnéticos pulsáteis
capazes de restabelecer o equilíbrio iônico e freqüencial do
ambiente.
Rolfing: sistema de educação corporal e manipulação física
desenvolvido por Ida Rolf, que visa a integração estrutural.
Samkhya: de origem indiana, visa a promoção da saúde e de um
autoencontro por meio de Massagem, Cromoterapia, Aromaterapia*
e reprogramação postural, dentre outras técnicas.
Shiatsu: ver Massagem.
Símbolo: é a melhor expressão possível para designar algo
desconhecido ou incapaz de ser descrito por palavras. Muitas
vezes representado na forma de imagens ou sons, funciona como
uma forma de linguagem do inconsciente, expressa nos sonhos,
nas artes, nos exercícios de imaginação ativa, dentre outras
situações. Pode ter um significado individual ou coletivo. Ver
Arquétipo.
Sincronicidade: teoria Junguiana da possibilidade de relação
significativa, mas não causal, entre eventos.
Tai-chi-chuan: arte marcial chinesa que alia gestos suaves e
respirações especiais à filosofia oriental e, desse modo, promover o
bem-estar e a manutenção da saúde.
Taoismo: doutrina milenar baseada no Tao Te King (O Livro do Tao
e Sua Virtude), de Lao Tsé. Ver Anexo: Os Cinco Movimentos
Chineses.
Terapia/Medicina/Psicologia Antroposófica, Chinesa, Corporal,
Floral, Holística, Ortomolecular, etc.: procurar no “O Que é…” pela
palavra que complementa “Terapia” e/ou “Medicina” e/ou
“Psicologia”. Por exemplos: Terapia* Corporal – pesquise em
Corporal; Medicina Ortomolecular – procure em Ortomolecular;
Psicologia Transpessoal – veja em Transpessoal.
Transpessoal (Terapia* Transpessoal): a proposta é a
transcendência dos limites da personalidade, conectando o cliente
consigo mesmo, trazendo à consciência aspectos de seu “eu” mais
profundo, integrando-se, ainda, com seu próprio corpo, sociedade
e universo. Ver, também, Holística, Aconselhamento* e Vivências.
Trofoterapia: ver Alimentoterapia.
Tui-na: ver Massagem.
Ventosas: são estímulos benéficos em regiões chaves do corpo,
realizados com a aplicação de campânulas de vidro, as quais, por
vácuo, despertarão recursos dormentes e sugarão para a pele as
toxinas.
Vivências: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da
Terapia* Corporal, quanto do Relaxamento* como introdução a
estados profundos de autoconsciência e, desse modo, permitir o
aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e
sonhos (para serem trabalhados na Terapia*), quanto o despertar
de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo
na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões
de saúde.
Yogaterapia: uma série de posturas corporais específicas e
padrões respiratórios especiais, ministrados geralmente em grupo,
para obtenção da harmonia, passando, inclusive, por estados
alterados de consciência via meditação. As técnicas mais
conhecidas de yoga são as indianas.
O termo holístico passou a ser mais utilizado na última década, quando o mundo ocidental começou a despertar para uma nova visão da existência humana e do mundo, entendendo haver uma integração entre tudo o que existe. Holístico é um adjetivo que deriva de holismo, um substantivo que significa “tendência, que se supõe seja própria do Universo, a sintetizar unidades em totalidades organizadas”. Sendo assim, a terapia holística tem uma proposta de trabalho que considera a pessoa em um todo, uma totalidade, que envolve os seus aspectos biofísico, psíquico, emocional, ambiental e energético.
Dentro desta visão, busca equilibrar todos os aspectos do ser por meio de estímulos os mais naturais possíveis, com o objetivo de despertar os próprios recursos humanos para promover a auto-harmonização e a ampliação da consciência. A pessoa submetida às práticas de terapia holística começa a aguçar sua sensibilidade para percepções de sua vida e a ser estimulada de maneira sutil a mudanças de atitude e de comportamento que levarão à maximização das oportunidades da vida e minimização das condições adversas.
As terapias holísticas são também chamadas de terapias complementares, uma vez que seu objetivo principal é complementar (e não substituir) os métodos de tratamentos tradicionais já existentes no ocidente. Os processos desencadeados pelas da terapia holística atuam diretamente na melhora das condições de saúde, dão suporte aos tratamentos médicos tradicionais, auxiliam na prevenção de desequilíbrios e atuam na qualidade de vida de um modo geral. E isto funciona porque todo o sistema de energia é reequilibrado e regenerado, lembrando que é nesse sistema de energia onde se iniciam a maior parte dos desequilíbrios. E ainda, sabe-se que os padrões mentais e emocionais são igualmente geradores de muitas desarmonias no Ser. Os padrões mentais, emocionais e energéticos são modificados, corrigidos, restaurados e transmutados para a manifestação da saúde em todos os níveis. Na verdade, para os conceitos que envolvem as terapias holísticas, um problema de saúde nunca é originado em apenas um aspecto do ser. Por isto, as terapias holísticas vêm sendo vistas, cada vez mais, como uma maneira de prevenir as doenças e as desarmonias que, aparentemente, seriam de origem física; e este é um dos grandes objetivos para essas terapias!
Isto quer dizer: não há necessidade de buscar as terapias holísticas apenas quando algo ruim estiver já manifestado, mas sim, há a necessidade de manter-se sempre em equilíbrio e harmonia em todos os seus sistemas, sejam eles físicos, emocionais, mentais e até mesmo espirituais!
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