20.6.11

Evoluir sempre na Luz










Terapia Holística é simplesmente a ciência da investigação e da aplicação das leis naturais, de todo diversificado cotidiano de cada um de nós. Por meio dela e de seus ensinamentos aplicados com disciplina,  podemos atingir excelentes condições de saúde e percepção, prevenindo sofrimentos e aprendendo a vivenciar a essência fundamental do Universo. As vibrações energéticas podem interagir conosco, podendo nos levar ao equilíbrio ou ao desequilíbrio energético e daí, à patologias. A Terapia Holística Vibracional aborda o conceito de que somos mais energia que matéria (Física Quântica). Essas terapias atuam pelo fenômeno da ressonância ou vibração. 




A  visão de um SER não fragmentado está baseada nos estudos das milenares. Ciências Orientais que se apóiam em técnicas práticas onde o fluxo de energia vital, conhecida como (Ki, Chi, ou Prana), deve agir em total fluidez para que se estabeleça o equilíbrio e a boa saúde do organismo como num todo. Segundo a abordagem holística integrativa, a saúde  é definida como um estado positivo de bem-estar físico, mental, emocional e espiritual do ser humano e do ambiente em que ele vive, elevando a possibilidade da ausência da doença. Onde a  Psicoterapia Holística em vez de tratar os sintomas gerais e  de forma isolada, trata o ser humano como um Universo integrado em suas possibilidades, reconhecendo o melhor a ser praticado, desenvolvido e por energias que abrem a vitalidade.  O corpo físico, o energético, as emoções, a mente (os pensamentos, crenças) e a parte espiritual são níveis e instâncias do Ser que afetam um ao outro, ao meio e também captam deste quadro a dificuldade de compreender a si mesmos.

É a terapia que trata o ser humano nestes campos quânticos e observadores,  o físico, o energético, as emoções, a mente (os pensamentos, crenças) e a parte espiritual, pois entende que cada um desses níveis afeta o outro.  Tanto há entre terapia alternativa, energética, natural ou vibracional. As práticas envolvem  a aplicação de elementos, ciência natural, aonde as leis da física, da química, da biologia funcionam e também uma capacidade impar de observação que o possibilita a compreender certos aspectos das leis naturais. 




 Ao mesmo tempo que a  terapia alternativa ajusta este Ser em sintonia consigo mesmo  e trabalha a  energética  natural ou vibracional Integrativa, segue adaptando cada método aos tempos e necessidades atuais. E  em especial virtude de evolução pessoal por onde   passa a aprender,  a lidar com as mais variadas e especiais maneiras de proporcionar bem estar e qualidade de vida a si mesmo e ao próximo.  O holismo ( holos, o todo)  é um conceito de  equilíbrio do SER. Segundo a abordagem holística integrativa, a saúde  é definida como um estado positivo de bem-estar físico, mental, emocional e espiritual do ser humano e do ambiente em que ele vive

O resgate do bem estar e da qualidade de vida através do equilíbrio energético, vibracional e espiritual proporcionado pelas terapias Integrativas ampliam a cada dia , desde que constantemente trabalhadas em essência e qualidade de observação se complementam ou  facilitam  o equilíbrio energético, emocional e também auxiliam para sanar  expressões físicas, como dores e desconfortos.

Cresce o interesse entre pessoas  que queiram aprender técnicas de terapias integrativas holísticas e trabalhar com as mesmas, buscando resultados rápidos e efetivos. Utilizamos uma somatória de técnicas milenares e modernas, sempre suaves e naturais, quais proporciona mais harmonia e com isto  há um grande salto de consciência Cósmica , amplia a capacidade de ser bem-sucedido entre as dimensões de cada momento da vida.   Para avaliar melhor  os desequilíbrios energéticos, suas predisposições além de promover a catalisar de forma natural ao auto-equilíbrio, com o objetivo de transmutar  e transpor obstáculos. Self Coach.

O universo das práticas naturais e tradicionais envolve os pilares do conhecimento humano, a ciência, a filosofia, a arte e a espiritualidade.  A ancestral envolve aspectos filosóficos, espirituais, artísticos e cênicos  e na Arteterapia  com Aromaterapia e Florais,  temos amplitude destes sinais  e   esta reunião possibilita certos resultados positivos. Essa abordagem busca garantir que o desequilíbrio seja tratado na raiz do problema, evitando assim que possa retornar a expressar-se novamente em outra situação ou pelo menos atenuar os efeitos negativos que poderiam causar ao sistema humano.

19.6.11

[ ] Atlândida

Rating:★★★★★
Category:Other
Para compreendermos a religião do Antigo Egito, precisamos recuar no tempo, milênios atrás, quando os deuses ainda andavam pela terra e viviam em um local que se chamava Atlântida, uma grande Ilha, que se localizava entre a África e as Américas, no Oceano Atlântico. Na Atlântida não existia o mal e seus habitantes seguiam as leis da natureza. Como o processo de criação ainda não havia terminado, os Atlantes testemunharam a criação das plantas, animais, pássaros e seres rastejantes. Viram também a formação da Lua, quando o "Grande Astro Rubro", por ocasião de sua passagem, arrancou uma parte do planeta e a atirou ao espaço. Este pedaço do planeta, incandescente como carvão em brasa, ficou girando em torno da Terra, preso em seu campo gravitacional e à noite brilhava como um sol vermelho.

Com o impacto ocorreram muitas transformações no planeta e o solo de Atlântida tornou-se instável. Toth, sabendo que a "Grande Ilha" poderia submergir no oceano, ordenou a emigração das quatro famílias que representavam a população Atlante. Estas famílias eram formadas pelos seguintes casais : Nun e Naunet "Oceano Primordial", Hehu e Hehut "Eternidade", Kekui e Kekuit "Escuridão", Amon e Amaunet "Ar".

Antes da catástrofe final, os Sábios e Sacerdotes Atlantes, cientes de que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, com destino à quatro regiões distintas: Para a América Central, dando origem a Civilização Maia e a todos os descendentes da Raça Vermelha; para o noroeste da Europa, onde posteriormente na Bretanha, deram origem à Civilização Celta e a todos os descendentes da Raça Branca; para a Ásia onde deram origem à Civilização Chinesa e a todos os descendentes da Raça Amarela e finalmente para o nordeste da África onde deram origem a Civilização Egípcia e a todos os descendentes da Raça Negra.

Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, astronomia, medicina, agricultura, etc.

A família de Amon e Amaunet, acompanhada de Toth e de outros sábios e sacerdotes, chegaram ao norte da África por volta do ano 50.000 a. C., conhecido em arqueologia como o período pré-dinástico. Encontraram uma população autóctone primitiva, sobrevivendo da caça e da coleta, que não dominava a agricultura e tampouco domesticava animais.

Os nativos ficaram maravilhados com a visão daqueles néteres (deuses), saindo do "Ovo Dourado" que surgiu voando. Os Mestres Atlantes ficaram fascinados com a beleza da região e principalmente com a docilidade de seus habitantes. Resolveram então se estabelecer no delta do Nilo e iniciar o processo de transmissão das artes da agricultura e da civilização.

Estabeleceram as bases da religião egípcia, inspirada na religião atlante, essa religião era essencialmente monoteísta, com a crença em um deus principal criador de todo o universo, sem gênero ou forma, ao qual davam o nome de Amon-Rá ( A luz Oculta ), Atun-Rá ( A fonte e o fim de toda Luz ) ou simplesmente Rá ( A luz de Deus ). Os outros néteres ( deuses ) eram apenas as emanações de Rá em seus vários aspectos.

As questões espirituais estavam intimamente ligadas à ciência e às demais áreas do conhecimento humano. Os Sacerdotes Atlantes adaptaram seus princípios religiosos às crenças locais, que representavam aspectos da natureza, como o Sol, a Lua, as cheias e vazantes do Nilo, etc. Criaram mitos e lendas para assim perpetuar seus ensinamentos, dentre as quais a mais significativa é a lenda de Isis e Osiris.

[ ] "Hear Me Lord" by "George Harrison"




Forgive me lord

Please, those years when I ignored you, hmm

Forgive them lord

Those that feel they can't afford you, hmm


Help me lord, please

To rise above this dealing, hmm

Help me lord, please

To love you with more feeling, hmm


At both ends of the road

To the left and the right

Above and below us

Out and in, there's no place that you're not in

Oh, won't you hear me lord


(Hear me lord)

(Hear me lord)

(Hear me lord)

(Hear me lord)


[ Find more Lyrics on http://mp3lyrics.org/eFe ]
At both ends of the road

To the left and the right

Above and below us

Out and in, there's no place that you're not in

Oh, won't you hear me lord


Help me lord, please

To rise a little higher, hmm

Help me lord, please

To burn out this desire, hmm


Hear me lord, please

Hear me lord, please


Oh, won't you please, please

Hear me lord

Oh, hear me lord

Hear me lord


Oh, won't you please, please

Hear me lord

My lord, my lord, my lord

(Hear me lord)


Now, won't you please (hear me lord)

My lord, my lord, my lord

Won't you please / (Hear me lord)

Oh, hear me lord, hear me lord

(Hear me lord)


[ ] Hare Krishna Maha Mantra




George Harrison and others -

[ ] Mantra


Mantra (do sânscrito Man mente e Tra alavanca) é uma sílaba ou poema religioso normalmente em sânscrito.
Os mantras originaram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e jainismo.
Os mantras Tibetanos são entoados como orações, repetidas como as do cristianismo. O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. John Blofeld encontrou em Hong Kong no começo do século XX mantras cuja língua ninguém sabia identificar, e que pareciam uma alteração de um original sânscrito.
Para algumas escolas, especificamente as de fundamentação técnica, mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos por causa da evolução da língua. Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los.
Mecanismo de funcionamento

Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque os mantras produzem os efeitos esperados. Blofeld, que estudou por dentro as culturas indiana e chinesa, notou que não é necessário saber o significado das palavras ditas.
Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Blofeld observou que não importa a correção da pronúncia: encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.
Outra explicação seria a mesma usada para o efeito dos mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético - que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente coletivo - que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.


Asa To Ma (Védico) - Considerado um dos mais belos Mantras do mundo
Om namah Shivaya (shivaísta)
Om namah shiva lingan (shivaísta)
Shiva Shiva maha dêva (shivaísta)
Om shiva Om Shakti Namah Shiva Namah Shakti (shivaista)
Om namah kundaliní (sânscrito)
Om mani padme hum (sânscrito)
Om namo bhagavate vasudevaya (do sânscrito)
Om tare tütare ture soha (tibetano)
Om tare tam soha (tibetano)
Nam myoho rengue kyo (Saddharma-pundarika Sutra em sânscrito)
Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare (sânscrito)..
Namerarenguékioh kioh namere klatisfas


O Maha Mantra

A vibração transcendental estabelecida pelo canto do Maha Mantra Hare Krishna permite a purificação gradual dos corpos materiais, do mais denso ao mais sutil, e restabelece a consciência no seu estado original de sat cit ananda - eternidade, conhecimento e bem-aventurança.
O Kalishantarana Upanishads, recomenda de forma acertada que cantemos:
Naradah punan prapaccha tannama kimiti sa hovaca hiranyagarbah:
hare krsna hare krsna krsna krsna hare hare hare rama hare rama rama rama hare hare
isti sodashkam namnam kalikalmasanasanam annatah parataropayah sarvavedesu drisyate sodasakalavritasya jivasyavaranaviasanam tatah prakasate param-brahma meghapaye raviasmimandaliveti (2)
Como vemos, primeiramente vem Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare e depois, hare rama hare rama rama rama hare hare
No Yoga e outros Darshanas

No Sanatana Dharma e nos seus principais Darshanas, (no Yoga chama-se Japa-Yoga ou Mantra-Yoga), o Mantra exerce importãncia singular por dois grandes motivos, primeiramente, por tratar-se de Angas, partes ou seqüências dos hinos dos livros sagrados (Vedas ou derivações autorizadas dos Mesmos, como os Upanishads), e também por se tratar de instruções na forma de palavras ditadas diretamente pelos Rishis ou sábios, ou devido aos Lilas do Senhor (ditados diretamente por Ele ou por seus emissários), e, em segundo, por tratar-se da personificação do Nome ou Nama do Senhor Supremo ou Brahman em Si mesmo, na forma escrita e articulada sonoramente. Os Mantras devem tão somente ser emitidos sob a restrita autorização do Guru ou Mestre Espiritual, de acordo com a forma que Este orientar. No mais das vezes, os Mantras são articulados na forma de Japa, ou repetição curta, com o uso de um Mala com 108 contas. Este processo pode ser em três níveis, a saber: sussurado, cantado ou mentalmente. Quanto mais desenvolvida a concentração do 'Sadhaka' (praticante), maior será a sua capacidade de mantralização na forma mental ou Manasika-Mantra. Há um processo chamado Ajapa-japa, que é a repetição de determinados Mantras conforme a respiração ou Pranayama.
O praticante deverá ter a devida reverência ou vênia espiritual para com o seu Guru, a Sampradaya ou família espiritual da qual Ele pertence, e jamais pensar que Nama (nome) e Rupa (forma) são distintos do Senhor em Si mesmo. Por conseguinte, um pretendente não deverá cantar Mantras sem a devia autorização do seu Mestre Espiritual, porque é mais danoso uma prática sem orientação do que nenhuma prática. Assim diz a tradição de Sadhu-Guru e Sastra (conforme a sabedoria dos mestres nas Escrituras). Hari Om Tat Sat


Fonte: [Japa-Yoga] de Swami Sivananda -

Swami Krsnapriyananda Saraswati

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A força secreta do mantra depende de algumas condições. Como por exemplo, se o praticante recebeu ou não a transmissão oral deste mantra por um mestre que tenha realizado o poder sutil do mesmo.

Na tradição budista tibetana, a transmissão oral é muito importante. Pois é por meio dela que o praticante irá receber a transferência de poder para praticar o mantra. Isto é, o mestre irá ativar a força secreta do mantra para o discípulo poder praticá-lo.

Assim como explica Lama Gangchen Rinpoche em seu livro Autocura Tântrica III (Ed. Gaia): Quando usamos o termo 'secreto' não queremos dizer que as palavras, melodias ou explicações sejam secretas. Todos os tibetanos podem ir a uma livraria e comprar livros sobre todos os assuntos mais incríveis e secretos do Tantra tibetano. 'Secreto' significa que é necessária uma transmissão de coração para coração para que as instruções funcionem. A experiência interna que cada um tem é secreta, pois é uma experiência meditativa, e quando nos dirigimos às pessoas que não a tiveram, podemos apenas sugeri-la por meio de palavras. ’Secreto‘ significa que a mente não tem forma e que, portanto, é muito difícil expor uma experiência mental. Tradicionalmente, todos os meditadores tântricos mantinham secretos os resultados de suas práticas, contando-os apenas aos seus melhores amigos, para assim guardar sua energia interna. Como resultado, tudo que eles desejavam fazer com a mente (desenvolver a compaixão, a experiência da vacuidade ou a Iluminação) sempre dava certo. Esse é o motivo por que aconteciam tantos milagres e experiências especiais no início das linhagens tântricas: os meditadores sabiam muito bem como cuidar de sua preciosa energia mental interna.

A força do poder de cura de um mantra depende também da clareza de intenções daquele que o recita. A qualidade da motivação de quem recita um mantra revela seu desenvolvimento espiritual.

Uma pessoa pode recitar mantras para adquirir bens materiais e poder pessoal. No entanto, sua força será muito maior quando ela o recitar para desenvolver compaixão e amor, porque esta é a força original do mantra. Desta forma, ele estará em sintonia com a força secreta do mantra.

Durante séculos, os mantras têm sido usados na prática espiritual para enfocar e transformar a energia sutil.

As energias curativas despertadas pelo som do mantra são inerentes à psique. Na tradição budista, estas forças positivas são caracterizadas como divindades: manifestações de uma força transformadora que se encontra em nossa mente.

Um mantra que gosto muito de recitar é o mantra de Tara Verde: OM TARE TUTARE TURE SOHA
Em tibetano, Tara é conhecida como Drolma, a Salvadora, pois ela é a manifestação da energia feminina da mente iluminada: a sabedoria.

Tara Verde é a energia feminina da intuição, da criação. Ao desenvolver essa energia dentro de nós, teremos mais vitalidade e disposição para realizar nossos projetos de vida, pois Tara elimina os obstáculos mentais criados pelo medo e pela preguiça. A energia de Tara nos ajuda a colocar velozmente as idéias em ação.

Uma idéia não colocada em prática é apenas um pensamento. Quando colocamos nossas idéias em ação, damos vida e energia para os nossos pensamentos.

Recitar o seu mantra nos ajuda a eliminar as interferências internas como medo e ressentimento. Traz proteção, fé e coragem.

OM significa os sagrados corpo, fala e mente de Tara.
TARE Aquela que liberta do sofrimento verdadeiro.
TUTTARE que elimina todos os medos.
TURE que concede todo o sucesso.
SOHA significa possa o significado do mantra enraizar-se em minha mente.

A prática de recitar mantras é especialmente valiosa nos dias de hoje, porque é simples e direta. Tudo o que precisamos fazer é relaxar o máximo possível enquanto repetimos ritmicamente as sílabas do mantra, em voz alta ou silenciosamente.

Meditação simplificada da divindade Tara Verde
Inicialmente, foque seu problema e peça clareza à Tara Verde. Peça para que você e todos os seres reconheçam a natureza verdadeira de si mesmos, e que o sofrimento do medo se extinga.

Visualize, então, Tara Verde sendo manifestada por uma forte luz Verde Esmeralda, logo à sua frente, enquanto recita o mantra de Tara Verde: OM TARE TUTTARE TURE SOHA. Você pode cantá-lo ou recitá-lo.

Conforme você se concentra em seus pedidos à Tara Verde, visualize a luz à sua frente se intensificando, penetrando no topo de sua cabeça e preenchendo seu corpo de luz verde, purificando suas dúvidas e medos, realizando seus pedidos.

Quando se sentir calmo e seguro, visualize esta forte luz verde, a manifestação da energia de Tara Verde, descendo agora pelo topo de sua cabeça, passando pela garganta, até fundir-se no interior de seu coração. Assim, a sua mente e a de Tara Verde estão em união. Permaneça nesse estado o tempo que puder, cultive o sentimento de confiança de que sua meditação foi realizada com sucesso.

Então, para finalizar, dedique essa energia à longa vida de seu mestre e a todos os que necessitam da energia positiva que você acumulou por meio de sua motivação e concentração ao fazer esta meditação.

18.6.11

ॐॐॐReuniões Essence - tags internasॐॐॐ E8, E9

CONSELHO DOS 13

18/06/2011
DESPEDIMOS DO PESO DA IGNORÂNCIA, DE TUDO  DA PARTE FÍSICA SOBRE ISSO.
MORTE... ADEUS ....ADEUS AOS SONHOS... MORREMOS PARA A VIIDA 
NASCEMOS MAIS DO QUE  NUNCA PARA A VERDADEIRA VIDA
PARA O VERDADEIRO DO QUE SOMOS E VIEMOS AQUI FAZER.
NOS DESPEDIMOS DE NOSSAS MENTES ANTIGAS
NASCEMOS AOS NOVOS ESTÍMULOS.
ROUPA QUE VESTE O VERDADEIRO CORPO, A NOVA ROUPA É UM CÓDIGO PARA SERMOS RECONHECIDOS POR ESSES SERES, PARA VALORIZAR  AS NOSSAS TAREFAS,  PARA ELES NOS ESTUDAREM. AVALIANDO O QUE SOMOS EM CADA UM DE NÓS. UMA NOTA MUSICAL NOS REPRESENTA


(MAHA TA) Roupa branca com um cinturão - cordão - dourado ...um simbolo à esquerda em tom lilás escuro quase roxo, Letra "A" ao centro  _ Comando Atlante
Túnica em Branco Crístico. Passagem pelos cânticos efêmeros no cosmos Interdimendional

A MÚSICA GERA IMAGENS. UMA PRIMEIRA LIÇÃO APARA NOS ELEVAR AO ENTUSIASMO, A DIGNIDADE.  ATRAVÉS DA MÚSICA QUE TOCA AO FUNDO  NOS CODIFICAM E CIFRAM AS NOSSAS ESSÊNCIAS. Som em ondas ( MY LORD)

Atlante- Atlantis

A lista  de poemas e cânticos em divindade
a natureza resplandece em seu caminhar
consagrando os passos de sua existência Divina
alinhando no horizonte infinito do Creador
sois o poema, sois a voz, o pássaro de Luz
que canta nas  auroras
e no despertar de cara sol
na fina essência 
as pétalas de branco e doirado 
em suas finas extremidades
estão reluzentes à alma
do broto à semente terrena
quem sabe agora aprende a tua fé
que a vida lhe sorri
quando centra em tua energia
as notas e as bênçãos 
que olham para Ti
nada é por acaso, 
nem mesmo a hora que pensa partir
está de fato resolvido todos os acordes
tua presença é o que constrói
e lhe pode ser toda a eternidade
num único filete branco em seus fios doirados

La'cerda Sintonia ( assinatura astral)
La' salvacion, evolucione ( nome da canção)


18/06/2011  CONSELHO DOS 13
UM CRISTAL representativo no novo nível dos 13 cristais.
Mandala - 4 radiestesias em saúde. Pera rosa, ametista e escura
duas oitavas ( 2 voltas missangas) e e-balance ( flor madeira)
Origami recados. e programador radiestesia. 




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desenho cone de luz sonora

Antena vibração estabilidade fraterna

sustenido + duas notas( ré)  ligadas por 11 pontos.


ANÁLISE DA FÉ

http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9




Não é mera suposição, mas sim estudo. Os autores são cientistas da Universidade Saint Louis, nos Estados Unidos, que constataram a relação entre assiduidade a grupos de oração e bons hábitos à mesa.

Você na certa já ouviu dizer que adotar ritos espirituais traz benefícios também para o corpo — e isso, por tabela,  se traduz em ganhos para a saúde mental. É que, mais do que reforçar o sistema imunológico, a fé leva as pessoas a cuidar melhor de si mesmas, ingerindo, por exemplo, frutas e verduras com regularidade. E uma dieta saudável, claro, aumenta a disposição para tudo, incluída aí a determinação para lidar com problemas emocionais.

Reiki e ciência





Pesquisas comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo exemplificando o mecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.

Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.

No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.

A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos animais praticamente triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. "O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito", diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.

REIKI

Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. "O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo", diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo "controle-luva" recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo "impostação" teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.


Imposição de mãos nos grupos "Controle-Luva" e "Impostação", respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi)
Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo "impostação", os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

"Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como 'energia sutil', de natureza não esclarecida pela física atual", diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houveram diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. "Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão". O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.


http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2010/07/acupuntura_e_re.html

8.6.11

LUZ CÓSMICA

ॐॐॐReuniões Essence - tags internasॐॐॐ E6, E7 - Luz cósmica

03/06/2011
( MANDALA TRIANGULOS DE PEDRA, AMETISTA, MADEIRA ROSA E OITAVAS)

Espiral de luz
hipnose
prisma 1 

Losângulo ( COM OLHO AZUL CLARO)

DIAMANTE
LIBÉLULA
Brasil
Drusa de ametista
Pequeno SER
Prisma
cumprimento (  mão direita, ombro direito, desce, sobe ao ombro esquerdo  e volta ao ombro direito)
Trocas de energias em prismas. 
Prisma branco em continuidade de exercícios


CHAMITR / SHAMITRI?

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VERIFICAÇÃO:





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28.5.11

EP # O Tantra Hindu

A PSICOLOGIA DO TANTRA: UM CAMINHO PARA A INTEGRAÇÃO DOS OPOSTOS E PARA A AUTO-REALIZAÇÃO


A palavra tantra vem da raiz tan, que significa “continuar, multiplicar, expandir”. Na índia antiga, segundo Charles Breaux, era usada com o significado de “entrelaçar”. Os iogues a usaram para representar a natureza entrelaçada do mundo e de nossas ações e a interdependência essencial de tudo o que existe, baseada na dança dos opostos: masculino-feminino, bem-mal, luz-sombra, que vivem dentro de nós.

O tantra compreende que as mesmas forças cósmicas que movimentam o universo estão dentro de nós. Similar a física moderna, ele concebe que a energia é uma só, a mesma que se cristaliza para formar o mundo material é a mesma que transmutada, retorna ao mundo sutil e cósmico. Toda a energia do sexo, da emoção, do pensamento, e toda ação podem ser transformadas por meios hábeis em consciência plena.

O tantra Hindu compõe-se de metáforas e símbolos herdados diretamente de cultos antigos. O sistema apresentado pelo mesmo, parte da concepção que o universo é mantido a partir dos arquétipos divinos de Shiva e Shakti.

A realidade absoluta, isto é, a consciência original é denominada Shiva. O corpo do cosmos seria a amante de Shiva, denominada Shakti.

Shiva representa o aspecto masculino da divindade, a consciência pura, o imanifesto, o espírito imortal.

Shakti, o aspecto feminino da divindade, o aspecto material e manifesto da existência, o útero no qual todas as coisas foram geradas.

Segundo Charles Breaux, a simbologia sexual atribuída a Shiva e Shakti como amantes aponta para a sua interdependência e constituem de fato dois aspectos complementares de uma única realidade. Um não pode existir sem o outro. Shiva é o todo ilimitado; Shakti é a convergência progressiva de partes que permanentemente constitue o todo. Shiva é transcendente e imutável; Shakti é fenomenal e mutável.

Philip Rawson, em seu livro: Tantra, The Indian Cult of Ecstasy, descreve a visão tântrica do cosmos, como uma teia entertecida de vibrações, ou ressonâncias sutis. Originando-se na mais rarefeita “substância” da criação, esses padrões vibratórios se envolvem, e se fundem até solidificar-se. O som-substância provém do ornamento tilintante do tornozelo de Shakti no seu ato de dançar. À medida que os ritmos de sua dança se ampliam em complexidade e paixão, o tecido do universo é tecido em sete camadas principais de densidade. Os sete chakras são assim a representação microcósmica destes sete níveis de manifestação da realidade no macro cosmo.

A Energia adormecida de Kundalini Shakti

Segundo Charles Breaux, depois de Shakti ter criado o mundo, ela é imaginada hibernando nas profundezas do universo material. Dentro de nosso universo humano, as profundezas do poder material da natureza são simbolizadas pela Kundalini Shakti. Esta energia está adormecida, situada no primeiro chakra na base da coluna.

A palavra Kundalin significa “aquilo que é enrolado ou espiralado por natureza” e refere-se aos padrões espiralados de energia, encontrados em todo o mundo natural desde a molécula de DNA até a forma das galáxias. Quando a esta palavra é acrescentada à letra I, ela se torna Kundalini que quer dizer “Serpente”. Este animal ligada a terra, representa a força vital inconsciente da vida contida neste primeiro nível de nossa existência.

Na pessoa normal, a Kundalini flui pelos canais  esquerdo e direito, suprindo todos os órgãos dos sentidos e as faculdades de consciência que mantém a ilusão do mundo. Enquanto ela permanece inconsciente nós somos dominados por nossos instintos, desejos, e conceitos do self-ego.

As práticas do Yoga favorecem o despertar consciente de Kundalini, possibilitando ao iniciado uma descida ao seu inconsciente de modo orientado, levando-o a aprender a lidar com esta incrível força.

Através de uma prática perseverante da concentração e da meditação a Kundalini ascende através do canal central da medula, onde se situa o nadi Sushumna e leva o individuo a transcender as limitações do corpo físico, aprendendo a sutilizar as paixões e desejos, sendo capaz de ver o divino em todas as coisas.

O Simbolismo Arquetípico dos Chakras

Os chakras representam sete níveis de consciência expressos na manifestação da vida humana.

O sétimo chakra, no topo da cabeça, segundo Charles Breaux, representa a união de Shiva e shakti. No sexto chakra, no centro da cabeça, Shakti se separou de Shiva e criou o domínio da mente (manas). Os cinco chakras restantes, localizados desde o pescoço até a pélvis, representam cristalizações progressivas, simbolizadas pelos cinco elementos: éter, ar, fogo, água e terra.

Cada elemento representa uma qualidade energética e um equivalente nível de consciência. Fazendo um paralelo com a visão junguiana, podemos imaginar, diz ainda Charles Breaux, que os sete chakras desdobram-se a partir das profundezas do inconsciente coletivo, subindo pelo nível do inconsciente pessoal e do ego. Assim funções e imagens arquetípicas específicas são expressas através de cada chakra. Em suma, os sete chakras formam a matriz psíquica em que a forma única do corpo-mente é criada.

O inconsciente pessoal percebe e age sobre a emoção/informação de um modo literal, armazenando-a e dirigindo o comportamento mais ou menos como um computador pelo sistema nervoso autônomo. A memória de tudo que nos aconteceu está contida aqui. E, como uma interface entre a estrutura espaço-temporal do ego e a dimensionalidade de níveis mais profundos da psique, o inconsciente pessoal pode selecionar conteúdos que vão chegar futuramente à consciência.

Em termos tântricos, o impacto de experiências passadas estão depositadas como sementes cármicas no corpo-mente. Cada chakra  contém um número qualquer de padrões-sementes de experiências passadas – relacionadas com motivos arquetípicos – que definem a referência que temos para nossas vivências conscientes e inconscientes. Os padrões-sementes (Samskaras) eclipsam a energia da sabedoria agindo através de um chakra determinado e constituem obstáculos imensos à realização de nossa natureza búdica.

Cada chakra pode ser visualizado com a lente de um projetor de slides em que certas funções genéricas da psique são reveladas. A soma das “coleções de slides” em todos os chakras cria a ilusão da nossa identidade individual.

O acontecimento de entrarmos em contato consciente com as energias arquetípicas dentro de nós pode se dar de modo espontâneo a partir de alguma crise pessoal, também através das práticas tântricas do Yoga nós podemos despertar forças do inconsciente e torná-las consciente realizando, o que Jung chama o processo de individuação. Entretanto é preciso atenção com essas práticas, pois o mero despertar da Kundalini, ou fogo Dumo, não significa garantia automática de perfeição espiritual, se não for o buscador devidamente orientado, correrá o risco de sofrer desequilíbrios psicológicos.

Os tibetanos dizem que ativar o fogo de kundalini é como colocar uma cobra num bambu oco; ela tem apenas uma entre duas escolhas, sair por cima ou por baixo.

As práticas tântricas eram dirigidas não aos homens comuns, mas para aquelas pessoas que de fato almejassem um encontro profundo consigo mesmo. Assim os rituais e toda a simbologia das divindades que regem cada chakra são na verdade representações de arquétipos que há milhares de anos são o caminho para acessar o inconsciente profundo.

O primeiro chakra chama-se MULADHARA é representado por um lótus de quatro pétalas vermelhas cor de carmin, dentro da qual há um quadrado amarelo e dentro dele há um elefante branco com sete trombas e acima uma letra em sânscrito que representa o Bija mantra LAM e um triângulo invertido contendo dentro um linga com uma serpente enroscada com a cabeça tapando a cabeça do pênis.

As quatro pétalas simbolizam os quatro tipos de bem-aventurança experimentados quando a kundalini desperta. Essas pétalas são vermelhas cor de sangue e levam em cada uma delas uma letra do alfabeto sânscrito, gravada num amarelo brilhante ou ouro: (y) va, (sa) sa, (sa) sa,(sa) sa. Estas letras estão contidas em um quadrado amarelo representando o elemento terra, junto com o mantra semente Lam ( l). As quatro letras representam a vibração raíz e estão relacionadas com a respiração vital conhecida como Apana.O mantra semente Lam, dentro do quadrado invoca a primitiva divindade de Indra. O elefante branco é a montaria de Indra e é um sinal de prosperidade, de força e poder material. O triângulo invertido, o Yoni, representa a genitália feminina e o poder feminino da criação. Dentro dele a kundalini é mostrada enrolada três vezes e meia em um linga.

O triângulo invertido no centro do quadrado encerra a Kundalini não-manifesta em uma serpentina de três voltas e meia em torno do swayambhu-linga preto ou vermelho, símbolo da vida associada com a energia procriadora. No pericarpo se encontra a divindade que o preside, Brahma em vermelho escuro, com quatro faces de três olhos, quatro braços segurando um tridente, um jarro, um rosário, e em um mudra Abhaya, a postura de dissolução do medo. A divindade é o senhor do mundo grosseiro material e físico. O Chakra está associado com as qualidades de resistência e solidez, representando o elemento terra.

Indra é uma divindade masculina, o guerreiro, que simboliza a coragem e a força de vontade necessária para lidarmos com os poderes primitivos do nosso inconsciente. A serpente enroscada tapando o linga representa o controle dos instintos possibilitado pelas práticas tântricas, controle necessária para que o iniciado não seja cooptado palas forças cegas do inconsciente.

O casal de divindades que representa este nível são Bhrama menino, representando o aspecto criativo ainda em formação e Dakini é aquela que dá coragem aos fracos e assusta os audaciosos.

Os aspectos arquetípicos do primeiro chakra estão enraizados nas regiões mais primitivas da psique, ligando-nos com o tempo em que tínhamos uma relação instintiva com a Mãe Natureza.

O nível de consciência no primeiro chakra corresponde ao período pré-natal até o nascimento no qual nos sentimos unos com a nossa mãe e que a consciência é guiada pelas necessidades físicas. Neste nível formamos uma relação com nosso corpo, simbolicamente com todos os aspectos ligados à sobrevivência (nutrição, exercícios, satisfação dos sentidos, modo de obter o dinheiro e a capacidade de nos sentirmos seguros no plano físico.)

Este primeiro nível de realidade além de representar o plano material da vida, segundo a psicologia Junguiana, está ligado ao inconsciente Coletivo, à sobrevivência, a vida instintiva compartilhada por toda a humanidade.

O corpo e vida física seguem ritmos bem cadenciados. O respeito aos nossos ritmos biológicos é de fundamental importância para o equilíbrio psicofísico. Dedicar tempo e organizar-se para perceber a, hora em que o corpo pede para dormir, alimentar-se, ir ao banheiro, cuidar da higiene pessoal, manter relações sexuais, fazer atividade física, etc.

Pessoas com essas necessidades bem satisfeitas são mais saudáveis e conseguem adaptar-se mais satisfatoriamente na vida.

O segundo chakra chama-se Svadhisthana que quer dizer “o alicerce do Si-mesmo”, outra interpretação fala “sua morada especial” e ainda ”lugar de prazer”. Alguns iogues associavam o segundo chakra com a deusa serpente, a grande mãe ligada á cultos de fertilidade e orgias sexuais.

O segundo Chakra está localizado entre o umbigo e o osso pubiano. Psicologicamente se relaciona com os estágios pré-racional e de sonho da consciência, em que nenhuma identidade estável se estabeleceu ainda, durante os primeiros anos da infância.

Simbolicamente, possuem como elementos um lótus que leva em suas seis pétalas vermelho carmim as palavras sânscritas: ba ( ba), bha (bha), ma (ma), ya (ya), ra (ra) e la (la). No pericarpo, o elemento água é representado por uma lua crescente de cor branca com o mantra semente Vam que também é um símbolo para água, e, neste caso, um símbolo para imortalidade.

O mantra-semente VAM invoca a antiga divindade Varuna, o senhor do Mar. O veículo de Varuna é Makara, um monstro que vive no fundo do mar.Varuna é uma das divindades mais antigas da índia e pertence ao período Védico. Ele faz a passagem ritualística do Caos para o ser e dá forma aos entes, ele representa também a disciplina. Ele está montado em um animal com corpo de um delfim, uma cabeça de leão, tromba de elefante e uma cauda de pavão. O golfinho representa a inconsciência do desejo. O leão e o elefante são animais de enorme força reprodutiva. O pavão representa a beleza enquanto chamado ao erotismo.

A energia feminina é Rakini ou Chakini Sakti, em azul escuro, três olhos, quatro braços segurando um tridente, uma lotus, um tambor e um cinzel, assentada em uma lótus vermelha. A divindade protetora masculina é Vishnu com quatro braços. 

No nível de desenvolvimento do segundo Chakra despertamos para a consciência das sensações. Nossa consciência da sensação relaciona-se primariamente com reações prazerosas e dolorosas. Neste nível estamos preocupados se somos amados ou não e na segurança emocional que os outros nos transmitem  O desafio do segundo chakra é expandir, criar, conectar e criar laços com outros seres humanos. O sentimento natural do chakra do baço é expansivo, dinâmico, fluidez do vórtex espiral de energia.

A força essência do segundo chakra desperto é expansão e liberdade. Quando a nossa energia se sente fluída e desentulhada, nós nos aceitamos incondicionalmente, nós sabemos que somos dignos de amor, nós nos sentimos seguros para tocar e nos unirmos com outro, e espontaneamente nos encantamos com nossos feitos criativos.

O desenvolvimento da consciência plena deste chakra nos torna pessoas com uma grande capacidade de perceber o sentimento dentro de si mesmo e o do outro. O risco é de se ficar preso ao princípio do prazer, pois “se ficamos preso ao sublime ele se esgota”. A sabedoria é experienciar neste nível a fluidez da água e prestar atenção no seu curso.

No tantra, a sexualidade é vista como sagrada e cada ato no intercurso sexual é uma forma de adoração a divindade encarnada no parceiro.

O terceiro chakra chama-se Manipura. Esta palavra quer dizer Mani= Jóia Preciosa e Pura= Cidade, isto é, a cidade formosa das jóias brilhantes.

Na antiguidade Manipura era o nome de uma cidade da Índia localizada muito próximo da cidade de Puri. Esta cidade é citada no Mahabarata, como uma cidade mítica, na qual uma nova ordem reinará, uma ética da Verdade.              O terceiro chakra é representado por um lótus de dez pétalas que contém no centro um triângulo invertido de cor vermelha. O mantra-semente RAM invoca o deus do fogo sacrificial, Agni. O seu veículo é um carneiro.

O triângulo representa poder e aqui também os portões da cidade sagrada. O fogo aqui representado no centro da mandala simboliza o início do processo civilizatório, deixando o indivíduo de ser passivo e passando a experienciar seu self coletivo.

O animal dentro do triângulo – o cordeiro sacrificial – simboliza a renúncia á consciência do rebanho, da consciência passiva e submissa, a saída do rebanho e a introdução de uma ação política e consciente.

A divindade que preside é Rudra de cor vermelha com cinzas borrifadas sobre seu corpo e representa o mundo mental. A energia gerada por ele é LakismiShakti, em azul escuro, três faces e três olhos em cada face,quatro braços, segurando o fogo, um vajra e fazendo as mudras que garantem benefícios e dissipam os medos.

Rudra aparece como um velho. Na juventude, ele possue uma força incontrolável e indestrutível. Rudra aparece com uma lágrima simbolizando o domínio sobre a ira e o perdão. A divindade feminina complementar é Laskimi. Esta tem caninos avançados e cobertos de sangue e mantém afastados os covardes. Ela tem um olhar terrível para quem se aproxima, mas por outro lado ela tem dois gestos nas mãos: Um de proteção(apavana- eu te protejo) e outro de encorajamento(Vyana – Eu te encorajo). Ela tem uma dupla função de proteger e estimular o ego e reprimi-lo.

A função dos símbolos é promover uma regulação do fluxo da energia neste nível da vida, integrando os opostos. O risco é cairmos em um extremo ou no outro. O caminho da integração passa por uma aceitação da sombra e de uma assimilação da sua força criativa na consciência através o desenvolvimento de uma identidade firme e profunda.

No nível de consciência do chakra manipura somos convocados a compreender a problemática do poder de kundalini e chamados a aprender a lidar com ele de forma ética. No primeiro chakra nos deparamos com o problema da inserção do homem no mundo manifesto. No segundo, com o conflito entre o desejo da libido e as regras e contrato sociais. No terceiro, passamos por uma introdução a convivência com os semelhantes no meio social.

Esse nível de consciência marca o inicio da estruturação de um ego capaz de gerenciar os desafios da vida, despertando para o conhecimento tecnológico e sua capacidade de dominar as forças naturais. Assim, o ego obtém vontade sobre a vida instintiva do corpo e da emoção e uma capacidade para manipular o ambiente exterior.

A força deste chakra é a força da vontade. Quando nós sentimos o pulso de nossa própria energia no umbigo, nós alavancamos a fonte de nosso poder pessoal. Podemos encarar a vida com identidade e determinação, auto-suficiência e bem-estar. Nós temos o poder do desejo de ação, de integridade para saber o rumo correto da ação e a energia para fazer o que precisamos.

Relaciona-se com emoções no estado bruto, impulsos de poder no sentido de acalmar as emoções e frustrações e aliviar as tensões e ansiedades, além de estar ligado à identificação social.

A expressão pessoal pode ser usada positivamente para canalizar emoções e servir como veículo de auto descoberta, ou pode levar a uma megalomania quando tentamos validar nosso sentido de Self. O poder que recebemos dos outros na forma de atenção ou de adulação é utilizado para aumentar o amor-próprio.

O terceiro chakra ativa o árquetipo mitológico do herói. O herói é aquele que tem consciência dos opostos e tornando-se um guerreiro trava uma luta com sua própria sombra. Vencendo o mal com o bem. A consciência aqui é basicamente orientada pelo masculino.

A energia desse chakra pode ser usada para competirmos e retirarmos assim energia dos outros ou para irradiarmos encanto, calor, generosidade, tudo depende da consciência que tivermos desenvolvido que a fonte deste amor está dentro de nós.

O quarto chakra é chamado Anahata. A palavra significa “aquilo que não se quebra”.Outra versão é o não batido.O termo refere-se á vibração sutil que é o OM, e diz-se ele é ouvido interiormente em meditação quando Kundalini sobe ao chakra cardíaco. Este chakra tem doze pétalas vermelhas brilhantes, dentro delas encontramos dois triângulo de cor cinza interligados, formando um hexágono esfumaçado que representa o elemento ar, simbolizando o ponto de encontro do divino com o humano.

Acima do hexágono está o sol com uma radiação de “dez milhões de luzes”. O mantra semente, ‘bija’para o ar é (y) ‘yam’ apoiado sobre um cervo negro. O elemento deste chakra é o ar.

Nas concepções físicas da Índia, o ar é o elemento que dá coesão às estruturas atômicas e permite a comunicabilidade num nível sutil entre os entes. O despertar da consciência deste chakra faz com que a pessoa desperte para a sensibilidade, para a ternura e para a poética existente em um encontro.

No centro da mandala temos ainda um antílope e simboliza a sensibilidade e a beleza do olhar. Através do olhar podemos expressar a ternura e ser capaz de compreender o outro. A divindade que preside é Shiva de três olhos representa o sistema de todo o mundo onde as diversidades das realidades fenomenológicas de espaço e tempo são gradualmente revelados. A energia dele é chamada de Kakini Sakti em amarelo brilhante, uma única face com três olhos, quatro braços, segurando um laço e uma caveira, e fazendo os gestos para garantir os benefícios e dissipar os medos.

desafio do quarto chakra é nos abrirmos à vibração desapegada e sem julgamentos do amor universal. O sentimento natural no chakra do coração é o calor radiante profundo.

A abertura deste chakra gera no indivíduo uma forma de identidade mais abrangente, no qual a individualidade e a universalidade começam a se fundir.Abrir o coração dá início também uma relação íntima com a vida e com seu mistério. Cada passo nos leva a uma união mais íntima com o desconhecido e com o potencial infinito escondido em cada momento. Quando este centro se abre plenamente sentimos um profundo desejo que todos os seres sejam felizes e desfrutem do amor.

O nome em sânscrito para o quinto chakra é visudha. Visudha quer dizer “o perfeitamente purificado”, portanto o veículo do espírito.

No interior do seu lótus de 16 pétalas vermelhas esfumaçantes nós encontramos um círculo branco representando o elemento éter dentro de um triângulo invertido simbolizando o poder feminino da criação.No centro do círculo branco, encontramos um elefante branco com uma das suas sete trombas, elevada ao ar anunciando a vitória sobre as forças instintivas dos chakras inferiores. O mantra-semente é o elemento éter e o bija-mantra é Ham.

O quinto chakra é o chakra da comunicação e é o mediador entre as chamadas de entrada e saída do sistema nervoso. Quando a comunicação é maior do que o circuito neurológico pode suportar, ou quando há conflito entre estímulos mentais e emocionais, o circuito fica sobrecarregado e o corpo responde com tensão no pescoço e nos ombros.

O quinto chakra é o responsável pela expressão das emoções e quando há tensão na garganta podem representar emoções reprimidas. Quando a pessoa tem dificuldade de falar a cerca de seus sentimentos isto pode indicar um bloqueio nesse chakra.

No nível de consciência do Visudha há uma clara percepção do bem e do mal e uma busca de encontrar um caminho do meio. Para isso, é necessária a realização de uma purificação através da palavra, das metáforas, da criatividade.

A palavra nos dá a possibilidade de elaborarmos conteúdos psíquicos e assim ampliarmos a nossa percepção e compreensão do mundo, nos possibilitando um desapego de idéias e preconceitos, aquilo que Byngton chama de uma libertação da rigidez de uma consciência patriarcal, da imposição de regras e também dos condicionamentos instintivos. Esta liberação oportuniza o encontro de um equilíbrio entre os conteúdos da consciência e os do inconsciente, através da elaboração de símbolos que expressam a totalidade do nosso ser.

Assim, este chakra assinala a passagem para um domínio da consciência reflexiva, levando o indivíduo a libertar-se de comportamentos meramente instintivos e desenvolvendo novas dimensões do pensamento abstrato e maiores poderes para controlar ou dirigir deliberadamente os eventos e processos de vida.

No nível de consciência deste chakra aprendemos a ouvir e também a falar, aprimorando a nossa comunicação. Isto acontece num nível interno, nos dando maior capacidade de percebermos e compreendermos nossos conteúdos inconscientes e ao identificarmos velhos padrões, desenvolvermos programas e atitudes mais eficazes para o nosso crescimento, que estejam em sintonia com a nossa alma. O desafio do quinto chakra é liberar o nosso medo de nos comunicarmos com os outros e o mundo. O sentimento natural no chakra da garganta é ressonância vibratória livre.

O nome em sânscrito para o sexto chakra è Ajna, que significa “comando do Alto”. O diagrama hindu mostra duas pétalas de lótus ligadas a um disco lunar, considerado este como o reservatório para o néctar que goteja do lótus de mil pétalas no topo da cabeça.

No interior do disco lunar encontramos um triângulo invertido, símbolo dos órgãos genitais femininos, com um linga dentro dele. Há dois outros chakras que contém essa combinação de Yoni e linga: o Chakra-raiz e o cardíaco. È nesses três chakras que o poder da kundalini está concentrado. Também mencionados como “nódulos”, essas três concentrações estão associadas com os corpos físico, emocional e mental.

Dentro do triângulo do centro podemos encontrar ao lado do lingam o mantra OM, representando o espírito associado à mente pura, ou Buddhi. Acima do mantra-semente Om está um nadi e um bindu dourado, os quais, acrescentados ao OM criam o mantra pranava. Esse expressa a relação com o vazio e os fatores genéricos da criação.

A divindade é Paramasiva, como no Sahasrara; e é representado neste Chakra na forma de um bindu, um ponto simbolizando o inseparável Siva-Sakti, a unidade cósmica cuja consciência auto-iluminada é transcendente e unificadora. Sua energia é chamada Hakini ou siddhakali, e é no branco da Lua, seis faces, três olhos, seis braços segurando um livro, uma caveira, um tambor, um rosário, e fazendo a postura mudra de garantir os benefícios e dissipar o medo. Está sentada em um lótus branca. Sobre ela está um triângulo que espalha uma luz com um relâmpago; e acima deste está um outro triângulo que é o Self cuja luminosidade vai até o chakra básico Muladhara .

O sexto chakra se localiza no centro da cabeça. Está associado à faculdade da percepção e relacionado com o cérebro anterior e o córtex cerebral. Estes por sua vez, estão divididos em hemisfério direito e hemisfério esquerdo e nos dois modos básicos de percepção – Intuitivo e racional, respectivamente.

As pessoas que têm como foco o centro da cabeça são mais receptivas às informações emocionais e intuitivas. Ao invés de tentar manipular a vida elas intuem a natureza inerente do universo. Contudo, sem a influência equilibradora das faculdades racionais, esses tipos podem ter dificuldades de funcionamento dentro dos parâmetros racionais do mundo cotidiano.

As pessoas que vivem mais “racionalmente” – sempre pensando e esquematizando – mostram uma grande quantidade de energia psíquica na região da testa. Na verdade, a energia freqüentemente se distribui pelas sobrancelhas à medida que as forças do intelecto procuram controlar o mundo.

Essas pessoas são surpreendidas em seus próprios pensamentos e perdem o contato com “o que é”. Elas parecem ter uma necessidade neurótica de criar e seguir padrões conceituais rígidos, o que lhes dá uma sensação de segurança e conhecimento. Passam o tempo criando suas próprias imagens mentais do mundo e impondo-as à realidade.

Quando este chakra não está desenvolvido ou bloqueado, a pessoa sente uma dificuldade de ver e perceber com clareza a sua realidade. Elas podem se rebelar contra as perspectivas de vida que lhes foram impostas pela sociedade ou pelos pais, dificultando-lhe á adaptação ao convívio social.

Este chakra também tem relação com o desenvolvimento das capacidades de percepção extra-sensorial, isto é, potencial de clarividência, premonição e a habilidades de perceber energias sutis. Ver auras, ver os chakras, o futuro, vidas passadas ou seres desencarnados, todas são habilidades a que temos acesso com um sexto chakra  desenvolvido.

Quando despertamos para o nível de consciência deste chakra, adquirimos a capacidade do discernimento e do auto conhecimento. O tantra distingue mente e consciência. A mente é produto de um circuito bioquímico do cérebro e é o veículo da consciência. Ela possui funções comuns a toda a humanidade.

Os Yogues concebem um corpo mental para além do corpo físico, que faz parte do espectro de corpos sutis dos quais somos constituídos. Não é a mente que está no corpo físico ou no cérebro, o corpo e o cérebro é que estão na mente, ou corpo mental, o qual. Como o corpo astral, mas numa freqüência mais alta envolve o corpo físico.

Na meditação profunda, a mente torna-se concentrada e observadora e podemos ver como todos os fenômenos mentais são vazios. Neles não há “self’ a ser encontrado. A meditação em última instância leva á condição de” não mente’, um estado além da dualidade inerente às atividades mentais normais, para experimentar a pura lucidez da mente iluminada.

O chakra da coroa é denominado Sahasrara, em sânscrito. È o lótus de mil pétalas. As pétalas desse lótus estão pendentes para recobrir o portal do ser – a fontanela anterior( oponto mais mole na cabeça do bebê). Esse ponto mole começa a endurecer por volta de seis meses de idade, supostamente cortando nossa conexão com o mundo espiritual. Antigos iogues desenvolveram técnicas para reabri-lo. Diz-se que, se alguém puder deixar o corpo na hora da morte por esse centro, conscientemente alcançara a libertação.

Sobre as pétalas do lótus estão as cinqüenta letras do alfabeto sânscrito, repetidas 20 vezes, para totalizar mil. Essas letras cicundam o sahasrara da direta para a esquerda e tem origem nas linhas do Triângulo Supremo (Kamakala), a raiz de todo o som no centro deste Lótus Supremo. O triãngulo forma simbolicamente o corpo do som primordial imanifestado do qual deriva o universo. Os raios emitidos por esse lótus semelhantes aos raios da lua, são considerados o néctar da imortalidade.

Sahasrara, também chamado de Brahma-randhra, e é o local de encontro da Kundalini Sakti e Siva. As pétalas comportam o som potencial total representado por todas as letras do alfabeto sânscrito; cinqüenta em cada camada. O chakra sincroniza todas as cores, abrange todos os sentidos e funções e é penetrante em seu poder. A forma é o círculo transcendendo os vários planos em uma ordem ascendente, e, finalmente, o derradeiro estado de Mahabindu, o oco transcendental supracósmico e metacósmico. A lótus invertida simboliza a exposição do corpo sutil com as radiações cósmicas. O Sahasrara é o centro da consciência  quintessencial, onde a integração de todas as polaridades são experienciadas e o ato paradoxico da transcendência é conquistado passando-se para além do samsara e emergindo do espaço-tempo.

Neste nível, surgem as idéias relativas a “Deus”, ao mundo espiritual e à nossa relação com eles. Esses conceitos podem originar-se de vidas anteriores ou de doutrinação religiosa na vida presente.São crenças difíceis de questionar. Mais uma vez que as compreendamos, podemos perceber a universalidade da nossa experiência.

Neste nível podemos perceber a nossa alma e ter acesso ás regiões mais sublimes das dimensões interiores e aos seres espirituais. O desafio do sétimo chakra é sintonizar e se renderá consciência divina. O sentimento natural ou experiência que ocorre é unicidade, benção, pureza, e vazio além do espaço-tempo.

força essência é consciência e iluminação. A abertura do chakra coroa nos move para além da realidade tridimensional dos sentidos físicos e das formas, crenças e pensamentos. Nós percebemos, conectamos, nos fundimos e somos capazes de utilizar energias infinitas. O desconhecido se torna conhecido. Encontramos o significado transcendental da vida. Deus e eu, eu e Deus somos UM.

Práticas Tântricas

  • A prática da meditação com o foco na respiração.
  • A prática dos mantras. Mantra quer dizer “aquilo que protege a mente”. Mantras protege a mente dos pensamentos instáveis. Mantras são forças cósmicas personificadas na estrutura do som. São vibrações que tem o poder desfazer bloqueios e despertar a força da kundalini.
  • Os Yantras ou mandalas são expressões arquetípicas das dimensões transpessoais da psique encontradas no mundo. Representam os diversos sistemas e totalidades do universo de dentro e de fora de nós.Promovem um equilíbrio espontâneo dos opostos.
  • Rituais de religação com as forças sagradas, presentes na natureza e dentro de nós.
  • Mudras e Ásanas específicos para cada chakra

BIBLIOGRAFIA PESQUISADA

  1. Breaux, Charles – Jornada Rumo à Consciência – Os chakkras, o Tantra e a Psicologia Junguiana,são Paulo, Ed. Pensamento, 1995.
  2. Anodea Judith e Selene Veja – Jornadas de Cura – O desenvolvimento da mente e do corpo e do espírito através dos chakras, São Paulo, ED, Pensamento,1998.
  3. Feuerstein, George – A Tradição do Yoga, São Paulo, Ed.   Pensamento,2001.